Indústria química : oportunidade para atrair investimentos ao setor

Demanda local em elevação sinaliza oportunidade para atrair investimentos ao setor - Perspectivas 2022

Os números da indústria química brasileira em 2021 trouxeram duas notícias, uma boa, outra ruim.

Considerando os produtos químicos de uso industrial, o consumo aparente nacional (CAN) registrou aumento de 20,5% sobre o ano anterior, o melhor resultado desde o início do acompanhamento estatístico conduzido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), em 1994.

O índice aponta o consumo de quantidade crescente de insumos do setor, ou seja, a demanda segue firme.

A má notícia: as importações químicas em sentido estrito dominaram 46% do mercado interno, levando a um déficit comercial setorial recorde de US$ 34,9 bilhões, 48,5% superior ao do ano anterior.

No começo dos anos 1990, esse percentual importação era de 7%, com déficit de US$ 1,5 bilhão.

O lado meio cheio do copo evidencia a existência de oportunidades para investimentos produtivos no Brasil, lastreados em demanda robusta e crescente.

A parte vazia significa que ainda temos muito a fazer para atrair o interesse dos investidores.

A Abiquim relacionou os investimentos programados pelo setor para o período entre 2021 e 2024 e chegou a um número perigosamente baixo: US$ 1,6 bilhão.

O momento é propício para ampliar a capacidade do setor, como apontou o presidente do conselho diretor da Abiquim, João Parolin, durante o Encontro Nacional da Indústria Química (Enaiq), em dezembro de 2021.

Indústria química - oportunidade para atrair investimentos ao setor ©QD Foto: iStockPhoto
Presidente do conselho diretor da Abiquim, João Parolin

“O novo marco legal do saneamento dará um forte impulso às vendas de PVC e de cloro, além de outros insumos; a construção civil tem projetos represados que começam a sair das gavetas; é preciso investir na produção de alimentos, campo em que o Brasil é muito bem preparado, a indústria química pode produzir mais fertilizantes e insumos”, detalhou.

Ele também aponta um papel relevante para o setor no enfrentamento das mudanças climáticas, a começar pela lição de casa.

“A indústria brasileira vem reduzindo vigorosamente suas emissões de gases de efeito estufa, contamos com indicadores gerados pelo programa de Atuação Responsável para indicar caminhos, isso elevou nosso padrão de qualidade, atingimos nível de excelência em escala global”, disse.

Além disso, Parolin considera a possibilidade de o setor contribuir para a transição energética, auxiliando a reduzir o consumo materiais de origem fóssil.

“Aqui no Brasil, temos possibilidades amplas para produzir biocombustíveis, hidrogênio verde e outros”, salientou.

“Mas, por se tratar de uma indústria intensiva em capital e com ciclo longo de amortização, é preciso contar com condições adequadas para investimento, com regras estáveis no longo prazo.”

Estabilidade normativa não é forte do país. Em 2013, a Lei 12.859 aprovou a instituição de um regime especial de desoneração de PIS/Cofins incidente sobre matérias-primas petroquímicas, como a nafta, denominado Reiq.

O atual governo editou a Medida Provisória 1.034/2021 para extinguir esse benefício, porém as casas legislativas, ao avaliar a matéria, em junho, decidiram manter o Reiq, reduzindo-o gradualmente até 2024, quando seria extinto.

Porém, no apagar das luzes de 2021, uma edição especial do Diário Oficial da União publicou outra Medida Provisória, a 1.095, fulminando o Reiq. Essa MP pegou de surpresa o setor químico.

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Ciro Marino, presidente-executivo da Abiquim

“O Reiq era o único incentivo fiscal da indústria química, equivalia a US$ 300 milhões, por ano; os incentivos concedidos ao setor nos Estados Unidos, por exemplo, são quase 15 vezes maiores, chegam a US$ 4,6 bilhões”, comparou Ciro Marino, presidente-executivo da Abiquim.

“Nós competimos com indústrias químicas altamente incentivadas em seus países de origem, como apontou estudo da Bain & Company, e ainda assim somos a sexta maior indústria química do mundo”.

Outra desigualdade está na tributação total imposta ao setor industrial, que fica entre 40% e 45% do faturamento.

“O Ministério da Fazenda tem uma ideia de igualar a carga tributária efetiva entre todas as atividades econômicas do país, chegando a 20% a 25%, que é o que se pratica na OCDE; mas a agropecuária paga entre 8% e 9%, serviços pagam pouco também, bancos tem uma tributação diferenciada, será um trabalho muito difícil, quase impossível em ano eleitoral”, comentou Marino.

