Tintas e Revestimentos

Tintas – Normas técnicas exigirão ensaios de resistência às intempéries também nas tintas imobiliárias

Domingos Zaparolli
19 de outubro de 2007
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    As câmaras de ensaio de ultravioleta utilizam oito lâmpadas UV, com custo unitário que varia de US$80,00 aUS$ 150,00, no Brasil. Essas lâmpadas, com o tempo, desgastam-se. Em um equipamento convencional, diz Tauszig, não há como medir o efeito desse desgaste. Para remediar o problema, convencionou- se a realização, a cada 1.600 horas de uso, de um rodízio entre as lâmpadas, sempre com a substituição de duas lâmpadas. “É um critério subjetivo, que pode levar a variações significativas no resultado do ensaio”, afirma Tauszig.

    Com o controle de irradiação, segundo o consultor, além de uma maior confiabilidade no ensaio, é possível prolongar ao máximo a vida útil das lâmpadas UV, podendo superar a 6 mil horas.

    A Q-Lab também disponibiliza uma linha ampla de equipamentos para ensaios, que incluem câmaras para testes de névoa salina, condensação e gravelômetro. Em ensaios artificiais de intemperismo, a Q-Lab fornece equipamentos para a avaliação da irradiação ultravioleta. No final dos anos90, aempresa lançou câmaras de xenônio, que realizam ensaios com luz ultravioleta e infravermelha, com o objetivo de concorrer com a Atlas, empresa pioneira neste ensaio.

    Sair na frente rendeu um bom posicionamento à Atlas no mercado de equipamentos weather-ometer, principalmente no segmento automotivo, o que mais promove esse tipo de ensaio no mundo. “O histórico de ensaios de intemperismo da indústria automobilística mundial foi construído em estudos realizadosem equipamentos Atlas.É natural que estas empresas queiram continuar a reproduzir, no futuro, as condições as mais semelhantes possíveis do histórico já desenvolvido”, diz Leandro de Santis, da Panambra. A briga pelo mercado vai esquentar mesmo quando mais segmentos passarem a promover ensaios para analisar a tinta comercializada.



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