Tubos Industriais – Demanda cresce e lota as fábricas

Mas importações em alta preocupam

O movimento é intenso nas indústrias brasileiras de tubos para aplicações industriais e de infra-estrutura.

A demanda está aquecida e são vários os investimentos programados para ampliações da capacidade produtiva.

Fabricantes estrangeiros, principalmente do segmento de tubos metálicos, também passaram a sondar oportunidades no País com mais intensidade.

Ao mesmo tempo, consolida-se no setor a percepção de que os negócios caminham para se concentrar ainda mais entre poucos fornecedores.

Seguindo a regra estabelecida pela globalização dos negócios, os eleitos deverão ser os fabricantes com grande escala e aqueles menores, mas com uma estratégia muito apurada em um nicho de mercado.

Apesar da grande variedade de materiais e possibilidades de compósitos disponíveis para a produção de tubos, tradicionalmente, o setor é dividido em dois segmentos principais: metálicos e não-metálicos (ver boxe).

No segmento de tubos metálicos, o setor cresce acima do PIB há dois anos, chegando a um patamar de 1,9 milhão de toneladas produzidas em 2006, representando um faturamento de R$ 6,08 bilhões.

A expectativa é de um crescimento do mercado de 5% a 10% em 2007 e da manutenção deste ritmo de crescimento pelo menos nos próximos dois a três anos, informa José Adolfo Siqueira, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal (Abitam).

Segundo Siqueira, os mercados onde os negócios estão mais aquecidos são os de óleo e gás, responsáveis por quase 30% da demanda nacional de tubos; sucroalcooleiro, tanto para a construção de alcooldutos como para uso em usinas; nas indústrias naval e automobilística e na construção civil. Informações do mercado acrescentam ainda os setores de mineração, papel e celulose e petroquímico como outros grandes demandantes de tubos neste ano.

O bom momento pelo qual passa a indústria de tubos também pode ser observado no balanço de algumas empresas do setor, como o da Tenaris Confab.

Os pedidos em carteira da empresa, no último dia do primeiro semestre de 2007, atingiram o valor de R$ 1,89 milhão, sendo que, deste total, R$ 1,58 milhão são de negócios originados na divisão de tubos. No final do primeiro semestre de2006, a carteira total de pedidos da empresa somava R$ 660,4 mil.

Química e Derivados, José Adolfo Siqueira, Diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios Metal(Abitam) , Tubos Industriais - Demanda cresce e lota as fábricas, mas importações em alta preocupam
Siqueira: competitividade global conduzirá setor à consolidação

A direção da Tenaris Confab, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que as principais encomendas foram decorrentes de projetos de expansão das redes de gás natural no Brasil e na Argentina, como o projeto Gascac, que faz a ligação entre Cacimbas-ES e Catu-BA; o projeto Loops, de ampliação da capacidade de transporte dos sistemas norte e sul da rede de gasodutos na Argentina; e o projeto Plangás, da Petrobrás, para gasodutos em diversas localidades.

Em setembro, a TenarisConfab, em conjunto com a Siat, da Argentina, e a Marubeni-Itochu Steel, do Japão, praticamente acertaram o fornecimento de aproximadamente540 quilômetrosde tubos de aço soldados para o mineroduto Minas-Rio, da mineradora MMX.

Por outro lado, os sinais não são animadores em relação à balança comercial do tubo metálico, relata Siqueira, da Abitam.

As exportações do segmento, na casa de 400 mil toneladas/ano, estão sendo desestimuladas, em virtude da valorização do real.

Enquanto que as importações, que se limitaram a 100 mil toneladas em 2006, tendem a aumentar significativamente nos próximos anos, principalmente para atender os projetos sob encomenda.

Na TenarisConfab, por exemplo, as receitas com exportações recuaram 22% no ano. Mas a direção da empresa atribui o fato “principalmente aos ingressos de projetos no Brasil”.