Outro fator que emperra o interesse dos investidores em projetos no Brasil: o custo elevado dos insumos.

Marino informa que os consumidores industriais daqui pagam 300% a mais pelo gás natural do que as indústrias dos EUA; a eletricidade fica 400% mais cara e a nafta petroquímica é mais onerosa aqui do que na OCDE. “Fica difícil competir assim”, lamentou.

No comércio exterior, Marino aponta que o governo continua abusando do expediente de usar normas infralegais para alterar alíquotas do imposto de importação e medidas de proteção concorrencial, procedimento que é incompatível com as regras da OCDE, grupo do qual este governo almeja participar.

“Até mesmo direitos antidumping estão sendo cancelados sem nenhum cuidado, isso aconteceu com o fenol, por exemplo, no qual havia dumping documentado”, criticou. “Nem ao menos exigem reciprocidade de tratamento de outros países, é um erro.”

Marino observa que a indústria química brasileira tem um desempenho operacional excelente, mas seus problemas de competitividade internacional surgem “da porta para fora das empresas, são exógenos”.

A média de proteção tributária efetiva (considerando acordos com países vizinhos) é inferior a 6%, que é a proteção média europeia, explicou.

O expressivo aumento de 59,8% no faturamento em dólares dos produtos químicos de uso industrial em 2021 pode deixar uma impressão errada sobre o setor.

“Esse faturamento de quase US$ 400 bilhões se deve ao aumento vertiginoso dos preços internacionais, resultado da pandemia, da interrupção de fluxos logísticos e da produção em alguns locais por força de eventos climáticos, além de refletir a elevação da cotação do petróleo e do gás”, ressaltou Marino.

Ainda não há dados completos para se aferir a rentabilidade setorial. A ocupação média da capacidade produtiva da indústria química brasileira ficou em 72%, índice muito baixo.

Instabilidades para o ano – A esperança de ver tramitar alguma reforma legislativa importante em ano eleitoral é mínima.

“Ao mesmo tempo, ano eleitoral sempre registra aumento de turbulências que, por sua vez, influenciam o câmbio, podendo aumentar o valor do dólar em relação ao real; isso, com a alta exposição do mercado interno às importações, reduz a previsibilidade de oferta e demanda para menos de 120 dias”, comentou Marino.

Isso significa aumento de risco para importações, o que pode ser bom para os produtores locais.

“É possível até que 2022 seja um ano bom para o setor, mesmo que a economia piore.”

Para 2023, a expectativa muda. “O presidente que assume a cadeira chega com um capital político enorme, tem força para destravar as reformas, desde que queira fazê-las e em que sentido”, salientou, apontando que as propostas atualmente em debate no legislativo são adequadas.

Indústria química - oportunidade para atrair investimentos ao setor ©QD Foto: iStockPhoto

Marino comenta que não é a questão eleitoral que preocupa o setor. “O comportamento dos preços das commodities e a elevação das taxas de juros aqui e no exterior representam risco maior aos negócios”, explicou.

A Abiquim, com base nos relatórios do Atuação Responsável, pode atestar o comprometimento efetivo do setor para a produção mais limpa, consumindo menos energia nos processos e emitindo menos gases perigosos.

Apesar disso, causa alguma preocupação a postura do país em relação às medidas de controle de emissões de carbono. Lembre-se que as metas anunciadas durante a COP-26, em novembro, de reduzir as emissões de carbono equivalente em 37% até 2024 e 50% até 2030 podem ser consideradas ambiciosas.

“O Brasil está propondo taxar as emissões de carbono, mas o melhor seria incentivar a redução das emissões via precificação de créditos de carbono, como estão fazendo na Europa”, comentou Marino.

Trata-se de um tema complexo, a começar pela terminologia.

“Não deveríamos falar em descarbonização, nunca vamos eliminar o carbono do mundo, somos feitos de carbono, mas seria melhor dizer desfossilização, ou seja, deixar de consumir carbono de origem fóssil”, afirmou.

Os debates legislativos devem demorar, infelizmente, pois o Brasil poderia ganhar muito com uma precificação adequada. “Setores como papel e celulose, etanol e até a indústria química poderiam ter mais uma fonte de renda”, disse Marino.

