Setor adota visão da ONU sobre sustentabilidade – Tintas e Revestimentos

Indústria se esforça para alcançar os objetivos da ONU para sustentabilidade

Ampla e cada vez mais relevante, a sustentabilidade é um tema complexo e de muitas facetas.

Uma das suas vertentes mais atuais são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma espécie de tratado criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o intuito de estabelecer políticas públicas de proteção socioambiental. Nada disso, porém, é uma grande novidade para o mercado de tintas.

Aliás, não é de hoje que o setor demonstra disposição para ser amigável ao meio ambiente. Ainda assim, no entanto, nem todos os fabricantes são signatários deste acordo, o que não os impediu de cada um, à sua maneira, contribuir com a causa e investir em práticas alinhadas a esse compromisso.

Os ODS fazem parte de um Pacto Global que estabelece condutas a serem incorporadas pelos países membros da ONU.

A fim de fomentar o desenvolvimento sustentável no mundo, a agenda estabelece 17 itens (veja tabela) a serem cumpridos até 2030.

“Eles representam as questões críticas que impactam a sociedade hoje e no futuro, como água, energia, mudanças climáticas e consumo responsável”, resume Rodolfo Viana, gerente sênior de sustentabilidade da Basf.

As demandas são universais e urgentes. Não é por acaso que, segundo Viana, neste período em que o país enfrenta situações difíceis, que vão dos efeitos da pandemia à escassez hídrica, a indústria está focada em melhorar seu desempenho e fazer frente a estes desafios com práticas mais eficientes e em linha com os ODS.

Elaine Poço, diretora de P&D e Sustentabilidade da AkzoNobel para América do Sul, reforça que a agenda proposta pela ONU é um fator chave para o desenvolvimento, inovação e crescimento de negócios.

Na prática – Ser sustentável para o mercado de tintas, obviamente, não se resume aos propósitos da ONU. Porém, de alguma maneira, os objetivos da entidade direcionam algumas condutas. “Todos os ODS inspiram nossas ações e decisões”, diz Elaine.

A companhia elegeu enfocar cinco objetivos. Para contemplar o item Consumo e Produção Responsáveis, a empresa se dedica à meta de zerar seus resíduos até 2030.

Química e Derivados - Indústria se esforça para alcançar os objetivos da ONU para sustentabilidade - Tintas e Revestimentos ©QD Foto: iStockPhoto
Elaine Poço, diretora de P&D e Sustentabilidade da AkzoNobel para América do Sul

“Todos os nossos resíduos serão reusados ou reciclados, reforçando nossa abordagem de economia circular em toda a nossa cadeia de valor”, enfatiza.

Por ora, há o exemplo da unidade de Mauá-SP. Ela reusa 100% do efluente, após um tratamento de alta tecnologia, além de contar com uma reserva de 700 mil metros quadrados de Mata Atlântica que fornece água para a produção da fábrica.

Para atender ao quesito Saúde e Bem-Estar, a AkzoNobel desenvolveu um portfólio de tintas com propriedades antimicrobianas e antimofo, além do programa de substâncias prioritárias que remove de forma proativa os insumos nocivos das formulações, entre outras iniciativas.

Em consonância com o item Cidades e Comunidades Sustentáveis, a companhia, por sua vez, investe na inovação; um exemplo se dá com o desenvolvimento de produtos mais duradouros que ajudam a preservar edifícios e locais históricos.

O objetivo referente à Ação Climática é contemplado pelo compromisso assumido em 2017, a partir do qual a fabricante deverá se tornar uma empresa neutra em carbono até 2050.

“Para isso, estamos transformando ambições em ações, comprometendo-nos a reduzir as emissões de carbono pela metade até 2030”, diz.

A companhia também desenvolve soluções que possam ajudar a reduzir as emissões de carbono.

Exemplos são produtos de baixa temperatura de cura, soluções de origem renovável, formulações à base de água e produtos mais duradouros.

