Química

Papel e celulose: Técnica controla teor de halogenados na celulose

Quimica e Derivados
13 de fevereiro de 2000
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    Uma comparação dos resultados do OX das experiências nas Tabelas 7 e 8 permite tirar a conclusão que o OX é influenciado pelo número de estágios D e os valores do pH no estágio D e pela intensidade do tratamento com peróxido de hidrogênio. Novamente a pequena quantidade de ozônio tem um efeito significativo sobre o OX residual e a sua facilidade de remoção. (Ou: O envelhecimento da pequena quantidade de ozônio tem um efeito significativo sobre o OX residual e a sua facilidade de remoção). Nos casos em que se objetiva um OX muito baixo, a combinação da aplicação do O3 e ClO2, tanto na forma de um só estágio, como na forma de dois estágios separados, é a melhor garantia para atingir um OX baixo e ao mesmo tempo obter alto brilho.

    Os autores

    Química e Derivados, Hans Ulrich Suess, diretor de tecnologia aplicada da Degusa AG, César Laporini Filho é responsável por tecnologia de aplicação de H2O2 na Degussa Brasil,Kurt Schmidt, engenheiro químico, é gerente de tecnologia aplicada na Degussa AG.

    Hans Ulrich Suess, César Laporini Filho, Kurt Schmidt

    A partir da esquerda: Hans Ulrich Suess, diretor de tecnologia aplicada da Degusa AG, é químico, pós-graduado em química orgânica, trabalha na empresa desde 1978 nas áreas de atendimento ao consumidor e desenvolvimento de branqueadores, com ênfase no uso de peróxido de hidrogênio em têxteis e papel e celulose. O químico industrial César Laporini Filho é responsável por tecnologia de aplicação de H2O2 na Degussa Brasil, na qual trabalha há 15 anos. Kurt Schmidt, engenheiro químico, é gerente de tecnologia aplicada na Degussa AG. O presente trabalho foi premiado no congresso da ABTCP de 1999.

    Referências

    [1] M. Cordes-Tolle, A. N. Geller, H. L. Baumgarten; Methoden für die Papierindustrie zur Bestimmung von organischen Halogenverbindungen; Papier, 44, V18 -V 25 (1990)

    [2] H. U. Süss, N. Nimmerfroh; Zur Bildung halogenierter Verbindungen bei der Zellstoffbleiche; Papier 45 (2) 52 – 60 (1991)

    [3] H. U. Süss, N. Nimmerfroh, H. Jakob, W. Korn, K. Schmidt; Maßnahmen gegen Rückstände chlorierter Verbindungen im Zellstoff; Papier 46 (1) 1 – 6 (1992)

    [4] C. A. dos Santos, H. U. Süss, O. Mambrim Filho; Flexibilização da sequência de branqueamento ECF da Bahia Sul Celulose s. a.; 28° Congresso anual de celulose e papel, São Paulo 1995

    [5] H. U. Süss, C. Leporini Filho; ECF Bleaching: Balancing hydrogen peroxide bleaching effects and pulp yield; ABTCP Conference São Paulo, Nov 1997

    [6] A. Maréchal, J. Wood Chem. & Techn. 13 (2), 261 (1993)

    [7] Hans U. Süss, Cesar Leporini Filho; Chemicals demand in ECF bleaching of eucalyptus pulp with extended prebleaching, ABTCP Conference São Paulo, May 1998



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