Tratamento de Superfície – Galvanoplastia perde espaço para processos alternativos

Segundo ele, o Brasil tem uma ampla expertise em tratamento de superfícies, mas o investimento do universo empresarial na aplicação desse know-how é ainda deficiente. “Temos no IPEN processos que poderiam ser muito interessantes para as empresas, mas é difícil chegar até elas. E todos os anos formamos mestres e doutores em diversas áreas, mas muitos deles seguem recebendo bolsas, e assim acumulando enormes conhecimentos, mas não conseguem emprego”, disse.

Na opinião do pesquisador, o desen­volvimento de áreas como a nanotecnologia acentua a necessidade de investir em conhecimento, pois com ele as empresas do setor precisarão aprender a lidar com novos equipamentos, matérias-primas e gêneros de profissionais. “A gama de elementos com os quais trabalha a galvanoplastia é hoje muito maior, e os chineses popularizam essas novas possibilidades”, ele enfatizou. “No Brasil, porém, não existe uma relação mais próxima das empresas com universidades e instituições de pesquisa.”

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