Inovações adotam conceitos da revolução digital – Petróleo & Energia

Química e Derivados, Inovações tecnológicas adotam conceitos da revolução digital - Petróleo & Energia

Ao fechar as portas um dia antes do 5º leilão do pré-sal, a Rio Oil & Gas consagrou-se como um recomeço para a cadeia produtiva de óleo e gás, que apostou na exposição de novas tecnologias e soluções, trabalhos técnicos com foco nas demandas prioritárias e apresentações mais objetivas para mostrar à indústria petrolífera que está pronta para atendê-la e ajudá-la a superar seus desafios.

Inovação, tecnologia e transformação digital foram os aspectos que permearam toda a programação dos quatro dias da feira e do congresso (24 a 27 de setembro), encerrados com uma solenidade política com a presença de autoridades dos três poderes – da presidência da República e Governo estadual ao ministério de Minas e Energia e Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) – e aspirantes a cargos públicos.

Pacto contra a corrupção – Sem aplausos para os políticos, o evento também foi o foro escolhido para um manifesto contra a corrupção: o Pacto da Integridade firmado pelos CEOs de 14 empresas, entre petroleiras como Petrobras, Shell, BP, Total, Chevron, Repsol Sinopec, Equinor, e fornecedores de bens e serviços como TechnipFMC, Halliburton, Schlumberger, Aker, BHGE, Ocyan e Siemens.

“Ao longo dos últimos quatro anos no Brasil e de 40 anos no mundo, compliance virou palavra de ordem. Nesse sentido, a indústria de petróleo e gás vive um momento histórico, que deve servir de inspiração para que outras iniciativas como essa possam surgir nos mais variados setores econômicos”, destacou José Firmo, presidente pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), na cerimônia que contou com a participação do ministro da Transparência e Controladoria Geral da União (CGU), Wagner Rosário.

Firmo ressaltou que os investimentos que estão ‘retornando ao país’ vão gerar em 400 mil novos empregos e mais de R$ 160 bilhões de arrecadação ao ano. “Vamos mostrar a relevância e o impacto positivo da nossa indústria. Temos de aproveitar a janela de oportunidade para converter reservas em riqueza neste momento de transformação”, disse. Foi complementado pelo presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, que, de forma sucinta, afirmou que a estatal “se desenvolveu e se sente confortável com a maior competição”.

União de interesses – “Esse pacto une toda a cadeia de suprimentos e a indústria de O&G em direção à integridade”, conclui Rafael Mendes, diretor executivo de Governança e Conformidade da Petrobras, afirmando que ele será um importante mecanismo de união do setor.

O fato é que a indústria petrolífera quer mudar de imagem e mostrar que pode ser um aliado importante na transição energética para uma economia de baixo carbono. Mas sem perder as oportunidades que oferece essa janela de tempo, de uma a duas décadas, até que o mundo não seja mais movido à energia fóssil.

O maior evento do setor na América Latina, promovido a cada dois anos pelo IBP, sob o lema “Transformando Desafios em Oportunidades” buscou dar espaço para todos os segmentos, dividindo o evento em cinco blocos – downstream, upstream, gás e energia, tecnologias digitais, abastecimento e gestão. Mesmo para aqueles que não tem relação direta com a indústria, mas se beneficiam das riquezas que ela gera – daí a presença de expositores da indústria de luxo, de joalherias a concessionárias de veículos sofisticados.

Pré-sal digital – A fronteira exploratória que alcançou a marca de um milhão de barris em dez anos de desenvolvimento, em um cenário econômico volátil, com os preços do petróleo descambando, e a pior crise na indústria petrolífera brasileira, foi o principal foco dos debates, palestras, rodadas de negócios e papers do congresso.

Afinal, é o grande combustível da retomada e principal motivador da cadeia de fornecedores de bens e serviços, uma vez que as petroleiras cerram fileiras na disputa de ativos no pré-sal, como ficou demonstrado em todos os leilões realizados até agora.

“Identificamos que precisávamos estar no Brasil e, até agora, já mapeamos cerca de 30 alvos para perfuração em novos ativos no país”, declarou o presidente global de exploração da ExxonMobil, Stephen Greenlee, ao explicar o que levou a companhia norte-americana a participar das licitações da ANP para blocos em regime de partilha da produção.

Fez coro com ele a diretora executiva de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, ao destacar que “o pré-sal não só está entre as maiores reservas de óleo e gás descobertas no mundo nos últimos anos, como também é uma área que demanda inovação e desenvolvimento tecnológico”. Razão pela qual a cadeia produtiva expôs tecnologias e inovações, convidando o público a conhecer de perto cada solução.

