Resinas – Compósitos projetam avanços

Perspectivas 2021

Resinas - Compósitos projetam avanços - Perspectivas 2021 ©QD Foto: iStockPhoto

Sem traduzir em números suas perspectivas, Erika Aprá, presidente da Almaco (Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos), crê em crescimento dos negócios durante este ano do setor representado pela entidade que dirige.

“A energia eólica continuará aquecida, e a construção civil ainda deve puxar o crescimento. Vêm a seguir os setores automotivo e de transporte, e um pouco mais atrás a infraestrutura”, detalha Erika, referindo-se aos mercados que mais devem elevar sua demanda por compósitos.

A partir do comportamento desses mercados, ela projeta maior expansão, na produção de compósitos, do uso das resinas epóxi (muito empregadas nos geradores de energia eólica), das fenólicas, que têm propriedades antichamas, e do poliéster, cujo custo é mais atrativo.



De acordo com Erika, passado o baque inicial da pandemia, em meados do ano passado teve início uma acentuada recuperação dos negócios do setor, porque muita gente alocou recursos antes destinados a viagens ou troca de carros na construção e na reformas de imóveis, por exemplo, em piscinas, usuárias de compósitos.

“Nunca se vendeu tanta piscina como nos últimos meses”, comentou.

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Erika Aprá, presidente da Almaco (Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos)

Os meses bons, ressalta a presidente da Almaco, basicamente compensaram os meses com desempenho ruim.

“Mas isso deixa uma perspectiva muito positiva para 2021”, ela pondera.

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