Petroquímica

O desafio da indústria de óleo e gás 4.0 – Petróleo & Energia

Cassiano Viana
3 de janeiro de 2019
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    Química e Derivados, Makarovsky: conceito 4.0 deve ter destaque em toda a feira

    Makarovsky: conceito 4.0 deve ter destaque em toda a feira

    Digitalização – Na pauta da indústria de óleo e gás 4.0, a digitalização é assunto obrigatório. “Quer apostar que será abordada em todos os estandes”, provoca o head de Óleo e Gás da Siemens Cláudio Makarovsky. “A digitalização e indústria 4.0 são temas relacionados ao aumento de produtividade e gestão inteligente de negócio. Aspectos que certamente estarão presentes em diversas palestras e workshops que vão ocorrer simultaneamente dentro do evento, promovendo reflexão e discussão sobre os desafios de renovação para esse setor”, pontua.

    Ele salienta que, por ser o maior evento da América Latina e ocorrer num momento claro de retomada das atividades do setor, a ROG é ideal para apresentar novidades e lançar tendências. “Vamos destacar o tripé Siemens de inovação: Eletrificação- Automação – Digitalização, com ênfase no Mind Twin (que permite visualizar um empreendimento em todas as suas fases) do FEED, com gêmeos digitais do projeto, processo, planta e operação. Mas com uma visualização integrada e amigável, respeitando a linguagem de cada parte interessada: investidor-gestor-operador – mantenedor”.

    O executivo, que também é presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços do Petróleo (Abespetro) afirma que são boas as expectativas de todos em relação ao evento pela presença das majors. “Será bom inclusive para avaliar as intenções delas, lembrando que apostaram em 2018 com cautela, mas investiram. Agora é hora do ajuste fino e medir a temperatura para o futuro, mesmo em ano de incertezas, devido às eleições”, conclui.

    Química e Derivados, Costa salienta foco da Ouro Negro em alta tecnologia

    Costa salienta foco da Ouro Negro em alta tecnologia

    Investimento em PDI – Com a mesma expectativa, a brasileira Ouro Negro, que tem hoje mais de 200 sistemas de monitoramento de risers de produção instalados em plataformas de produção no pré-sal, apostou firme da Rio Oil & Gas desse ano.

    “A Ouro Negro é uma empresa de tecnologia com foco na geração de soluções para o setor de E&P da indústria de petróleo. A participação nessa Rio Oil & Gas representa uma boa oportunidade de interação não somente com as operadoras, clientes finais de nossas soluções, mas também com os principais fornecedores de bens e serviços em E&P, que podem encontrar na Ouro Negro uma parceira estratégica”, diz o CEO Eduardo Costa.

    Ele destaca que a empresa é um dos patrocinadores da Techweek, que vai ser a grande arena de novas tecnologias, além de ter colaboradores apresentando artigos sobre as inovações desenvolvidas pela Ouro Negro. “Essa forte presença reflete o resultado de nossos investimentos em PDI, assim como a nossa expectativa de contribuir para a retomada do setor com a inserção de soluções inteligentes alinhadas com o conceito da indústria 4.0”, complementa o executivo, que será um dos palestrantes da sessão especial “Instalações offshore: inspeção remota e novas tecnologias” do congresso.

    Química e Derivados, Macedo: integração de redes exige segurança cibernética

    Macedo: integração de redes exige segurança cibernética

    Integração das redes corporativas – Tecnologia é também o carro-chefe da Cisco, que pretende trazer para a feira uma visão de integração de redes corporativas e operativas, com a requerida segurança cibernética, para assegurar os benefícios operacionais desejados sem colocar em risco a integridade das corporações. “Pretendemos mostrar e discutir como pavimentar o ambiente digital nas áreas produtivas para receber as novas aplicações, inovações e processos que irão colocar o setor de óleo e gás, de forma definitiva, na era digital”, explica Severiano Macedo, consultor de IoT com foco em energia e manufatura, da Cisco Brasil.

    Destacando que o setor de óleo e gás é estratégico para o Brasil, ele afirma que depois de alguns anos de grandes desafios políticos e econômicos, os grandes projetos do setor não podem mais esperar. “A Cisco está pronta para auxiliar no processo de transformação digital de todo o setor, do poço ao posto”, afirma.

    Segundo Macedo, a grande tendência a ser destacada na ROG deste ano é “como fazer a aquisição de todos estes dados com eficiência, formatá-los e pré-processá-los perto do ambiente produtivo, e disponibilizar informações úteis e precisas para uma rápida tomada de decisão, a qual, aliada a um processo de execução eficiente deverá gerar uma nova dinâmica de agilidade de negócios e impactar positivamente a produtividade e lucratividade de toda a cadeia produtiva”.



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