Química e Derivados, Tooge: inovação reduz em 75% o consumo de insumos químicos
Tooge: inovação reduz em 75% o consumo de insumos químicos

A maior parte dos 400 expositores procurou mostrar que, mesmo no período de crise, preparou-se para oferecer tecnologias de ponta quando a indústria retomasse o rumo do crescimento. Isso se aplica desde a tradicionais fornecedores, como a finlandesa ABB e a suíça Clariant, a novos players dessa cadeia.

A Clariant, líder mundial em especialidades químicas, apresentou ao mercado a sua mais nova tecnologia, denominada Phasetreat Wet, com base em molécula desenvolvida no centro de pesquisa brasileiro que reduz drasticamente o consumo de insumos químicos utilizados para separação de fluidos nas atividades de exploração e produção (E&P), tanto onshore como offshore.

“Com a redução do volume e a utilização de uma alternativa não inflamável, essa tecnologia representa ganhos ambientais, econômicos e operacionais. Com alto poder de resposta na separação de água e óleo na produção de petróleo, a solução testada reduziu em até 75% o volume de químicos, quando comparado com as soluções atuais”, destacou o vice-presidente da Business Unit Oil & Mining Services da Clariant na América Latina, Carlos Tooge.

O Phasetreat Wet otimiza o footprint da plataforma, diminuindo as operações de carrega e descarga, com um enorme ganho logístico, uma vez que reduz a necessidade de transporte rodoviário e marítimo de produtos. “Um ganho ambiental e de segurança, uma vez que haverá menor exposição aos riscos operacionais, devido à redução do volume de produtos armazenados no ponto de aplicação e embalagens para movimentação”, conclui.

Mais energia – Uma das principais fornecedoras de tecnologias de automação e energia, a ABB destacou suas soluções digitais e de eletrificação para as atividades de E&P, que estarão disponíveis para a indústria no próximo ano. Entre elas a tecnologia submarina, que pode transmitir até 100 MW de energia por distâncias até 600 km da costa, que faz parte do pacote de soluções digitais do ABB Ability.

“A nossa mais recente tecnologia submarina garante a transmissão contínua e confiável de energia, reduz os impactos ambientais e garante a segurança dos operadores, já que permite fazer toda distribuição de energia elétrica a 3 mil metros de profundidade, viabilizando que processos, normalmente feitos em plataforma, ocorram a essa profundidade”, destacou Maurício Cunha, gerente de Óleo, Gás e Química da ABB Brasil.

Química e Derivados, Cunha: transmissão segura de eletricidade no fundo do mar
Cunha: transmissão segura de eletricidade no fundo do mar

Segundo ele, outra vantagem é a redução praticamente a zero do custo em manutenção, pois os equipamentos instalados têm alta durabilidade e prazo estimado de operação de 20 anos. “As soluções da ABB são capazes de reduzir em 50% os cursos de comissionamento, 30% dos custos de engenharia e entre 10 a 20% em Capex”, afirmou o executivo, lembrando que a ABB tem mais de 105 anos de atuação no Brasil e quatro complexos industriais locais.

Inovação brasileira – A Rio Oil & Gas também possibilitou à indústria brasileira mostrar o seu protagonismo tecnológico, com foco no pré-sal, como ficou comprovado em sessões da conferência e eventos paralelos, assim como nos estandes da O&G TechWeek, espaço criado pelo IBP para abrigar empresas que têm esse perfil.

É o caso da Ouro Negro, uma empresa que já foi um grupo de startups e hoje já se posiciona como uma geradora de tecnologias com foco em soluções que potencializam o core business da indústria petrolífera: exploração e produção. A empresa teve nada menos que cinco papers apresentados na conferência – sobre laser, completação inteligente de poços de petróleo, robótica e sistemas submarinos, entre outros – além de participar de meia dúzia de eventos paralelos.

O destaque do estande, um dos principais da TechWeek foi o sistemas Moda (Monitoramento Óptico Direto no Arame), sistema baseado em sensores que emitem alertas instantâneos no caso de rompimento de arames da armadura de tração dos risers flexíveis, o que implica a redução de riscos e de custos de manutenção, bem como na parada operacional de unidades offshore.

“Temos hoje mais de 280 sistemas implantados, com 15 mil sensores instalados em risers flexíveis, que possibilitam o monitoramento contínuo desses equipamentos. Incorporando tecnologias da indústria 4.0, o Moda gera um grande volume de informações em tempo real sobre a integridade de risers flexíveis, equipamentos que transportam hidrocarbonetos do poço até as plataformas”, destacou o CEO da Ouro Negro, Eduardo Costa. Um dos estandes mais badalados da exposição, a Ouro Negro também levou uma dupla de robôs para a ROG 2018.