Por fim, o item Parcerias e Meios de Implementação ecoa em várias frentes na AkzoNobel por meio de sua colaboração com ONGs e a atuação em diversas ações sociais.

E por falar em parceiros, a fabricante e a startup Green Mining criaram um programa de recompensas para incentivar a reciclagem de embalagens de tintas; a ideia é bonificar a entrega de baldes e latas vazias, com pontos a serem trocados por brindes.

Reforçando a economia circular, a empresa apresentou ao mercado recentemente uma embalagem composta por 88% de plástico reciclado.

Além disso, a startup mineira Aterra está implementando uma plataforma de marketplace que auxiliará a AkzoNobel a gerenciar todo o processo da gestão à destinação final de resíduos.

Segundo Elaine, essa iniciativa está alinhada às metas de sustentabilidade da companhia, cujo objetivo é, em 2030, diminuir em 50% a emissão de carbono e em 30% o uso de energia; além de adotar 100% de energia renovável e reutilizar 100% da água e dos resíduos em suas fábricas ao redor do mundo.

O caminho já começou a ser traçado. A ReviveR, a estação de tratamento de efluentes da unidade de Mauá-SP, submete a água a processos físico, químico e biológico de purificação, viabilizando sua reutilização na produção de tintas e revestimentos.

“Com isso, a AkzoNobel consegue, hoje, reutilizar 100% da água gerada na fabricação de tintas”, destaca Elaine. Esse projeto absorveu investimentos de R$ 13 milhões.

A empresa também liderou a transição do uso de esmaltes base solvente para base água no mercado de tintas decorativas.

Hoje, 100% das tintas para paredes da fabricante tem base água. O desafio agora são os esmaltes e vernizes, utilizados sobretudo em superfícies de metal e madeira.

“Esse, com certeza, é um paradigma que muitos podem se deparar, uma vez que é difícil imaginar um produto com essa tecnologia para esses materiais, que normalmente se degradariam com água”, explica Elaine.

Vale dizer que a degradação acontece se não houver a proteção adequada e as manutenções com os intervalos indicados.

Elaine conta que a companhia busca desenvolver produtos que tenham uma alta performance, qualidade e durabilidade, que consequentemente sejam mais amigáveis ao meio ambiente e que agreguem uma valor maior para a empresa.

Exemplos ficam por conta de tintas e revestimentos formulados para que sejam necessárias menos camadas até que se alcance a cobertura ideal e perfeita.

Participação efetiva- Cofundadora do Pacto Global da ONU, a Basf contribui para a execução da agenda 2030 das Nações Unidas de forma contínua.

Viana conta que, em relação aos 17 ODS, a companhia priorizou os itens Fome Zero; Igualdade de Gênero; Água Limpa e Saneamento; Energia Acessível e Limpa; Emprego Digno e Crescimento Econômico; Indústria, Inovação e Infraestrutura; Consumo e Produção Responsáveis e Combate às Alterações Climáticas.

“A sustentabilidade está ancorada em nossa estratégia e governança corporativa”, destaca Viana.

O programa Zero Aterro é um exemplo dessa postura; a proposta é eliminar o envio de resíduos gerados, direta ou indiretamente, para aterros industriais e sanitários.

O projeto vem sendo adotado no Complexo Industrial de Tintas e Vernizes de São Bernardo do Campo-SP e na fábrica de Jaboatão dos Guararapes-PE.

“Com essas alternativas mais sustentáveis para a destinação de resíduos sólidos, a taxa de reciclagem de resíduos da Basf no Brasil passou de 85% no ano passado”, divulga Viana.

Em junho deste ano, com o objetivo de aumentar a circularidade de materiais, a empresa iniciou o projeto de compostagem interna de resíduos no site de Guaratinguetá-SP.

Além disso, ações da companhia para diminuir o consumo de água por tonelada produzida já alcançaram a redução de 58% em 19 anos na América do Sul.