Os relatos de vários outros players do mercado, porém, confirmam que a valorização do real desestimula as exportações. Como diz Luiz Eduardo Franco de Abreu, presidente da Zamprogna:

“Exportamos para a América do Sul, no entanto, o volume planejado para ser exportado ficou prejudicado pela valorização do real perante o dólar. Estamos participando do mercado externo, somente em alguns produtos para nos mantermos presentes.”

O interesse dos estrangeiros no mercado brasileiro já pôde ser sentido na feira Tubotech 2007, ocorrida em outubro,em São Paulo, onde compareceram 70 fornecedores de fora do País. A delegação que causou mais preocupação aos fabricantes brasileiros, como não poderia deixar de ser, foi a chinesa, composta de dez empresas.

O preço médio do tubo chinês chega ao Brasil a R$ 2,50 o quilo, enquanto que o preço médio do quilo similar brasileiro está na casa dos R$ 3,20.

Além do preço, os fornecedores chineses também chamaram a atenção pela qualidade de seus produtos, principalmente nas linhas de aços especiais e tubos de precisão.

“A concorrência com os chineses vai ser dura daqui para frente e devemos esperar o mesmo em relação aos produtores indianos”, diz Siqueira.

Na opinião do executivo da Abitam, a exposição aos concorrentes estrangeiros vai obrigar as indústrias instaladas no País a buscar competitividade, por meio de investimentos em equipamentos mais eficientes e, principalmente, em maior escala de produção.

Há cinco anos, relata Siqueira, uma indústria com produção de 5 mil toneladas mensais era considerada grande no Brasil. Hoje, grande é quem produz 20 mil toneladas/mês.

A busca por maior escala, seguindo a avaliação de Siqueira, é o start para um movimento de consolidação dos negócios no setor.

Atualmente, mais de 50 empresas produzem tubos metálicos no Brasil, sendo que apenas 12 concentram por volta de 75% dos negócios.

A análise dos executivos da Abitam é de que umas dez companhias serão responsáveis por atender quase todo o mercado nacional, em um prazo de cinco a dez anos.

Química e Derivados, Luiz Eduardo Franco de Abreu, Presidente da Zamprogna, Tubos Industriais - Demanda cresce e lota as fábricas, mas importações em alta preocupam
Abreu: Zamprogna investe para duplicar sua capacidade

Investimentos e estratégias – Alguns dos principais fabricantes de tubos metálicos no País investem, traçam novas estratégias e estabelecem parcerias com o objetivo de atender ao crescimento da demanda, mas também na busca de um bom posicionamento dentro da futura configuração que o setor deve apresentar nos próximos anos.

A Apolo, empresa ligada ao grupo Peixoto de Castro, com unidades no Rio de Janeiro e Lorena, no interior paulista, concretizou, no final de 2006, uma joint venture com a norte-americana Lone Star Steel.

A Apolo, pioneira no Brasil na produção de tubos soldados por resistência elétrica (ERW), atua nos segmentos de tubos galvanizados para construção civil, indústria moveleira e automobilística, tubos para instalações elétricas, para os mercados de óleo e gás e para a indústria naval.

As duas empresas, segundo comunicado ao mercado, possuem linhas complementares de produtos.

Além disso, a associação possibilitou à Lone Star a conquista de uma posição no aquecido mercado sul-americano de tubos para energia.

Já a Apolo passou a ter na Lone Star uma representante para seus tubos na América do Norte.

A catarinense Tuper, uma das principais fabricantes nacionais de tubos de aço carbono com costura, efetua uma mudança de posicionamento estratégico.

Roberto Kallaur, diretor-comercial e de operações, relata que a direção da Tuper, ao analisar as tendências do mercado de tubos, constatou que o segmento onde a empresa atuava, de tubos “comoditizados”, ou seja, de baixo nível de diferenciação, tende a ser dominado por empresas ligadas a grandes conglomerados siderúrgicos multinacionais, estreitando o mercado para fabricantes regionais.