Ao lado da Ouro Negro, no Espaço Sebrae da TechWeek – bem em frente da Arena Tecnológica, que teve apresentações de todas as empresas com essa proposta, incluindo as citadas aqui –, outras brasileiras mostraram essa aptidão. É o caso da startup BR2W que apresentou a já bem posicionada célula de carga BR2W AT, com capacidade para até 500 toneladas e tecnologia de comunicação Wi-Fi, e a mais nova versão de placa eletrônica que dá aos outros equipamentos similares produzidos no mercado a mesma capacidade tecnológica.

“A placa BR2W faz o upgrade de uma célula de carga padrão: é uma solução totalmente IoT, alinhada com a premissa de uma empresa que já nasceu 4.0”, afirma o fundador da BR2W, Pedro Filho. Além de agregar maior confiabilidade e inteligência, a placa traz economia, por trazer tecnologia avançada sem necessidade de substituição de células (dispensando a usinagem). “Assim, entregamos uma solução mais rápida e segura”, conta o jovem executivo, revelando que em apenas dois meses dez células receberam esse upgrade.

As soluções da jovem empresa já chamaram a atenção de grandes players, como é o caso da Kerui, Teekay, Halliburton, Huisman e a petroleira Partex (que atua hoje no onshore no Nordeste). Eles foram alguns dos âncoras que abriram a agenda para a BR2W na rodada de negócios da ROG, organizada pelo Sebrae e Organização da Industria Nacional do Petróleo (Onip). “A perspectiva é de que vamos cumprir nossa sina, de ser uma empresa do Brasil para o mundo (BR2W)”, comemora o fundador.

Química e Derivados, Baptista: software otimiza a cadeia de suprimentos
Baptista: software otimiza a cadeia de suprimentos

Novas marcas – Dois grandes grupos internacionais aproveitaram a ROG para lançar novas marcas ou empresas no Brasil. O Grupo Vallourec apresentou a nova marca comercial para soluções inteligentes. “A Vallourec.smart combina o que temos de melhor em serviços físicos e digitais. Mais que uma marca de serviços, é uma experiência global e digital para nossos clientes, com foco na otimização de ativos e maior integridade durante o desenvolvimento de seus projetos,” afirmou o CEO do Grupo Vallourec, Philippe Crouzet

Já a Dassault Systèmes, líder global em SCP&O (Planejamento e Otimização da Cadeia de Suprimentos), levou para a ROG 2018 as ferramentas de gestão da Quintiq, estreante no mercado brasileiro de óleo e gás. “O software da Quintiq permite que os clientes adotem uma abordagem transformadora para o planejamento e otimização da cadeia de suprimentos (S&OP), possibilitando que eles melhorem significativamente suas operações em um mundo acelerado, disruptivo e imprevisível”, afirmou Rodrigo Baptista, o recém-nomeado diretor da Unidade de Negócios da América Latina.

Sucesso no leilão de partilha revela interesse das majors

Com 100% dos blocos arrematados pela primeira vez desde que a Petrobras deixou de ser operadora única, a 5ª Rodada de Partilha da Produção, realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concedeu áreas para quase todos os players que fizeram lances: a anglo-holandesa Shell, as norte-americanas ExxonMobil e Chevron, a qatariana QPI, a inglesa BP, a equatoriana Ecopetrol, a chinesa CNOOC e a Petrobras. Somente a francesa Total e a outra chinesa, a CNODC, saíram de mãos abanando.

Com bônus de assinatura de R$ 6,82 bilhões e investimentos previstos de R$ 1 bilhão em planos exploratórios mínimos (PEM) nos blocos arrematados (Saturno, Titã, Pau-Brasil, na bacia de Santos, e Sudoeste de Tartaruga, na madura Campos), o quinto leilão da partilha confirmou o “óbvio ululante”: que o pré-sal é o grande filão de ouro negro da indústria mundial, mesmo em meio aos debates em torno da transição energética.

A frase, popularizada por Nelson Rodrigues em 1950, no livro O Óbvio Ululante, que expressa algo excessivamente óbvio e dispensa explicações, foi repetida mais de uma vez pelo diretor da ANP, Decio Oddone, mas com outro intuito. “O que fizemos nesses últimos dois anos foi o óbvio ululante e espero que continuemos a fazer esse óbvio ululante”, disse ele, na abertura do leilão, referindo-se à agenda de rodadas realizadas desde que o Congresso Nacional aboliu a obrigatoriedade de a Petrobras participar de todas as concessões no pré-sal.

“Foi a primeira rodada de partilha com mais de um bloco em oferta a ter 100% das áreas arrematadas”, salientou Oddone, findo o leilão, em coletiva à imprensa, ao lado de Márcio Félix. Ele afirmou que o ágio médio de 170% dessa rodada elevou “de R$ 180 bilhões para R$ 240 bilhões a expectativa de arrecadação em royalties e tributos ao longo dos 35 anos dos contratos” que serão firmados com os concessionários. Oddone acrescentou que com o petróleo a US$ 70 dólares o barril, as áreas concedidas nos quatro últimos leilões do pré-sal, até depois da metade desse século “vão gerar R$ 1,2 trilhão em arrecadação para União, estados e municípios, a uma média de R$ 40 bilhões por ano”.

