Perspectivas para o mercado de chapas acrílicas

Perspectivas 2021: acrílico busca manter vendas

Química e Derivados, Orlando Vian, consultor executivo do Indac
Orlando Vian, consultor executivo do Indac

Caso consiga este ano colocar no mercado volume de produtos similar ao de 2020, o mercado de chapas acrílicas terá obtido um “bom resultado”, avalia João Orlando Vian, consultor executivo do Indac (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico).

Esse volume somou, no ano passado, 10,5 mil toneladas de chapas (50,6% importadas), total 11,4% superior ao de 2019. “A importação cresceu muito no final do ano, e grande parte do que foi importado ainda não foi comercializado, até por isso, não deve haver crescimento este ano”, pondera Vian.

Segundo ele, o acrílico seguirá disputando espaço na indústria das barreiras de proteção sanitária (especialmente as mais sofisticadas). Em contrapartida, paulatinamente diminuirá seu principal mercado: a comunicação visual, hoje responsável por cerca de 70% da demanda.

“Crescem as vendas online e as peças de comunicação visual são destinadas a lojas”, justifica Vian. “Mas aposto na expansão do acrílico na indústria moveleira e, no longo prazo, na construção civil, mercado que nos Estados Unidos já recebe 30% das chapas, mas ainda é incipiente por aqui”, projeta.

No Brasil, diz Vian, atuam quinze produtores de chapas de acrílico, com capacidade instalada total de 20 mil t/ano. “Em média, eles trabalham com 80% de ociosidade”, ressalta.

Química e Derivados - Resinas - Acrílico busca manter vendas - Perspectivas 2021 ©QD Foto: iStockPhoto

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