A Tuper optou por enfocar produtos com maior valor agregado, atendendo os clientes que exigem maior especificação técnica.

Para isso, a empresa iniciou um plano de investimentos de R$ 60 milhões entre 2006 e 2007 que envolveu a construção de uma nova unidade fabril.

A capacidade de produção de tubos, que era de 4,5 mil toneladas/mês em 2006, passou para 9 mil toneladas/mês neste ano e deve alcançar 13 mil toneladas/mês em 2008.

Com a nova fábrica, a Tuper agregou processos como tratamento térmico e químico e trefilação, passando a atuar em novos segmentos, como o de peças e componentes, tubos rosqueados e cortados de acordo com a especificação dos clientes.

Neste passo, foi decisivo para a empresa o apoio estratégico da alemã Eberspächer, empresa com a qual a Tuper possuiu uma joint venture.

Química e Derivados, Roberto Kallaur, Diretor-comercial e de operações, Tubos Industriais - Demanda cresce e lota as fábricas, mas importações em alta preocupam
Kallaur obtém melhores resultados nos especiais

O novo posicionamento possibilitou à Tuper concentrar-se em mercados dinâmicos, que exigem qualidade, mas pagam por isso, como as indústrias automotiva, sucroalcooleira e agropecuária.

Os resultados já começaram a aparecer. O faturamento da empresa, que foi de R$ 295 milhões em 2006, deve alcançar R$ 500 milhões neste ano.

“Nossa previsão é de chegar a um faturamento na casa de R$ 1 bilhão em três anos”, diz Kallaur.

Segundo o executivo, uma parcela deste faturamento deverá vir do mercado exterior.

Em sua avaliação, com a valorização do real, as exportações de tubos “comoditizados” estão prejudicadas.

“Mas há viabilidade para a venda de tubos de alto valor agregado e é assim que estamos nos apresentando no exterior”, diz Kallaur.

Outra empresa que está aperfeiçoando sua estratégia de negócios é a gaúcha Zamprogna, uma das principais fabricantes brasileiras de tubos de aço de até oito polegadas, peças sob medida, chapas e perfis em aço carbono e inoxidável, com fábricas de tubosem Porto Alegre-RSe Campo Limpo Paulista-SP.

Em maio, a empresa foi adquirida pelo fundo de investimentos NSG Capital Administração de Recursos.

Em setembro, os novos controladores anunciaram que planejam investir R$ 300 milhões nos próximos dois anos para dobrar a capacidade de produção das atuais 30 mil toneladas por mês para 60 mil toneladas mensais.

Segundo o presidente da Zamprogna, Luiz EduardoFranco de Abreu, a empresa “ainda está analisando com seus clientes a melhor forma de alocar esses recursos de modo que nossos investimentos aumentem sua competitividade e suas vendas”.

O executivo relata ainda que a NSG, que fez seu primeiro negócio no setor de tubos com a aquisição da Zamprogna, “está a conversar com outras empresas do setor sobre sinergias decorrentes de fusões e aquisições”.

Segundo Franco de Abreu, a participação da Zamprogna no mercado de tubos teve um crescimento, até outubro, de aproximadamente 22% em relação ao mesmo período de 2006.

“Os mercados que estão em plena atividade são os ligados aos setores sucroalcooleiro, automotivo e de transporte rodoviário. O setor de implementos agrícolas está reagindo favoravelmente. Entretanto, longe ainda de atingir os índices de2004”, informa o executivo.

Em 2006, a Zamprogna, que também opera uma distribuidora e uma unidade de serviços de processamento de aços planos em Guarulhos-SP, faturou R$ 730 milhões e a projeção para 2007 é de um faturamento de R$ 950 milhões.

“O que significará um crescimento de 30%”, diz Franco de Abreu.

Tubos inoxidáveis – De acordo com o Núcleo Inox, em 2006 foram comercializadas no País 30 mil toneladas de tubos inox com costura e algo entre 2 e 3 mil toneladas de tubos inox sem costura.

