Tintas UV – Cura por UV alia produtividade alta com menor gasto de energia

 

As principais vantagens da tecnologia UV são as seguintes, enumera Santos:

Aplicação e tecnologia amigável ao meio ambiente – Como esse sistema é composto por praticamente 100% de sólidos, pode-se considerar que não existe a evaporação de solventes e a emissão de VOC na atmosfera. Esta característica pode ser considerada como a principal vantagem do processo UV. A não utilização de solventes e os menores índices de agressão ao meio ambiente tornam a tecnologia UV uma promotora de sustentabilidade e a posicionam em um nível superior no mercado de coatings. E ainda existe a possibilidade de reciclagem de produtos com coatings UV, o que novamente é um atrativo ecológico.

Alta produtividade – A tecnologia UV é considerada a que promove a maior produtividade em todo o mercado de coatings. Graças à ação de pré-polímeros e polímeros com grupos funcionais, que proporcionam radicais livres, em conjunto com os fotoiniciadores, a cura completa de coatings aplicáveis por UV é feita de 0,5 a 2 segundos, o que gera uma alta produção em pouco tempo.

Economia de energia e espaço físico – Outra vantagem econômica é a redução da área produtiva e de aplicação e a não secagem em fornos sob altas temperaturas. Assim, o investimento inicialmente alto da tecnologia é compensado.

Boa resistência química e física – Principalmente nas aplicações nas quais se tem um contato humano direto, como móveis e artigos para o interior de carros, os vernizes UV de proteção têm uma considerável melhoria em relação aos sistemas convencionais.

Alto brilho e excelente acabamento – Uma das características marcantes é ter um excelente e atrativo acabamento visual, que atrai o consumidor. No mercado moveleiro, por exemplo, um móvel com um verniz UV de alto brilho possui um acabamento visual muito superior ao convencional.

Possibilidade de aplicação em substratos/objetos sensíveis ao calor – Diferente dos sistemas convencionais em que o objeto, após receber o coating, é levado a uma estufa em alta temperatura, no sistema UV a cura é feita por emissões de raios a uma determinada faixa de absorção, ou seja, o sistema não é submetido a calor, e, assim, não existe a possibilidade de o material derreter durante a cura do coating.

Os obstáculos para a expansão ainda maior desse mercado podem ser assim resumidamente descritos: alto custo de implementação da unidade; dificuldades de adesão em alguns substratos; dificuldade de fosqueamento; matérias-primas específicas; dificuldade em aplicações de baixa viscosidade; dificuldade de aplicação em material tridimensional.

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[box_light]Leia o artigo principal: Tintas UV – Insumos evoluem e fixam a tecnologia em substratos difíceis e novas aplicações[/box_light]

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