O desafio da indústria de óleo e gás 4.0 – Petróleo & Energia

Química e Derivados, P-74 inicia a produção no campo de Búzios, na Bacia de Santos
P-74 inicia a produção no campo de Búzios, na Bacia de Santos

Considerada ponto chave e requisito de sobrevivência para o setor, a transformação digital proposta pela Indústria 4.0 é um dos temas centrais da Rio Oil & Gas deste ano, que acontece entre 24 e 27 de setembro, no Rio de Janeiro, na véspera da 5ª rodada de partilha de produção da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), onde serão ofertadas áreas do pré-sal.

5º BID

O leilão oferecerá quatro campos, sendo três na bacia de Santos (Titã, Saturno e Pau-Brasil) e um na de Campos (Sudoeste de Tartaruga Verde). O governo prevê arrecadar R$ 6,82 bilhões em bônus fixo de assinatura. Ao todo, as reservas ofertadas somam 17 bilhões de barris.

Química e Derivados, Firmo: tecnologias digitais ganham bloco temático próprio
Firmo: tecnologias digitais ganham bloco temático próprio

“Transformando Desafios em Oportunidades” é o tema do duplo evento (congresso e feira), um dos maiores do mundo dessa indústria, que traz temas como ‘matriz energética’ a retomada do setor, a recuperação dos preços do barril e os leilões da ANP nas palestras e trabalhos do congresso.

“Com a presença das grandes operadoras, a expectativa do IBP é que essa será a melhor oportunidade de networking e negócios da indústria brasileira de óleo e gás nos últimos anos”, pontuou José Firmo, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), que comanda o evento desde 1982. “Essa será a Rio Oil & Gas da retomada”, avalia o dirigente do IBP.

Para muitos especialistas, em um contexto global de volatilidade, a chamada Revolução Digital ou Nova Revolução Industrial é a oportunidade para trazer, novos modelos de negócios, patamares tecnológicos e de custos extremamente competitivos para a indústria de petróleo. E o que todos desejam: produtividade e crescimento sustentável.

Firmo observa que a Rio Oil & Gas é um ponto de encontro para debater os impactos da tecnologia 4.0 no setor de petróleo e gás. “Esse é um dos diferenciais dessa edição. A Rio Oil & Gas, que geralmente é dividida em quatro blocos de temas (Exploração & Produção, Gás e Energia, Downstream e Gestão da Indústria), ganhou nessa 19ª edição um quinto bloco, Tecnologias Digitais, uma evolução na programação”, destaca.

Energia para transformar – Essa expectativa é reforçada pela expressividade dos expositores: é a primeira vez, desde a edição de 2012, considerada a maior Rio Oil & Gas de todos os tempos, que o evento reunirá os grandes players do setor, como Petrobras, ExxonMobil, Equinor (ex-Statoil), Shell, Total, BP, Chevron, Repsol Sinopec, Galp e Rosneft, além dos principais fornecedores de bens e serviços.

O slogan “Energia para transformar” sintetiza não somente essa expectativa de retomada como também sinaliza o cenário futuro, da transição energética, tema que está presente tanto na exposição, que apresentará soluções e tecnologias de baixo carbono, como no congresso e nos eventos paralelos.

O formato multiplataforma, inaugurado na edição de 2016, foi ampliado esse ano, com dez eventos paralelos: sete com temas específicos, como Oil & Gas Techweek (uma evolução da Arena de Tecnologia), Arena de Sustentabilidade e SMS, Arena Valor do Conhecimento, além dos fóruns sobre Downstream, Onshore, Descomissionamento e Certificação.

Com o apoio da aceleradora de empresas da área de tecnologia Fábrica de Startups, a Petrobras vai promover, na O&G Techweek, um hackathon, uma maratona de programação em que hackers terão acesso a dados abertos e sistemas e trabalharão durante horas a fio na construção de soluções tecnológicas de software e hardware.

Mais uma vez, o Sebrae organiza uma Rodada de Negócios com empresas âncoras e fornecedores. Nessa edição, a expectativa é de aumento de 30% em negócios gerados, comparado à edição passada, quando foram registrados R$ 181 milhões.

