Petróleo & Energia (gás, refino e gasolina)

Petróleo – Recôncavo quer ampliar tratamento da Petrobras

Jose Valverde
15 de fevereiro de 2009
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    A chamada “rodadinha”, que estava prevista para dezembro, junto com a 10ª Rodada de Leilões, foi adiada para abril justamente pela falta do que oferecer. A oferta estaria reduzida a 18 campos do Recôncavo não arrematados nos leilões anteriores, todos considerados “raspados”. Oficialmente, a ANP alegou que o adiamento se devia à necessidade de estabelecer melhor entendimento com o Ibama, a fim de evitar eventuais interrupções quando a produção fosse restabelecida, por motivos de proteção ao ambiente. “A ANP não quer implicações ambientais”, comunicou um técnico da agência. “Queremos que a autoridade ambiental estabeleça antecipadamente quais seriam as condicionantes e exigências”, arrematou. A plateia fingiu que acreditou.

    Química e Derivados, Haroldo Lima, Presidente da ANP, Petróleo

    Haroldo Lima quer convencer governo federal a indenizar a Petrobras

    Em outra ocasião, na Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), o presidente da ANP, Haroldo Lima, disse a esta revista que está empenhado em convencer o governo federal a indenizar a Petrobras, em troca da devolução de campos declinantes. Ele costuma citar os bons resultados de outros países para defender a “imprescindibilidade” de impulsionar a incipiente atividade das pequenas petroleiras.

    Lima avalia que 157 campos, com aproximadamente 3 mil poços, poderiam a princípio ser devolvidos à ANP. Ressalva, entretanto, que cabe à Petrobras decidir quando um campo realmente se torna subcomercial e, consequentemente, deve ser tamponado e devolvido, como reza a Lei do Petróleo.



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