SBM Offshore convida a desenvolver tecnologia contra corrosão em plataformas de óleo e gás

A SBM Offshore – especializada em design, fornecimento, instalação e operação de soluções flutuantes de produção para o setor de energia offshore – e a Fábrica de Startups desafiam os especialistas a desenvolver uma solução de detecção de corrosão em plataformas marítimas mediante aplicação de visão computacional, segmento da inteligência artificial voltado para reconhecimento de imagens. A ideia é criar um algoritmo capaz de identificar e diagnosticar em tempo real anomalias associadas à corrosão de ativos offshore, como tubulações e equipamentos. Além de ser mais rápido, esse processo é mais eficiência, pois reduz a subjetividade da avaliação feita em inspeções presenciais. As inscrições serão admitidas até o dia 11 de setembro e devem ser feitas na página: https://inscricoes.fabricadestartups.com.br/ocean-code-sbm/.

As empresas promovem um hackathon: evento que reúne programadores, engenheiros, designers, entre outros em uma intensa maratona de trabalho com o
objetivo de criar soluções específicas para um problema. O melhor desenvolvimento receberá um prêmio de R$ 30 mil e a possibilidade de fechar um contrato com a SBM Offshore. Além disso, a iniciativa tem como atrativo para os participantes a oportunidade de networking com representantes do setor e mentoria técnica dedicada com profissionais altamente gabaritados.

Podem participar do certame tanto startups já estruturadas quanto talentos da área tecnológica que trabalharão em grupos para resolver esse desafio. O programa terá duração de 30 dias, organizado em ciclos com base na metodologia Scrum, que divide o serviço em conjuntos de tarefas para auxiliar o time a se organizar e gerenciar melhor as atividades.

Atualmente, o gerenciamento de corrosão em uma plataforma flutuante é um trabalho bastante intenso, que requer inspeções longas na embarcação. Como a
corrosão é um processo dinâmico que pode evoluir rapidamente se não houver mitigação, a frequência dessas inspeções também deve ser bastante alta para um
acompanhamento seguro da integridade dos ativos. Com o novo método promovido pela SBM Offshore, esse acompanhamento passará a ser feito automaticamente pelo algoritmo, que pode ser integrado on edge, ou seja, diretamente em câmeras a bordo, e até mesmo drones e robôs.

Em um primeiro momento, a inovação será utilizada para identificar e diagnosticar pontos de corrosão nas plataformas marítimas, mas há planos para ampliar o uso da técnica no futuro, por exemplo, no reconhecimento de situações não-seguras para a tripulação, ou em atividades rotineiras como a leitura de medidores.

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