Profissional do futuro – O IBP promove ainda mais um edição do Profissional do Futuro, que deve atrair estudantes de universidades brasileiras, que terão ainda a oportunidade de acompanhar a SPE Brazil Section Student Paper Contest 2018, competição de trabalhos acadêmicos em âmbito nacional para fomentar a produção científica brasileira na área de engenharia de petróleo. Haverá ainda a 3ª edição do jantar dos CEOs, reunindo em um único espaço os principais executivos globais dessa cadeia produtiva. Segundo o IBP, estão confirmadas as presenças de mais de 30 CEOs, vice-presidentes e diretores de operadoras e prestadoras de serviço nacionais e internacionais, além de autoridades e integrantes da IEA (Agência Internacional de Energia) na conferência, que terá mais de 200 palestrantes, 35 sessões especiais, além de plenárias e almoços-palestra.

Serão apresentados cerca de 600 trabalhos técnicos na conferência desse ano. O IBP espera atrair um número expressivo de congressistas – em 2016, foram 4.177 participantes, o maior número de todas as edições. A expectativa do Instituto é que a feira receba mais de 40 mil visitantes, perfazendo um crescimento de 20% de público em relação à edição de 2016.

“Uma proposta 360° para reunir toda a cadeia produtiva do setor e, por fim, alcançar nosso objetivo em comum: o crescimento e destaque da indústria no Brasil”, destaca o IBP no site da Rio Oil & Gas, reiterando a ideia da instituição de ser um think tank da indústria de óleo e gás.

Química e Derivados, Araújo: novas regras tornam cenário local mais atraente
Araújo: novas regras tornam cenário local mais atraente

Interesses a ratificar – As petroleiras são o ponto alto do evento desse ano, tanto como principais patrocinadoras, com o pela participação nos diversos eventos, confirmando a expectativa do próprio IBP.

“A Shell Brasil mais uma vez marcará presença na feira, com um estande que mostrará nosso portfólio, investimentos em P&D, nossas iniciativas em investimentos sociais, entre outras atrações. Traremos alguns de nossos principais executivos de exploração e produção ao país para acompanhar a programação, participando de almoços-palestra e eventos paralelos. A expectativa é muito positiva”, afirma André Araújo, CEO da Shell Brasil.

Para ele, o cenário vem melhorando de forma significativa. “Vivemos um momento mais dinâmico do que na edição de 2016, com avanços importantes que possibilitam a retomada dos grandes investimentos do nosso setor”, observa. “Tivemos acontecimentos relevantes, como regras mais flexíveis e realistas de conteúdo local, regras fiscais mais claras, o fim do operador único e o estabelecimento de um calendário de leilões. Tudo isso já rendeu bons negócios para o país e a expectativa de um aumento de arrecadação sob a forma de participação especial e royalties, sem falar na retomada de empregos e fomento à pesquisa e desenvolvimento”, ressalta.

Por isso a percepção da empresa é positiva. “A Rio Oil & Gas 2018 é um momento oportuno para fazermos um balanço do que mudou de lá para cá e para consolidar essa nova fase, com possibilidade de negócios não apenas para a indústria de petróleo, mas para a imensa cadeia de fornecedores que se beneficia dela. Além disso, o evento deve discutir as oportunidades na monetização do Gás Natural como o combustível da transição energética que virá nos próximos anos e décadas”, conclui.

“Acreditamos e fazemos parte desse momento de retomada do setor de óleo e gás no Brasil, a qual foi demonstrada nas últimas rodadas da ANP e percebida pelas empresas a partir das mudanças e implementações ao modelo regulatório. Avaliamos que a feira deste ano tem um grande potencial para ratificar o interesse nos negócios e nas oportunidades que permeiam o setor”, afirma Adriano Bastos, presidente da BP no Brasil.

