Notícias

Saneamento: Obras são prioritárias, mas verbas atrasam

Hamilton Almeida
27 de setembro de 2003
    -(reset)+

    Entre os projetos que estão buscando recursos do BNDES figuram os seguintes: programas de despoluição da Baía da Guanabara e do rio Paraíba do Suil; despoluição de parte do rio Tietê; e rede de esgoto para a Baixada Santista. Para a expansão da rede de água e esgoto de Manaus, o banco financia R$ 65,7 milhões, o que beneficiará 1,5 milhão de habitantes. O projeto prevê o aumento de 63,3% para 95,1% na cobertura de abastecimento de água tratada na capital do Amazonas e a elevação do índice de coleta de esgoto para 12,6% (hoje coleta-se apenas 2,9% do esgoto produzido).

    Miceli acredita que o setor necessitará, nos próximos 10 anos, de R$ 40 bilhões, para que se atinja um nível de tratamento de 80% dos esgotos do país e o abastecimento de água cubra cerca de 95% dos domicílios. Nesse segmento, o BNDES trabalha com a certeza de que “a ampliação da infra-estrutura promove redução de custos, aumento da produtividade, aprimoramento da qualidade dos bens e serviços da estrutura produtiva e consolidação da integração regional”. Ao definir sua linha de atuação, o BNDES partiu da concepção de que a oferta de serviços nesse setor deve caminhar na frente da demanda, para não se tornar fator de interrupção de um novo ciclo de crescimento, como aconteceu com a crise de energia em 2001.



    Recomendamos também:








    0 Comentários


    Seja o primeiro a comentar!


    Deixe uma resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *