Perspectivas 2014 – Infraestrutura – Investimentos devem crescer 3,5% e participação privada promete se consolidar

Um resumo das principais obras por setor:

• Óleo e gás
– Desenvolvimento da produção na Bacia de Santos. Execução de projetos integrados de produção e escoamento de petróleo e gás natural. Iniciado em janeiro de 2007, tem previsão de conclusão em janeiro de 2020, a um custo total de R$ 277.396.560.000,00. O prazo de conclusão foi reajustado em três anos.
– UN-ES – Desenvolvimento da produção no Espírito Santo. Projetos para exploração e produção de petróleo e gás natural. Obra iniciada em 2007 com término previsto para 30 de junho de 2014. Custo total: R$ 51.393.450.000,00. O prazo foi estendido em seis meses, em relação à pesquisa do ano anterior, e o valor também foi alterado (cerca de R$ 43,9 bilhões pela última estimativa).
– Refinaria Premium (1ª e 2ª Fases). Construção de refinaria em uma área de 20 km², no Maranhão. A previsão de início foi postergada de janeiro de 2013 para julho de 2016. O término está previsto para o final de 2019. Obra orçada em R$ 40.200.000.000,00.

• Transportes
– Trem de Alta Velocidade – Trecho Campinas/São Paulo/Rio de Janeiro. O início da construção do trecho de 520 km está previsto para agosto de 2014. A conclusão da ferrovia está marcada para dezembro de 2019. Custo estimado: R$ 34.600.000.000,00.
– Superporto no Espírito Santo. Construção de um novo porto de águas profundas no litoral capixaba. Início previsto: novembro/2013. Conclusão: dezembro/2015. Custo estimado: R$ 20,67 bilhões.
– Ferrovia Minas-Bahia. Ligará Belo Horizonte (MG) a Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (BA). O início da obra está previsto para janeiro de 2015. Conclusão: setembro de 2018. Custo estimado: R$ 10,6 bilhões.
– Ferronorte – Ferrovia Cuiabá/Santarém. Implantação da ferrovia ligando os estados de Mato Grosso e Pará para escoar entre 15 e 20 milhões de toneladas de grãos. Ainda sem previsão de início e término. O custo está orçado em R$ 10 bilhões.

• Energia
– Usina hidrelétrica de Belo Monte. Será a terceira maior do mundo. Em construção no rio Xingu, no estado do Pará, desde março de 2011. A capacidade instalada será de 11.233 MW. A conclusão está prevista para janeiro de 2019. Custo estimado: R$ 29 bilhões.
– Usina hidrelétrica São Luiz do Tapajós. Vai gerar 7.800 MW, também no Pará. O início está previsto para março de 2015. Conclusão: fevereiro de 2021. Valor estimado: R$ 18.159.930.000,00.
– Usina hidrelétrica Santo Antônio. No rio Madeira, em Rondônia, terá potência instalada de 3.150,4 MW. Orçada em R$ 16 bilhões, está em construção desde fevereiro de 2011 e tem conclusão prevista para maio de 2015.
– Usina hidrelétrica Jirau. Em construção desde 2009, no rio Madeira, também em Rondônia, com capacidade instalada de 3.300 MW. A conclusão está prevista para junho de 2015, com um custo estimado de R$ 13,14 bilhões.

• Indústria
– Carajás Serra Sul – Mina S11D. Desenvolvimento de mina e usina de processamento, na serra sul de Carajás, no Pará. Obra iniciada em agosto de 2012 e com conclusão prevista para setembro de 2016. Custo: R$ 17.128.697.300,00.
– Siderúrgica Wisco. Instalação de usina no Complexo Logístico e Portuário do Açu, no Rio de Janeiro. Obra ainda em projeto, sem datas de início e término. Custo estimado: R$ 10 bilhões.
– Companhia Siderúrgica de Ubu (CSU). Construção de usina com capacidade de produção de 5 milhões de toneladas de placas de aço anuais, no Espírito Santo. Início projetado para janeiro de 2015 e conclusão para setembro de 2016. Custo estimado: R$ 9.858 milhões.
– Complexo Industrial do Superporto do Açu – siderúrgica e pelotizadora Ternium. Usina de placas de aço a ser instalada na retroárea industrial do superporto do Açu, no Rio de Janeiro. Não há previsão para início e término. A obra está avaliada em R$ 8 bilhões.
– Planta de Beneficiamento de Minério – Anglo American. Abertura da mina, em Minas Gerais, que será responsável pelo processamento do minério antes de ele ser transportado até o superporto do Açu. Em obras desde o final de 2011, com conclusão prevista para dezembro de 2014. Custo estimado: R$ 8 bilhões.
– Mineroduto Minas-Rio. Obra com 525 km de extensão, que ligará a unidade de beneficiamento de minério da Anglo American ao porto de Açu. Em construção desde 2009 e com conclusão prevista para junho de 2014. Custo: R$ 6 bilhões.

• Saneamento
– Cinturão das Águas no Ceará (CAC) – Trechos II/III/IV/V e VI. Não há previsão para início e término de construção das adutoras. Custo estimado: R$ 5,5 bilhões.
– Programa Água da Gente em Minas Gerais. Obras de melhoria e ampliação de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, incluindo o tratamento do esgoto. Com um custo estimado em R$ 4,5 bilhões, está em execução desde setembro de 2012. Conclusão prevista: dezembro de 2016.
– Obras de saneamento na Zona Oeste do município do Rio de Janeiro. A ETE tem previsão de início de construção para abril de 2014. A conclusão deverá acontecer em dezembro de 2016 a um custo total de R$ 3 bilhões.
– Programa permanente de redução de perdas de água em São Paulo. A redução dos vazamentos de águas nas redes de distribuição está em execução desde janeiro de 2009. Conclusão prevista para janeiro de 2016 a um custo total de R$ 3 bilhões.
– Programa Vida Nova em São Paulo – Recuperação de mananciais. Objetivo: melhoria e preservação dos reservatórios de água da região metropolitana de São Paulo e recuperação de mananciais. Em obras desde dezembro de 2010. Conclusão projetada para dezembro de 2015 a um custo total de R$ 3,7 bilhões.

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