Driver é E&P – Concorda com ele Gabriel Roisenberg, líder de IoT – Oil and Gas da KPMG, consultoria que vai ter palestrantes em distintos eventos e vai ministrar minicursos. Ele afirma que a presença das oil companies é um indicador importante de que o Brasil voltou a ser um dos focos dos investidores, pois a Rio Oil é o principal evento do setor. “Os últimos BIDs (leilões da ANP), o alinhamento da agência com o Ministério de Minas e Energia (MME) e diversos movimentos locais, demonstram que o setor está a todo vapor para receber investimentos externos e comprometer-se com uma entrega grande de novos projetos de E&P”, avalia o consultor.

Para ele, a transição energética, um dos principais temas do evento, já está presente na visão da indústria de óleo e gás. “Podemos ver em todas as mídias que Shell, Equinor, Total, que são players extremamente significativos, estão olhando para a transição da matriz energética. O trabalho e planejamento das majors é invejável e contempla altíssimo grau de desenvolvimento científico e tecnológico. Junte-se a isso os inúmeros argumentos de negócio e encontraremos um cenário no qual essas oil companies também serão majors em provimento de energia”, pontua Roisenberg.

Contudo, ele destaca que a transformação digital é o mote central, ao lado de temas prioritários, como a inclusão das novas gerações no mercado de trabalho de O&G, diversidade de gênero no setor e movimentos regulatórios. “A Rio Oil é uma boa vitrine para qualquer tema relacionado à indústria de óleo e gás. Obviamente um tema obrigatório será a transformação digital, fenômeno mundial que tem impactado processos de negócios em O&G e até mesmo no aspecto cultural e de recursos humanos”, analisa o consultor.

“O Brasil produz alta tecnologia de E&P em águas profundas e as universidades também possuem centros de pesquisa avançados. Temos espaço para evoluir em diversos aspectos, mas o driver de negócio é a exploração em águas profundas, que é para onde o mercado está olhando”, conclui.

Química e Derivados, Makarovsky: conceito 4.0 deve ter destaque em toda a feira
Makarovsky: conceito 4.0 deve ter destaque em toda a feira

Digitalização – Na pauta da indústria de óleo e gás 4.0, a digitalização é assunto obrigatório. “Quer apostar que será abordada em todos os estandes”, provoca o head de Óleo e Gás da Siemens Cláudio Makarovsky. “A digitalização e indústria 4.0 são temas relacionados ao aumento de produtividade e gestão inteligente de negócio. Aspectos que certamente estarão presentes em diversas palestras e workshops que vão ocorrer simultaneamente dentro do evento, promovendo reflexão e discussão sobre os desafios de renovação para esse setor”, pontua.

Ele salienta que, por ser o maior evento da América Latina e ocorrer num momento claro de retomada das atividades do setor, a ROG é ideal para apresentar novidades e lançar tendências. “Vamos destacar o tripé Siemens de inovação: Eletrificação- Automação – Digitalização, com ênfase no Mind Twin (que permite visualizar um empreendimento em todas as suas fases) do FEED, com gêmeos digitais do projeto, processo, planta e operação. Mas com uma visualização integrada e amigável, respeitando a linguagem de cada parte interessada: investidor-gestor-operador – mantenedor”.

O executivo, que também é presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços do Petróleo (Abespetro) afirma que são boas as expectativas de todos em relação ao evento pela presença das majors. “Será bom inclusive para avaliar as intenções delas, lembrando que apostaram em 2018 com cautela, mas investiram. Agora é hora do ajuste fino e medir a temperatura para o futuro, mesmo em ano de incertezas, devido às eleições”, conclui.

Química e Derivados, Costa salienta foco da Ouro Negro em alta tecnologia
Costa salienta foco da Ouro Negro em alta tecnologia

Investimento em PDI – Com a mesma expectativa, a brasileira Ouro Negro, que tem hoje mais de 200 sistemas de monitoramento de risers de produção instalados em plataformas de produção no pré-sal, apostou firme da Rio Oil & Gas desse ano.

“A Ouro Negro é uma empresa de tecnologia com foco na geração de soluções para o setor de E&P da indústria de petróleo. A participação nessa Rio Oil & Gas representa uma boa oportunidade de interação não somente com as operadoras, clientes finais de nossas soluções, mas também com os principais fornecedores de bens e serviços em E&P, que podem encontrar na Ouro Negro uma parceira estratégica”, diz o CEO Eduardo Costa.