Segundo o diretor-executivo do instituto, Arturo Chao Maceiras, o consumo aparente de aço inox no País, de 270 mil toneladas em 2006, deve crescer por volta de 15% neste ano. Ritmo que, em sua avaliação, deve ser acompanhado no segmento de tubos.

Química e Derivados, Miguel Avellar, Gerente de vendas internacionais, Tubos Industriais - Demanda cresce e lota as fábricas, mas importações em alta preocupam
Avellar: exportações representam a metade do faturamento

O inox, informa Maceiras, tem um custo inicial entre duas e três vezes maior que o aço carbono.

“Mas, mesmo assim, para várias aplicações, apresenta uma relação custo/benefício vantajosa.”

A principal vantagem do material, como é de domínio geral, é sua maior resistência à corrosão.

Esta vantagem permite, primeiro, a produção de tubos com paredes mais finas e, portanto, mais leves, reduzindo o consumo de aço e facilitando sua manipulação.

Como é mais resistente, o inox exige menor esforço de manutenção e aumenta a longevidade da tubulação.

O material, por ter uma superfície que não descasca, é ausente de substâncias residuais, que podem, em alguns casos, comprometer a qualidade final do produto.

“Esse conjunto de vantagens faz do inox um material bastante adequado para aplicação em processos fabris de indústrias de produtos delicados, como alimentos e bebidas, farmacêuticos, químicos, açúcar e álcool, papel e celulose e higiene e limpeza”, afirma o executivo.

Manolo Verde, gerente-comercial da Inox Tubos, maior fabricante da América Latina, com capacidade de produção de 18 mil toneladas/ano de tubos inoxidáveis, relata que, até junho deste ano, o segmento realmente vinha batendo recordes de produção.

Mas que um aumento substancial do custo do níquel, matéria-prima do inox, freou o ritmo de negócios no segundo semestre. No final de outubro, Verde afirmou:

“Hoje o mercado está esperando a estabilização dos preços para confirmar os investimentos programados.” O executivo acredita que, no momento, a principal tendência de mercado para o tubo inox é o segmento de arquitetura e decoração.

Offshore – Mas é um outro segmento, o offshore, onde os negócios com tubos inox estão ganhando impulso e é alvo de novos investimentos fabris.

Neste mercado, o principal investimento em andamento é o realizado pela alemã Schulz.

A empresa está erguendo três unidades fabris em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

A primeira fábrica entrou em operação em maio deste ano, produz conexões tubulares e exigiu um investimento de R$ 60 milhões para uma capacidade de 1 milhão de peças por ano.

A segunda unidade a entrar em operação, prevista para janeiro de 2008, é a de tubos com costura, acima de 10 polegadas, com capacidade para 6 mil toneladas/ano, que exigiu um investimento de R$ 44 milhões.

E será a primeira no Brasil a produzir tubos inox com esses diâmetros.

A terceira unidade também apresenta uma proposta inédita no Brasil, a produção de tubos sem costura com materiais especiais bimetálicos, combinando inox com aços carbonos ou com ligas, como a de níquel.

A fábrica terá capacidade de produzir 10 mil tonelada/ano e o início da construção será em 2008, sendo que a primeira fase está prevista para entrar em operação no final do mesmo ano, após investimentos de R$ 100 milhões.

Os tubos sem costura são de pequeno diâmetro, adequados para aplicação em equipamentos que trabalham em alta pressão e alta temperatura, como fornos.

“Com esses investimentos, estamos fechando lacunas na cadeia de fornecimento do inox no Brasil, substituindo importações”, diz o diretor executivo da Schulz, Marcelo Bueno.

Os tubos da Schulz são, como se diz no jargão do setor, “engenheirados”, ou seja, produzidos sob projeto. O principal foco da Schulz é o mercado brasileiro offshore, para onde deve se destinar 35% da produção.

