Tintas e Revestimentos

Tintas e revestimentos – Qualidade norteia desenvolvimento de produtos

Hamilton Almeida
11 de maio de 2020
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    Investimentos – Recentemente, a Oswaldo Cruz investiu na parte fabril. “Agora, as inversões estão voltadas para o centro de pesquisa e aplicações, onde desenvolvemos novas metodologias de avaliação dos produtos atuais e também daqueles que ainda serão lançados, assevera Gitti.

    Tendo em mente que, normalmente, “a curva de crescimento dos negócios aumenta a partir do segundo semestre”, Myrian anuncia que a Wana está investindo nas equipes comercial e técnica. O desejo é de expansão.

    A Dow aplica anualmente em pesquisa e desenvolvimento, pois “acredita que empresas que promovem uma prática consistente de inovação entregam maior valoração para a cadeia”. Mais do que isso – prossegue Lagrotta – “os investimentos também propiciam um diferencial competitivo para stakeholders, para a comunidade e para o público interno. Nesta área, seguiremos investindo em inovação e tecnologia, a fim de proporcionar soluções que atendam às necessidades de sustentabilidade e funcionalidade. Ou seja, emulsões e resinas que propiciem baixo odor, alto poder de cobertura e lavabilidade”.

    Lembrando que as crescentes demandas de avanços regulatórios para revestimentos em relação a considerações ambientais, sustentabilidade ou conteúdo de Compostos Orgânicos Voláteis continuam a impulsionar mudanças de formulação e adoção de tecnologias de revestimento novas e mutáveis, Marion expõe que “as inversões são constantes em pesquisa e desenvolvimento na Evonik, incluindo a área de resinas. Atualmente, mais de 250 especialistas trabalham em todo o planeta desenvolvendo novos insumos e otimizando as formulações da clientela. São 16 laboratórios de serviços técnicos em todo o mundo, que trabalham de forma muito próxima aos consumidores”.

    Fiel ao seu viés inovador, “a Basf tem investido muito na digitalização de processos de desenvolvimento e na relação com os consumidores. E continuará investindo no uso de plataformas digitais, bancos de dados e no aperfeiçoamento de técnicas de design de experimentos”, garante Luiza.

    Na Olin, os recursos destinados à pesquisa e desenvolvimento são programados a longo prazo. E “as atualizações tecnológicas nas unidades produtivas ocorrem também de maneira contínua e incremental”, nas palavras de França.

    De acordo com Gitti, os planos da Oswaldo Cruz “estão voltados para a parceria cliente/fornecedor, na qual os nossos laboratórios e o corpo técnico serão a extensão dos laboratórios dos clientes, ajudando a desenvolver novas aplicações, solucionar problemas e reduzir custos”.

    “Os desafios para crescimento estão cada vez maiores para todos, independente do segmento”, avalia Myrian, da Wana: “Nós estamos focando em desenvolvimentos e aplicações em diversas formulações, procurando trazer soluções inovadoras e com custos competitivos”.

    Lagrotta revela que uma das estratégias da Dow, este ano, é o Centro de Inovação, que “tem como diferencial servir como um local de geração de ideias e colaboração com compradores e outros parceiros”. O centro está localizado em Jundiaí-SP e consolidou o laboratório de aplicações e as atividades de pesquisa e desenvolvimento. O objetivo é estimular um ambiente de inovação colaborativa entre os funcionários de diferentes unidades de negócios, permitindo o desenvolvimento de novas tecnologias e o fomento a sinergias comerciais e tecnológicas.

    Marion narra que, “além de desenvolver novas tecnologias e abrir as portas dos laboratórios, um outro diferencial da Evonik é oferecer treinamento técnico frequente. No Brasil, os clientes contam com o apoio do Laboratório de Aplicação de Coating Additives, instalado em Americana-SP. O espaço tem por objetivo tratar as necessidades e desafios dos formuladores, oferecendo a solução mais adequada de produto, otimizando as formulações e aumentando a competitividade”.

    A Basf, discorre Luiza, através da parceria com a clientela e intenso investimento em inovação, trabalha para ser sempre pioneira no desenvolvimento de soluções: “A nossa principal estratégia é manter o foco no consumidor para atender as necessidades atuais e futuras analisando as tendências mercadológicas”.

    Líder global em resinas epóxi, a Olin busca antecipar as mudanças tecnológicas, não somente na área de pinturas. “Temos, por exemplo, uma grande ênfase em pesquisa na área de compósitos para fabricação das turbinas eólicas, em decorrência da crescente demanda por energias renováveis. A mesma tecnologia é utilizada para outras aplicações de materiais compostos visando redução de peso e maior durabilidade em substituição a metais”, descreve França.



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