Petroquímica

Segurança: Software usa análise de risco para gerenciar manutenção

Quimica e Derivados
27 de setembro de 2003
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    Greggianin explicou que a Copesul opera suas unidades dentro do conceito de sustentabilidade dos negócios e do desenvolvimento sustentável, agregando valor para as três partes: empresa, sociedade e meio ambiente. Tal metodologia de inspeção baseada em risco está vinculada com a segurança e continuidade operacional e a proteção ambiental. Também a política do serviço próprio de inspeção de equipamentos é alinhada com esse conceito. O objetivo é garantir a integridade física dos equipamentos estáticos, preservar o nível de segurança das pessoas e das instalações.

    Química e Derivados: Segurança: Copesul ampliou segurança operacional com programa

    Copesul ampliou segurança operacional com programa.

    O Rb.eye emprega a metodologia do RBI (Risk Based Inspection) e permite a criação de sub-equipamentos, uma forma de analisar cada dispositivo oferecendo tratamento diferenciado em partes específicas, pois diferentes riscos podem existir em um mesmo equipamento. A coleta de dados é feita por especialistas do Bureau Veritas, em consulta a documentos relacionados aos equipamentos em análise, entre os quais folhas de dados e especificações das plantas de locação. Para se chegar a um plano de inspeção em que os equipamentos são priorizados em função do risco, o RBI Petroquímico leva em conta dados de projeto como material de construção, espessura, temperatura, pressão, revestimento, processo, fluidos envolvidos, composição da corrente, contaminantes, tipo de monitoramento e histórico das inspeções realizadas.

    O software do Bureau Veritas mantém relatórios sinalizados em código de cores indicando ao usuário se a perda de espessura do equipamento é menor ou maior do que o limite para sua retirada de operação. Esses documentos visualizam tanto dados de processo como fluido, temperatura e pressão, localizando com exatidão o ponto de risco em sua matriz.

    Eduardo Prestes, do Bureau Veritas, avalia que a globalização trouxe às indústrias do setor uma nova realidade. Com barreiras alfandegárias abertas, as companhias brasileiras têm se deparado com um mercado cada vez mais competitivo, o que torna difícil o aumento do percentual de rentabilidade. “Investir na manutenção dos equipamentos fabris não é apenas uma questão de segurança. Tornou-se também uma estratégia para garantir um melhor desempenho da indústria por um menor custo”, comentou Prestes.



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