Contraste com os EUA – Enquanto a indústria química brasileira apresenta ociosidade e seus projetos de investimento minguam, nos Estados Unidos a situação é outra.

O American Chemistry Council (ACC, associação da indústria química de lá) aponta crescimento modesto da produção química americana em 2021.

O maior problema enfrentado por lá foi o clima: tempestades de inverno no Texas, em fevereiro, e um furacão em Agosto, na Louisiana, além de restrições mundiais na cadeia de suprimentos.

Para 2022, o ACC projeta um aumento de 4,3% na produção setorial, com a acomodação dos problemas logísticos e a boa taxa de operação das fábricas.

O panorama mundial desenhado pelo ACC aponta um crescimento de 3,8% na produção de 2022. Para 2023, o crescimento mundial deve ser um pouco menor, de 3,2%.

Segundo o conselho, a demanda americana e também a mundial por químicos segue crescendo e os estoques nas cadeias produtivas ainda estão baixos, uma situação que favorece a manutenção de preços elevados.

Problema sul-americano – A América do Sul vai, aos poucos, perdendo representatividade no panorama petroquímico mundial pela falta de novos investimentos em capacidades produtivas, ainda que tenha um bom potencial para a atividade.

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O consultor Jorge Bühler-Vidal, da Polyolefins Consulting

“Cada país tem seus problemas, mas falta um pouco de audácia para colocar um projeto em marcha”, lamentou o consultor Jorge Bühler-Vidal, da Polyolefins Consulting, de Nova Jérsei (EUA).

“A região aproveita mal seus recursos naturais, há matéria-prima suficiente para novos projetos; veja o caso do Peru, seria uma região muito competitiva no campo dos plásticos, com baixos custos logísticos, isso sem mencionar o triste caso da Venezuela.”

A Polyolefins Consulting acompanha os novos projetos petroquímicos e seu andamento nas Américas, registrando forte expansão nos Estados Unidos.

Na América do Sul, o consultor apontou apenas alguns projetos, a começar pela expansão da produção de ureia em Bahia Blanca e de fertilizantes no México, país onde também há investimentos para ampliar a capacidade de importação de etano para a Braskem Idesa.

No Brasil, ele registra a expansão da capacidade de etileno verde da Braskem, de 200 mil t/ano para 260 mil t/ano. “A América Latina apresenta baixa disponibilidade de etano e propano de baixo custo, inibindo a evolução do setor”, disse.

Ele atribui parte da falta de inciativa de investir pelo excesso de racionalização por parte dos investidores, que buscam um grau de segurança impossível de se alcançar.

“Vários projetos que estão sendo construídos nos Estados Unidos começaram com informações incompletas, era um risco”, comentou. Nesse ponto, ele elogiou o comportamento da Braskem, que fez investimentos importantes no México e nos Estados Unidos.

Todavia, ele admite que o processo decisório se tornou mais complicado nos últimos anos com a forte preocupação com a agenda ESG (environmental, social and governance).

“Além de convencer os banqueiros, é preciso também dialogar muito bem com a comunidade local, ao contrário do que foi feito pela Formosa Plastics na Louisiana (EUA), que errou tudo no relacionamento com os vizinhos que conseguiram embargar o projeto”, salientou.

A agenda ambiental entrou definitivamente no horizonte petroquímico em 2018, tornando-se a cada ano mais visível.

“A indústria está se esforçando para reduzir sua pegada de carbono, aumentando a eficiência no uso da energia, desenvolvendo crackers elétricos, usando energia de fontes renováveis, capturando CO2 e usando mais o hidrogênio em seus processos”, apontou.

No caso dos crackers elétricos, a sua posição fica ainda melhor quando a fonte de energia é eólica ou solar.

“Estão sendo formados consórcios para montar plantas-piloto, ainda vai demorar para alcançar a escala comercial”, avaliou. Bühler-Vidal entende que estamos em uma etapa preliminar de transição. Os investidores podem escolher entre construir crackers convencionais, com o risco de vê-los se tornar obsoletos em dez anos, ou esperar mais dez anos para contar com tecnologia inovadora.

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“No momento, o ideal seria construir um cracker que possa ser adaptado no futuro a uma outra tecnologia”, afirmou, ressaltando a existência de controvérsias quanto a isso.

No campo da eficiência energética, considerada essencial, é preciso ter um olhar mais amplo, indo além da porta das fábricas. “Os fornecedores também devem ser eficientes no uso da energia, bem como os consumidores dos produtos, eles precisam usá-los da melhor forma possível”, salientou.

