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Meio Ambiente (água, ar e solo)

Tecnologia Ambiental – Recuperação energética: WTE tenta superar obstáculos para crescer

Marcelo Furtado
17 de dezembro de 2013
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    Mas o melhor para os planos dos interessados em investir no tratamento e gerenciamento do lixo é saber que 38% dos resíduos sólidos urbanos têm destinação inadequada, para 52% adequada e 10% não são coletados. Isso significa que é preciso encontrar um caminho ambientalmente correto para mais de 30 milhões de t/ano de lixo, seja a reciclagem (energética ou mecânica), um aterro legalizado, a manufatura reversa ou, em casos específicos, como o lixo de feiras livres, a compostagem.

    Como a reciclagem mecânica é limitada, por causa de contaminações dos resíduos de embalagens, o campo para a waste-to-energy é grande e depende só da vontade dos governos de encontrar formas de subsidiá-lo. A despeito dessas peculiaridades, sujeitas às inconstâncias de humor nacionais, a previsão é a de que o mercado brasileiro de destinação correta de lixo cresça 29,7% até 2020, para suportar um crescimento orgânico de geração da ordem de 14,7%. Basta agora esperar para ver se o Brasil irá conseguir recuperar seu atraso na gestão do lixo e parar de discutir o indiscutível.



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