A unidade de Indaiatuba-SP, por sua vez, em janeiro do ano passado, adotou o projeto Smart Reuse.

Com ele, em vez de utilizar água deionizada, a companhia desenvolveu um sistema de recirculação que tornou possível reutilizar água de lavagem e economizá-la no processo.

“A implementação deste projeto gerou redução de 17% no consumo absoluto de água de 2019 para 2020”, afirma Viana.

Outra iniciativa é a Together for Sustainability, da qual a Basf participa ao lado de outras empresas.

A ideia é avaliar e melhorar o desempenho de sustentabilidade dos fornecedores da cadeia química, com base em princípios como os previstos no Pacto Global da ONU.

Os efeitos foram positivos.

“Realizamos melhorias para otimização de processos que reduziram em 23% o consumo de gás natural”, diz Viana.

A companhia dispõe de diversas condutas em suas plantas produtivas para reduzir ao máximo os impactos ambientais.

Entre elas está o projeto Triple E (Excelência em Eficiência Energética), cujo objetivo é melhorar os índices energéticos e de sustentabilidade, além de aumentar a competitividade da companhia na América do Sul.

Um de seus resultados se trata da recomendação para a certificação internacional ISO 50001 na unidade de São Bernardo do Campo.

Segundo Viana, este reconhecimento atesta que a empresa possui políticas para uso consciente de energia e estabelece sistemas e processos de eficiência energética no uso e no consumo.

Ainda na unidade de São Bernardo do Campo foi adotado o programa Suvinil + Ecoeficiente, com a consultoria da Fundação Espaço ECO, instituída e mantida pela Basf.

Henrique Moreira Ramos, gerente de marketing de produtos Suvinil e Glasurit, conta que a diminuição da emissão de compostos orgânicos voláteis (VOC) na fabricação de produtos Suvinil faz parte desse programa.

Química e Derivados - Indústria se esforça para alcançar os objetivos da ONU para sustentabilidade - Tintas e Revestimentos ©QD Foto: iStockPhoto
Henrique Moreira Ramos, gerente de marketing de produtos Suvinil e Glasurit

“Em oito anos de atividades, o projeto já evitou, por meio de melhorias aplicadas, a emissão de 3,29 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera”, afirma.

Dados de 2019 indicam que a redução de pegada de carbono (emissões de CO2 em toda a cadeia produtiva) foi de 3%; além disso, o consumo de energia elétrica diminuiu em 20%, enquanto o de gás natural em 26% e o de água desmineralizada em 6%, entre outros.

“Houve também diminuição do consumo de dióxido de titânio, insumo utilizado na produção de tintas, que impacta positivamente em termos de mudanças climáticas”, acrescenta Ramos.

Desde 2002, embalagens de PET pós-consumo são usadas como fonte de ingredientes para a produção dos principais esmaltes e vernizes da Suvinil.

Com isso, cerca de 35 milhões de garrafas plásticas são retiradas do meio ambiente por ano.

“Também se reduz proporcionalmente a geração de efluentes, ou seja, a água produzida pela reação de polimerização”, afirma Ramos.

Segundo ele, foram reaproveitadas mais de 600 milhões de garrafas que seriam descartadas, e reduziu-se o consumo de petróleo, que antes era a base da matéria-prima utilizada na produção dos vernizes e esmaltes da marca. Estes dados são de pesquisa realizada em 2018.

Outra mostra da sua postura ambiental está no portfólio. São diversos os produtos considerados amigáveis ao meio ambiente, seja pelo fato de adicionar à tinta aspectos sustentáveis, como a redução de VOC e a substituição de produtos com alquilfenóis etoxilados (APEO), ou pela utilização de matérias-primas oriundas de fontes renováveis.

Viana destaca o Dispex Ultra PX 4575, um dispersante base água para pigmentos concentrados que, segundo ele, é referência de desempenho para pigmentos inorgânicos e orgânicos, além de ser isento de VOC.