“O óleo brasileiro contém níveis elevados de ácidos e é altamente corrosivo, exige tubos de alta resistência, como os que vamos fabricar no País”, diz Bueno.

A empresa também vê espaço para seus tubos em outros segmentos do setor de energia, como biodiesel, etanol e nuclear – os tubos Schulz, importados, equipam Angra I e II.

A Schulz também vê espaço para seus produtos nas indústrias petroquímicas, em refinarias de petróleo e na indústria de papel e celulose.

Mas a projeção é de que por volta de 45% do faturamento da empresa seja obtido em exportações, principalmente para os mercados norte-americano, latino-americano e alemão.

“Nossa previsão é de ocupar, de imediato, 80% a 100% da capacidade das fábricas. Fato que já ocorre na unidade de conexões”, afirma Bueno.

Outra empresa com investimentos em andamento, visando o mercado brasileiro, mas também com o objetivo de fortalecer sua presença no exterior, é a Engemasa, de São Carlos, no interior paulista.

A empresa produz tubos em aço inoxidável e ligas especiais sem costura pelo processo de centrifugação, material que é principalmente destinado para a produção, na própria Engemasa, de serpentinas de irradiação e colunas petroquímicas, equipamentos utilizados em refinarias, na indústria de fertilizantes e na indústria petroquímica.

A estimativa da Engemasa para 2007 é crescer 31% em relação ao ano anterior, registrando um faturamento na casa dos US$ 50 milhões, sendo que a metade por meio de exportações, principalmente para os mercados norte-americano, europeu e do Oriente Médio.

No Brasil, os principais negócios da companhia neste ano estão relacionados aos projetos de expansão da Petroquímica União-SP e das refinarias da Petrobrás, especificamente a Gabriel Passos (Regap) e a Henrique Lage (Revap).

A empresa ainda participa de uma licitação para atender à expansão da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar).

Para 2008, a expectativa da empresa, relata o gerente de vendas internacionais, Miguel Avellar, “é de manter o desempenho no mercado interno e expandir entre 15% e 20% no mercado externo”.

Avellar informa que a Engemasa está realizando um investimento de US$ 2 milhões para aumentar sua capacidade de produção de 150 toneladas mensais para 200 toneladas/mês, a partir de janeiro de 2008.

O investimento prevê a construção de uma nova instalação com um espaço construído de 2.500 m², a aquisição de dois novos fornos, uma nova centrífuga e duas novas máquinas automáticas de soldagem para a produção de tubos.

Para o próximo ano, também está prevista a aquisição de duas novas máquinas pesadas de usinagem.

Tubo sem costura – O investimento programado de maior impacto, em relação aos valores envolvidos, vem do segmento de tubos de aço carbono sem costura.

Esse mercado movimenta no Brasil quase 500 mil toneladas anuais, segundo a Abitam, e tem na V&M, controlada pelo grupo francês Vallourec, seu principal player.

Mas um investimento programado pela própria Vallourec, em parceria com o grupo japonês Sumitomo, pode dobrar a produção nacional.

As duas empresas anunciaram no primeiro semestre deste ano uma joint venture para a construção de uma siderúrgica em Jaceaba, Minas Gerais, que deverá entrar em operação em 2009, após investimento de US$ 1,6 bilhão.

A usina terá capacidade de produzir um milhão de toneladas de aço por ano, sendo que 700 mil toneladas serão destinadas para a produção anual de 600 mil toneladas de tubos sem costura.

A principal linha de produtos, segundo comunicado da empresa, será a de tubos petrolíferos sem costura, com diâmetros de168,3 mmaté406,4 mm.

A unidade contará com instalações de tratamento térmico e linhas de rosqueamento. A produção terá o mercado internacional como seu principal destino.

Como diz José Adolfo Siqueira, da Abitam, no mercado de tubos metálicos “é preciso ser um produtor de ‘classe mundial’, ter escala e estratégia para sobreviver”.

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