Química

Perspectivas 2013 / Comércio – Cenário favorável aos negócios permitirá recuperar lucratividade

Marcelo Fairbanks
11 de março de 2013
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    Resíduos sólidos – A aprovação, em 2012, da Política Nacional de Resíduos Sólidos colocou o setor em estado de alerta. Ainda vai levar alguns anos até que a distribuição química tenha a necessidade de se adaptar compulsoriamente às determinações oficiais, entre as quais se destaca o recolhimento e a destinação final das embalagens usadas de produtos. As normas oficiais impõem aos fornecedores a obrigação de retirar esses materiais e dar a eles um uso adequado, respeitando a legislação ambiental.

    “Temos bastante tempo ainda, mas devemos nos preocupar desde já com a logística reversa, especialmente dos tambores”, ponderou Medrano. Ele salientou que a indústria de tintas já firmou um acordo para lidar com as latas pós-consumo, e essa atitude deve se estender pela cadeia.

    Um dos efeitos imediatos é a adoção crescente dos IBCs, os contêineres especiais para produtos químicos. Com maior volume armazenado por unidade e maior facilidade de reutilização, essa modalidade apresenta vantagens logísticas consideráveis, mas seu preço ainda superior aos tambores é apontado como limitação ao uso mais amplo. Medrano observa que tanto o distribuidor quanto o cliente devem estar preparados para lidar com os IBCs. “Eles precisam ter, pelo menos, uma boa empilhadeira para movimentar o IBC”, comentou. Já existem empresas especializadas na limpeza dos contêineres para uso posterior, dentro das normas ambientais, mas, caso aumente a demanda, será preciso ampliar essa prestação de serviços.



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