Outro exemplo fica por conta do dispersante/umectante Dispex Ultra FA 4416. O produto utiliza algumas matérias-primas de fonte renovável e é APEO-free.

No mercado decorativo, a oferta de aditivos que permitem a formulação de tintas à base de água ou isentas de metais pesados está crescendo.

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Fábrica adotou conceito de produção ecoeficiente há 8 anos

Segundo Viana, isso se dá não só porque houve um entendimento quanto à necessidade de ter um compromisso com a saúde humana e o meio ambiente, mas também por causa da redução de despesas com manuseio de produtos perigosos e inflamáveis, que oneram o processo produtivo.

Em relação aos produtos base água, Viana enfatiza que tintas, esmaltes e vernizes desse tipo têm a mesma garantia de desempenho que os de base solvente, pois desde os primeiros produtos base água, houve um avanço muito grande em aderência, cobertura e qualidade das soluções.

O desafio, no entanto, está na comunicação e na disseminação de informações que destaquem as suas vantagens para os consumidores e profissionais de pintura, pois estes ainda têm preferência por formulações base solvente.

À sua maneira – Na indústria de tintas, boa parte da pesquisa e do desenvolvimento de produtos se conecta às demandas de sustentabilidade, como relatou Douver Gomes Martinho, presidente da Universo Tintas e Vernizes.

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Douver Gomes Martinho, presidente da Universo Tintas e Vernizes

“Investimos para ter produtos com impacto ambiental minimizado, reduzindo o uso de matérias-primas, energia e água, e ao mesmo tempo aumentando a eficiência da produção”, resume.

Mas, ainda assim, empresas de médio porte nacionais, como a Universo Tintas e Vernizes, em alguma medida, encontram dificuldades para colaborar formalmente com a agenda da ONU, pois têm restrições de investimentos em determinadas áreas.

“É preciso se preparar para ter condições de assinar o compromisso do Pacto Global”, explica Martinho.

No entanto, com expectativas de integrar o rol de signatários dos ODS, a companhia adota práticas condizentes com as diretrizes estabelecidas.

Entre os objetivos, Martinho diz atuar em alguns deles como: Erradicação da Pobreza, Água Potável e Saneamento, Trabalho Decente e Crescimento Econômico, Indústria Inovação e Infraestrutura, Consumo e Produção Responsáveis e Paz, Justiça e Instituição Eficazes.

Sobre as ações na prática, uma delas diz respeito à sua estação de tratamento de efluentes, que trata a água residual da produção, antes de descartá-la na rede de água.

Além disso, são realizadas constantemente análises físico-químicas para monitorar a eficiência do processo.

Os resíduos gerados durante a produção da linha de esmaltes e vernizes base solventes são recuperados.

“Evitamos desperdício de recursos e perdas de processo, atendendo às orientações de geração de novos produtos como indicado na economia circular, além de não gerar descarte de resíduos perigosos”, comenta Martinho.

Vale mencionar que a empresa também apresenta inciativas voltadas para a destinação correta das embalagens de tintas pós-consumo.

Por sua vez, os resíduos da estação de tratamento de sólidos e efluentes são destinados para aterros sanitários ou recicladores, ambos devidamente legalizados e com rastreabilidade do destino final.

Martinho destaca que neste processo são adotadas medidas para minimizar o esforço repetitivo durante as movimentações operacionais, favorecendo a ergonomia no ambiente de trabalho, reduzindo as movimentações de equipamentos dentro da fábrica e os riscos de acidentes.

Entre as inovações, destaque para o desenvolvimento das tintas higiênicas para aplicações em ambiente hospitalar, cozinhas industriais e quartos de bebês, entre outros.

O produto tem a característica de eliminar as bactérias que entram em contato com a superfície pintada, mediante a incorporação de um composto à base de prata na composição da tinta.

A formulação age contra as bactérias Staphylococcus aureus, Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa.

