Alimentos e Bebidas

Tensoativos – Consumo cresce, mas busca alternativas

Renata Pachione
21 de abril de 2020
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    No ramo da distribuição, a quantiQ é uma das principais expoentes. Não por acaso, no final de 2018, a empresa anunciou parceria com a líder do setor, a Oxiteno. Entre as soluções do portfólio, Condutta cita os álcoois graxos etoxilados e/ou sulfatados e polisorbatos, além dos tensoativos suaves derivados de aminoácidos, destacando as linhas Amisoft (derivada do ácido glutâmico e de ácido graxo de coco) e Amilite G (derivada de glicina e de ácido graxos naturais). “Ao adicioná-las na formulação, o nosso cliente pode obter um produto mais suave, uma vez que a matéria-prima possui baixa toxicidade, biocompatibilidade e a característica de ser pouco irritante”, garante Condutta. Vale dizer que ambas são biodegradáveis e certificadas.

    O executivo fala também sobre os planos para o futuro. Segundo ele, a companhia tem estudado o desenvolvimento de produtos que sejam misturas concentradas de tensoativos. A ideia é permitir aos manipuladores um processo de produção simplificado e customizado. “Esse tipo de produto pode ser adquirido por fabricantes de detergentes, limpadores de superfície, xampus e etc.”, exemplifica.

    Opções de tensoativos aos formuladores não faltam e muito menos espaço para o mercado crescer no país. Para se ter uma ideia do seu potencial, vale dizer que o consumo per capita de tensoativos na América Latina é de cerca de três quilos por ano, enquanto em localidades mais desenvolvidas, esse número chega próximo a oito quilos por ano.



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