Petróleo & Energia (gás, refino e gasolina)

O desafio da indústria de óleo e gás 4.0

Cassiano Viana
16 de setembro de 2018
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    Ele destaca que a empresa é um dos patrocinadores da Techweek, que vai ser a grande arena de novas tecnologias, além de ter colaboradores apresentando artigos sobre as inovações desenvolvidas pela Ouro Negro. “Essa forte presença reflete o resultado de nossos investimentos em PDI, assim como a nossa expectativa de contribuir para a retomada do setor com a inserção de soluções inteligentes alinhadas com o conceito da indústria 4.0”, complementa o executivo, que será um dos palestrantes da sessão especial “Instalações offshore: inspeção remota e novas tecnologias” do congresso.

    Costa salienta foco da Ouro Negro em alta tecnologia

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    Integração das redes corporativas – Tecnologia é também o carro-chefe da Cisco, que pretende trazer para a feira uma visão de integração de redes corporativas e operativas, com a requerida segurança cibernética, para assegurar os benefícios operacionais desejados sem colocar em risco a integridade das corporações. “Pretendemos mostrar e discutir como pavimentar o ambiente digital nas áreas produtivas para receber as novas aplicações, inovações e processos que irão colocar o setor de óleo e gás, de forma definitiva, na era digital”, explica Severiano Macedo, consultor de IoT com foco em energia e manufatura, da Cisco Brasil. Destacando que o setor de óleo e gás é estratégico para o Brasil, ele afirma que depois de alguns anos de grandes desafios políticos e econômicos, os grandes projetos do setor não podem mais esperar. “A Cisco está pronta para auxiliar no processo de transformação digital de todo o setor, do poço ao posto”, afirma. Segundo Macedo, a grande tendência a ser destacada na ROG deste ano é “como fazer a aquisição de todos estes dados com eficiência, formatá-los e pré-processá-los perto do ambiente produtivo, e disponibilizar informações úteis e precisas para uma rápida tomada de decisão, a qual, aliada a um processo de execução eficiente deverá gerar uma nova dinâmica de agilidade de negócios e impactar positivamente a produtividade e lucratividade de toda a cadeia produtiva”.

    Força inovadora – Para Fábio Fares, presidente e CEO do Grupo Forship, a Rio Oil & Gas é uma oportunidade de “rever e se ter uma big picture” do setor de O&G reunido, além de conhecer, no congresso, a produção intelectual e tendências. “Penso que veremos as empresas estrangeiras, sobretudo as oil companies, bastante vibrantes. As brasileiras, nem tanto, algumas lutando pela reconquista do espaço perdido e outras, resilientes como a Forship, apresentando as soluções inovadoras que lhes permitiram resistir à crise”, avaliou Fares, ao falar da presença de petroleiras internacionais, muitas das quais com participação certa no leilão da ANP, a se realizar no dia seguinte ao encerramento da feira. O executivo explica que o grupo vai levar para a feira a sua força inovadora: os avanços em tecnologia Mobile e Analytics do HMSWeb, plataforma de software para a gestão da qualidade, completação mecânica e comissionamento. “Teremos ainda a engenheira Janaína Martins apresentando um trabalho técnico no congresso, intitulado ‘Gerenciamento de Riscos em projetos de pintura de unidades de petróleo offshore’, fruto de dissertação de mestrado associada à experiência na Forship, desde 2013, no serviço de inspeção de pintura das unidades offshore da PB UORio”, conta o executivo.

    Fares: softwares asseguram qualidade dos serviços

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    Soluções Iot – Tecnologia é o foco também da jovem BR2W, que participa pela primeira vez da Rio Oil & Gas. “Estar presente no maior evento de óleo e gás da América Latina é um marco para a empresa. A BR2W acredita no retorno de grandes investimentos no país. A expectativa é apresentar aos grandes players as tecnologias inovadoras desenvolvidas nos últimos três anos e suas aplicações técnicas”, afirma Pedro Filho, CEO da BR2W A BR2W optou por participar no espaço O&G Techweek, que reúne empresas com foco em novas tecnologias. “Os visitantes terão a oportunidade de conhecer as soluções IoT da BR2W para monitoramento de cargas e equipamentos, como a célula de carga IoT. Essa tecnologia foi desenvolvida em 2015 e aperfeiçoada ao longo dos últimos três anos, possibilitando ao cliente gravar e compartilhar os dados de um teste de carga, além da geração de certificado via aplicativo”, pontua o executivo. Pedro Filho fará uma apresentação técnica no dia 26/9 para explicar as soluções de monitoramento de cargas utilizando sensores de forma direta e indireta direcionado ao mercado de óleo e gás. “Desde sua fundação, a BR2W desenvolve produtos e serviços em função de desafios tecnológicos do setor, alinhados com a transformação digital e a Indústria 4.0, visando uma gestão mais inteligente e integrada de projetos e ativos offshore”, conclui o CEO da empresa.

    Pedro Filho: internet das coisas oferece novas soluções

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    Macaé em destaque – Capital e centro logístico da bacia de Campos durante décadas, Macaé será o tema em destaque no estande do Parque Industrial Bellavista, um dos principais empreendimentos industriais do país, com cerca de 1 milhão de metros quadrados já ocupados por grandes empresas do setor e com expansão disponível de mais 2 milhões de metros quadrados. “Sempre participamos de eventos do setor de petróleo e gás, pois essas empresas compõem a quase totalidade dos nossos clientes”, explica Leonardo Dias, diretor do Parque Industrial Bellavista. “Estamos otimistas com o evento, pois a indústria começou a recuperação e os próximos anos serão promissores para as empresas estarão na feira, buscando se posicionar. Esperamos não apenas reforçar a divulgação do parque como também prospectar novos clientes.” Atenta à retomada do segmento, a Colliers International Brasil, consultoria imobiliária que comercializa espaços em prédios corporativos de alto padrão, como o Aqwa Corporate e responsável pela elaboração e execução do plano de desenvolvimento imobiliário do RioGaleão, também estará presente. “Muitas empresas estão aproveitando esse momento de retomada para migrar para escritórios de alto padrão, que atendem melhor aos requisitos tecnológicos e de sustentabilidade da indústria global de petróleo”, afirma Marcia Fonseca, diretora da Colliers Rio.



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