Martinho comenta ainda que a companhia tem se dedicado à produção das tintas à base de água. “Mesmo nos esmaltes à base de solvente, as emissões vêm se reduzindo substancialmente, com a utilização de solventes de última geração, com características mais amigáveis”, ressalta.

São 77 anos de presença no mercado.

Ao longo dessa trajetória, foram vários os caminhos rumo às práticas sustentáveis.

Martinho enfatiza que todos os produtos do portfólio atendem aos compromissos relacionados ao meio ambiente e, como exemplo, cita a regulação que impede o uso de pigmentos de chumbo nas tintas decorativas e os limites para a concentração de compostos orgânicos voláteis.

Em 2020, por conta do aquecimento da demanda, a Universo Tintas e Vernizes investiu em novos tanques e máquinas de envase de tintas com tecnologias atualizadas.

“Estes equipamentos são mais eficientes no consumo de energia e na produtividade”, atesta Martinho.

Em prol do ambiente – A Sayerlack também não é ainda signatária dos ODS, mas nem por isso deixa de colaborar com práticas ambientalmente aceitas.

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Marcelo Cenacchi, diretor-geral da Sayerlack

“Concordamos com todos os 17 ODS e, na verdade, já direcionamos nossas ações desta forma”, diz Marcelo Cenacchi, diretor-geral da Sayerlack.

Ele explica que a companhia opera com a premissa de desenvolver novas e melhores soluções que devem trazer performance, ganho de qualidade e, principalmente, pouco ou nenhum impacto ambiental.

Segundo ele, a companhia busca usar materiais que sejam reaproveitados e/ou recicláveis, além de reduzir ou eliminar a geração de resíduos.

A sua estação de tratamento de efluentes (ETE), apesar de ter sido criada há alguns anos, é um exemplo dessa postura.

A água utilizada para resfriar equipamentos, nos banheiros e no restaurante, por exemplo, é toda tratada em um sistema químico e biológico; ela passa por filtros e um tanque de decantação para depois ir para uma lagoa com peixes e só após todo este processo volta para o ambiente.

Não por acaso, ele acredita que as tendências apontam para tecnologias que não usem solventes e nem matérias-primas contaminantes ou contenham metais pesados.

Aliás, na companhia, grande parte da produção é de itens à base de água ou com cura por ultravioleta (UV), que evitam o uso de solvente derivado de petróleo.

“No caso dos produtos base água, o diluente a ser usado é a água, então não existe evaporação de solventes e, nas tintas UV, o sistema de cura ‘seca’ toda a tinta”, explica.

Cenacchi conta que a Sayerlack cria quase dez fórmulas por dia e todos os desenvolvimentos estão direcionados para atender às demandas ambientais e oferecer as melhores soluções aos clientes.

Segundo ele, há um cuidado também em relação aos colaboradores e seus dependentes para terem acesso a ensino de qualidade e condições para que tenham boa saúde e bem-estar social.

“Prezamos ainda o bom uso da água, sem desperdício, buscamos fontes de energia limpa, oferecemos trabalho decente e que gere crescimento econômico; constantemente buscamos produzir e consumir materiais de forma consciente e sem desperdício e muitas outras ações que estão alinhadas com os ODS”, conclui.

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Tabela – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

1.Erradicação da Pobreza
2.Fome Zero e Agricultura Sustentável
3.Saúde e Bem Estar
4.Educação de Qualidade
5.Igualdade de Gênero
6. Água Potável e Saneamento
7. Energia Acessível e Limpa
8. Trabalho Decente e Crescimento Econômico
9. Indústria Inovação e Infraestrutura
10. Redução das Desigualdades
11. Cidades e Comunidades Sustentáveis
12. Consumo e Produção Responsáveis
13. Ação Contra a Mudança Global do Clima
14. Vida na Água
15.Vida Terrestre
16. Paz, Justiça e Instituições Eficazes
17. Parcerias e Meios de Implementação

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