Química

Perspectivas 2010: Petroquímica – Ano começa animado, com previsão de bons negócios e anúncio de consolidação setorial

Marcelo Fairbanks
15 de janeiro de 2010
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    O segundo pilar está ligado ao comércio exterior. O pacto precisa de defesas contra as práticas de concorrência desleal, incluindo os dumpings social e comercial. O monitoramento da taxa cambial se faz necessário, bem como o acompanhamento do superávit comercial, para não destruir a economia interna do país. O terceiro pilar é a geração de tecnologia nacional e de inovações, mediante apoio intensivo às instituições de pesquisa, especialmente nos projetos de química verde. O quarto pilar é o fortalecimento da cadeia produtiva e envolve: oferecer crédito para a expansão do consumo e da produção, evitar a guerra fiscal entre estados e com outros países, além de desonerar de tributos as cadeias produtivas, proporcionando mais clareza e segurança para os investidores. “Indústria e governo devem iniciar um diálogo intenso sobre esses temas”, salientou.

    “A inovação é que antes, nos tempos do Geiquim e do CDI, só o governo fazia os projetos petroquímicos; agora é a indústria que oferece dados e projetos, assume compromissos e aponta as condições para viabilizá-los”, destacou Pedro Wongtschowski. A entidade defende os interesses do setor, mas algumas das propostas são universais, trazendo benefícios para todos os demais setores, como é o caso dos investimentos em logística.

    Segundo os dirigentes, o governo federal está formando um grupo de trabalho para montar uma proposta de política industrial, o que seria um momento histórico, comparável à criação do primeiro Plano de Desenvolvimento Econômico(PND).



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