Prova disso é que a disputa por Saturno, primeiro dos três blocos da bacia de Santos a ser ofertado no leilão, ficou entre dois consórcios já com ativos na região. Shell Brasil e Chevron, cada uma com 50%, arremataram o bloco com bônus de assinatura de R$ 3,125 bilhões ao oferecer 70,2% de excedente de óleo para a União, contra os 42,49% da ExxonMobil e QPI.

O ágio da oferta do consórcio campeão foi de 300,23%, uma vez que era de 17,54% o percentual mínimo fixado no edital. Esse é o fato decisivo nas licitações sob o regime de partilha da produção, nas quais o bônus de assinatura é fixado no edital: vence quem oferecer ao Estado brasileiro a maior parcela de petróleo e gás natural produzido (ou seja, a maior parcela de excedente em óleo).

Um ágio acima de 600% em relação ao percentual previsto anteriormente, de 9,56%, que foi reajustado depois de questionamento do Tribunal de Contas da União (TCU). Resolução do Conselho Nacional de política Econômica (CNPE) determinou então reajustes “em benefício da previsão de maior arrecadação estatal”.

Na segunda oferta, foi a vez da Exxon (com 64% de participação) e da QPI (36%) darem o troco, arrematando Titã pelo mesmo valor de bônus de assinatura, mas com um excedente de 23,49%, com um ágio de 146,48% em relação ao percentual mínimo fixado, de 9,53%, (valor também reajustado do fixado inicialmente, de 5,8%). Shell, consorciada à Ecopetrol, cada uma com 50%, ofereceu 11,65%.

Já o consórcio formado pela BP (50%), CNOOC (30%) e a persistente Ecopetrol (20%) arrematou Pau-Brasil, o maior bloco em área, por R$ 500 milhões, oferecendo 63,79% de excedente (um ágio de 157,01% em relação ao mínimo fixado, de 24,82%.

Um lance pouco acima dos 62,4% oferecidos pelo consórcio que surpreendeu ao trazer a Total (40%) e a CNODC (20%) junto com a Petrobras (40%), que não manifestou interesse anteriormente em exercer seu direito de preferência.

Química e Derivados, Inovações tecnológicas adotam conceitos da revolução digital - Petróleo & Energia

Sem ágio – A estatal acabaria por encerrar rapidamente o certame, ao ser a única a fazer um lance pelo bloco de Sudoeste de Tartaruga Verde, único na bacia de Campos ofertado nessa rodada, para o qual havia manifestado interesse anteriormente. Lembrando que esse bloco já havia sido incluído na segunda rodada, mas não foi arrematado.

A estatal não fez concessões, como se soubesse que não teria disputas: além do bônus fixo de R$ 70 milhões (o menor de todos) ofereceu apenas os 10,01% de óleo excedente previsto no edital, sem nenhum ágio. A Petrobras informou que “o valor total do bônus de assinatura será remanejado dentro do orçamento aprovado no Plano de Negócios e Gestão 2018-2022”.

Ainda que o bônus do bloco na baia de Campos seja o menor de todos, o valor da garantia financeira da fase de exploração (ou seja, o PEM), é igual aos dos demais blocos leiloados – R$250 milhões em até 7 anos. O maior diferencial está no conteúdo local (CL) estipulado para Sudoeste de Tartaruga Verde, que é de 55% na fase exploratória (contra 18% para os três blocos da bacia de Santos) e de 65% na etapa de desenvolvimento – enquanto é de 30% a média nos três outros blocos (englobando poço, sistema submarino e plataforma de produção).

No entanto, isso pode mudar, uma vez que em agosto a Petrobras requereu aditamento do contrato de concessão de Tartaruga Verde (cujo reservatório se estende para o bloco adquirido nesse leilão) para redução do CL, conforme estabelecido na Resolução 1 do CNPE, de março desse ano: 18% para exploração e uma média de 35% na fase de desenvolvimento da produção (25% para construção de poço; 40% sistema submarino e 40% para a UEP – Unidade Estacionária de Produção)

Razão pela qual no dia 26 de setembro, dois dias antes do leilão, um aditivo foi firmado por Décio Oddone, da ANP, e Mauro Roberto da Costa Mendes, gerente executivo de Águas Profundas da Petrobras, estabelecendo que caso o CL de Tartaruga Verde seja alterado, os mesmos índices passarão a valer para o novo contrato. Sem ágio e com CL reduzido, a Petrobras pretende andar rápido com suas Tartarugas (Verde, Mestiça e Sudoeste).

Texto: Beatriz Vaz

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