Meio Ambiente (água, ar e solo)

Tratamento de superfície: Passivador sem cromo inova a luta contra a corrosão

Quimica e Derivados
7 de novembro de 2001
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    Química e Derivados: Tratamento: Pedrini - objetivo é diminuir a quantidade de efluentes.

    Pedrini – objetivo é diminuir a quantidade de efluentes.

    De acordo com as especificações do Uniclean, este produto utiliza tecnologia de tratamento biológico combinado com um sistema de surfactantes de poder emulsificante que consome e elimina óleos e outros complexos orgânicos dos desengraxantes durante a operação. Ele é continuamente regenerado, reforçado e retorna ao tanque de trabalho em condições de nova operação. “Não é toda a peça que desengraxa com o Uniclean, porque ele tem um limite de temperatura e pH para ser usado”, alerta Silveira.

    Tintas Epóxis recuperam viaduto

    Em 1999 foi finalizada a recuperação de proteção anticorrosiva do Viaduto Santa Efigênia, no Centro de São Paulo. Esse trabalho teve o apoio tecnológico do IPT e foi coordenado pelo pesquisador do laboratório de corrosão e tratamento de superfície, Neusvaldo Lira de Almeida, e acompanhado pelo técnico Eduardo de Assis Faria. A última recuperação feita, até então, foi em 1976. Vinte anos depois, a tecnologia para o trabalho de reconstituição já era bem mais avançada.

    Após uma limpeza com solvente, para a preparação da superfície, foram aplicadas três demãos de tinta: de fundo, intermediária e acabamento. “Essa lavagem era fundamental para remoção das camadas de corrosão, fumaça dos ônibus e gordura das pessoas que cozinhavam embaixo do viaduto”, comenta Almeida. O pesquisador explica que as tintas usadas foram especiais. A primeira foi com epóxi pigmentado com alumínio; a segunda, também com epóxi, para aumentar a barreira de proteção; a terceira, de poliuretano antigrafite (mais fácil de ser limpa, caso pichada) e resistente à radiação solar. Segundo Almeida, esses produtos fazem parte de uma classe de tintas nobres, de alto desempenho e resistência, e são usadas em ambientes industriais ou marinhos. “Por não podermos usar jato de areia, foi necessária a utilização de uma tinta que tolerasse uma oxidação leve”, mas ressalta, “isso não quer dizer que tenha ficado ferrugem sob a pintura”.

    O pesquisador do IPT conta que o Viaduto Santa Efigênia apresentava um processo de degradação natural, após as duas décadas sem restauração. “As regiões mais afetadas eram as com mais acesso de umidade mas, de maneira geral, seu estado era bom”, revela Almeida.



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