Ele destaca que a empresa é um dos patrocinadores da Techweek, que vai ser a grande arena de novas tecnologias, além de ter colaboradores apresentando artigos sobre as inovações desenvolvidas pela Ouro Negro. “Essa forte presença reflete o resultado de nossos investimentos em PDI, assim como a nossa expectativa de contribuir para a retomada do setor com a inserção de soluções inteligentes alinhadas com o conceito da indústria 4.0”, complementa o executivo, que será um dos palestrantes da sessão especial “Instalações offshore: inspeção remota e novas tecnologias” do congresso.

Química e Derivados, Macedo: integração de redes exige segurança cibernética
Macedo: integração de redes exige segurança cibernética

Integração das redes corporativas – Tecnologia é também o carro-chefe da Cisco, que pretende trazer para a feira uma visão de integração de redes corporativas e operativas, com a requerida segurança cibernética, para assegurar os benefícios operacionais desejados sem colocar em risco a integridade das corporações. “Pretendemos mostrar e discutir como pavimentar o ambiente digital nas áreas produtivas para receber as novas aplicações, inovações e processos que irão colocar o setor de óleo e gás, de forma definitiva, na era digital”, explica Severiano Macedo, consultor de IoT com foco em energia e manufatura, da Cisco Brasil.

Destacando que o setor de óleo e gás é estratégico para o Brasil, ele afirma que depois de alguns anos de grandes desafios políticos e econômicos, os grandes projetos do setor não podem mais esperar. “A Cisco está pronta para auxiliar no processo de transformação digital de todo o setor, do poço ao posto”, afirma.

Segundo Macedo, a grande tendência a ser destacada na ROG deste ano é “como fazer a aquisição de todos estes dados com eficiência, formatá-los e pré-processá-los perto do ambiente produtivo, e disponibilizar informações úteis e precisas para uma rápida tomada de decisão, a qual, aliada a um processo de execução eficiente deverá gerar uma nova dinâmica de agilidade de negócios e impactar positivamente a produtividade e lucratividade de toda a cadeia produtiva”.Força inovadora – Para Fábio Fares, presidente e CEO do Grupo Forship, a Rio Oil & Gas é uma oportunidade de “rever e se ter uma big picture” do setor de O&G reunido, além de conhecer, no congresso, a produção intelectual e tendências.

“Penso que veremos as empresas estrangeiras, sobretudo as oil companies, bastante vibrantes. As brasileiras, nem tanto, algumas lutando pela reconquista do espaço perdido e outras, resilientes como a Forship, apresentando as soluções inovadoras que lhes permitiram resistir à crise”, avaliou Fares, ao falar da presença de petroleiras internacionais, muitas das quais com participação certa no leilão da ANP, a se realizar no dia seguinte ao encerramento da feira.

Química e Derivados, Fares: softwares asseguram qualidade dos serviços
Fares: softwares asseguram qualidade dos serviços

O executivo explica que o grupo vai levar para a feira a sua força inovadora: os avanços em tecnologia Mobile e Analytics do HMSWeb, plataforma de software para a gestão da qualidade, completação mecânica e comissionamento. “Teremos ainda a engenheira Janaína Martins apresentando um trabalho técnico no congresso, intitulado ‘Gerenciamento de Riscos em projetos de pintura de unidades de petróleo offshore’, fruto de dissertação de mestrado associada à experiência na Forship, desde 2013, no serviço de inspeção de pintura das unidades offshore da PB UO-Rio”, conta o executivo.

Soluções Iot – Tecnologia é o foco também da jovem BR2W, que participa pela primeira vez da Rio Oil & Gas. “Estar presente no maior evento de óleo e gás da América Latina é um marco para a empresa. A BR2W acredita no retorno de grandes investimentos no país. A expectativa é apresentar aos grandes players as tecnologias inovadoras desenvolvidas nos últimos três anos e suas aplicações técnicas”, afirma Pedro Filho, CEO da BR2W

A BR2W optou por participar no espaço O&G Techweek, que reúne empresas com foco em novas tecnologias. “Os visitantes terão a oportunidade de conhecer as soluções IoT da BR2W para monitoramento de cargas e equipamentos, como a célula de carga IoT. Essa tecnologia foi desenvolvida em 2015 e aperfeiçoada ao longo dos últimos três anos, possibilitando ao cliente gravar e compartilhar os dados de um teste de carga, além da geração de certificado via aplicativo”, pontua o executivo.

