Resinas: Acrílico investe na produção de móveis de uso corporativo

A quantidade de chapas de acrílico comercializadas este ano no Brasil deverá ser similar à registrada em 2021, quando foram colocadas no mercado 9,7 mil toneladas dessas chapas, prevê João Orlando Vian, consultor-executivo do Instituto Latino-Americano do Acrílico (Ilac).

“O volume do ano passado foi 6% inferior ao de 2020, quando o setor contou com um mercado antes inexistente: as barreiras de proteção contra Covid-19, que depois perderam relevância”, observa.

Retraiu-se muito um mercado fundamental para essas chapas: a comunicação visual, tradicionalmente responsável por quase dois terços dos negócios do setor, hoje afetada não apenas pela pandemia, mas pela expansão do e-commerce.

“O que tem segurado nossos volumes é a produção de móveis corporativos, utilizados em lojas de redes de varejo e em shopping centers”, destaca.

Para ampliar seu potencial de geração de negócios nesse mercado dos móveis corporativos, alguns produtores passaram a disponibilizar também as chamadas “superfícies sólidas”, nas quais resina acrílica é formulada com minerais, tornando as chapas menos sujeitas a riscos.

Resinas - Acrílico investe na produção de móveis de uso corporativo ©QD Foto: iStockPhoto
João Orlando Vian, consultor-executivo do Instituto Latino-Americano do Acrílico (Ilac)

“Também cresceu bastante nos últimos dois anos a decoração residencial, que tem volumes menores, mas deve seguir em consolidação”, destaca o dirigente do Ilac.

 

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