Pedro Filho fará uma apresentação técnica no dia 26/9 para explicar as soluções de monitoramento de cargas utilizando sensores de forma direta e indireta direcionado ao mercado de óleo e gás. “Desde sua fundação, a BR2W desenvolve produtos e serviços em função de desafios tecnológicos do setor, alinhados com a transformação digital e a Indústria 4.0, visando uma gestão mais inteligente e integrada de projetos e ativos offshore”, conclui o CEO da empresa.

Química e Derivados, Pedro Filho: internet das coisas oferece novas soluções
Pedro Filho: internet das coisas oferece novas soluções

Macaé em destaque – Capital e centro logístico da bacia de Campos durante décadas, Macaé será o tema em destaque no estande do Parque Industrial Bellavista, um dos principais empreendimentos industriais do país, com cerca de 1 milhão de metros quadrados já ocupados por grandes empresas do setor e com expansão disponível de mais 2 milhões de metros quadrados. “Sempre participamos de eventos do setor de petróleo e gás, pois essas empresas compõem a quase totalidade dos nossos clientes”, explica Leonardo Dias, diretor do Parque Industrial Bellavista. “Estamos otimistas com o evento, pois a indústria começou a recuperação e os próximos anos serão promissores para as empresas estarão na feira, buscando se posicionar. Esperamos não apenas reforçar a divulgação do parque como também prospectar novos clientes.”

Atenta à retomada do segmento, a Colliers International Brasil, consultoria imobiliária que comercializa espaços em prédios corporativos de alto padrão, como o Aqwa Corporate e responsável pela elaboração e execução do plano de desenvolvimento imobiliário do RioGaleão, também estará presente. “Muitas empresas estão aproveitando esse momento de retomada para migrar para escritórios de alto padrão, que atendem melhor aos requisitos tecnológicos e de sustentabilidade da indústria global de petróleo”, afirma Marcia Fonseca, diretora da Colliers Rio. Sustentabilidade – A produção offshore de óleo e gás exige cuidados cada vez maiores com a proteção aos reservatórios e ao meio ambiente, abrindo grandes possiblidades para introdução de novas tecnologias de tratamento de água produzida, água para caldeiras e de descartes. Com grande participação no setor, a Veolia Water Tech aproveitará a ocasião para divulgar sua expertise em sistemas com membranas e gerenciamento de sistemas completos. No congresso, a companhia apresentará o trabalho técnico “Aumento da confiabilidade e diminuição dos custos operacionais por meio de plantas móveis de tratamento de água”, bem como a palestra de Dereck Thomas McIvor, diretor de atividades offshore da Veolia, sobre “Grerenciamento de água em E&P”, na sessão especial 4, marcada para o dia 26 de setembro.

Materiais avançados – A Evonik participará da Rio Oil & Gas para apresentar seus avanços em novos materiais, especialmente nas ploliamidas Vestamid NRG e no PEEK Vestakeep , capazes de aumentar a produção sem reduzir a segurança das operações, mantndo as sustentáveis. Esses polímeros avançados são utilizados na construção de tubos flexíveis, umbilicais, revestimentos internos e externos de tubos de aço, sempre em aplicações críticas.

A Evonik também exibirá as membranas de Sepuran NG, capazes de separar com eficiência os gases ácidos do gás natural mesmo sob condições extremas de pressão e tempratura. Também será apresentada a parceira firmada com a Airborne Oil & Gas (AOG) para a fabricação de tubos feitos de compósitos termoplásticos para várias aplicações no setor, oferecendo estabilidade mecânica elevada, embora flexíveis, não sofrendo corrosão. Esses tubos podem ser fabricados em comprimentos de 10 km, facilitando a instalação.

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