Em oura forma de abordar a pauta ESG, a gestão dos resíduos plásticos ganha importância a cada ano.

“Os plásticos estão longe de ser os maiores vilões ambientais, pois não são perigosos à saúde humana e animal, porém quando se vê um rio cheio de garrafas PET boiando, ou uma ilha de plásticos no oceano, percebe-se que a visibilidade do problema é enorme e exige atitudes”, considerou.

Ele apontou que a maior parte dos plásticos é aplicada em produtos duráveis de ciclo longo, como os tubos e esquadrias de PVC ou os gabinetes de eletroletrônicos. O problema está nos materiais de uso único, os descartáveis, a exemplo das sacolinhas plásticas de supermercados ou dos copos para bebidas.

“É preciso investir mais em unidades para reciclagem mecânica ou química de plásticos; a mecânica já tem tecnologia consolidada, enquanto a química ainda está na fase de piloto, e as recicladoras precisam ter pelo menos capacidade para processar 100 mil t/ano”, avaliou, considerando a reciclagem energética como opção complementar.

“E a resina virgem continua sendo mais barata que a reciclada, é preciso instituir exigências legais e incentivos para apoiar o uso de reciclados, porém de uma forma inteligente e eficaz; o problema é que quem decide isso não é especialista e acaba banindo esse ou aquele item, sem muita justificativa”, lamentou.

Bühler-Vidal aconselha a indústria do plástico a tomar a iniciativa, com o apoio de ONGs e associações. A ideia é resolver o problema dos resíduos sólidos, ou seja, do lixo, de forma integrada.

É preciso avançar rapidamente, porque, segundo o consultor, os principais clientes de resinas plásticas para embalagem querem contar com 30% de conteúdo reciclado nas resinas que convertem.

“Isso representa um volume gigantesco de resíduos, exigindo milhares de reciclados em operação, é uma oportunidade para negócios, em especial para quem já trabalha com coleta de lixo”, disse.

Na sua visão, a reciclagem é uma atividade para empresas de pequeno porte, com baixo custo fixo. Elas deveriam separar e preparar o material, enviando-o para as petroquímicas que teriam condições de formular resinas de alta qualidade com 30% de conteúdo reciclado.

“As petroquímicas devem apoiar essas empresas para alcançar seus objetivos”, disse. A capacidade média de um cracker petroquímico atual fica entre 1,5 milhão e 2 milhões de t/ano de etileno, uma escala impossível de ser alimentada apenas por recicladores.

Caso a pressão contra os materiais descartáveis seja muito forte, a tendência será a de concentrar a produção de resinas plásticas nos grades voltados para produtos duráveis, cuja demanda segue crescendo. “Carros elétricos, por exemplo, consomem mais plásticos do que os convencionais”, afirmou.

A eletrificação da frota automotiva apresenta novos desafios e oportunidades para os plásticos. “O preço dos carros elétricos baixou e está se aproximando dos tradicionais, a sua autonomia também melhorou muito, embora ainda seja necessário investir na infraestrutura de distribuição de energia e pontos de alimentação”, comentou.

Em dez anos, é possível que grande parte da frota de automóveis da Europa e dos Estados Unidos use motores elétricos. A Noruega anunciou que não venderá mais carros com motores a combustão interna. “Isso ameaça a sobrevivência das refinarias de petróleo que precisam da demanda de gasolina e diesel para serem rentáveis”, avaliou.

Ele considera que a atividade petroquímica tende a ser cada vez mais relevante para os produtores de petróleo e refinadores.

“A petroquímica com certeza sobreviverá ao fim da gasolina, as grandes companhias de petróleo estão revendo sua estratégia, no sentido de uma aproximação com a petroquímica”, disse. Nesse ponto de vista, a anunciada saída da Petrobras do capital acionário da Braskem mereceria análise mais cautelosa.

Bühler-Vidal salienta que, quando um país melhora sua situação econômica, o consumo de materiais plásticos aumenta.

“São os mais pobres que movimentam o mercado mundial, vemos isso na Índia, por exemplo, cuja classe média é maior do que toda a população dos Estados Unidos”, apontou. Por sua vez, a China segue ampliando o consumo de plásticos acima das capacidades produtivas em construção por lá, exigindo mais importações.

Mesmo assim, ainda há oportunidades de crescimento em regiões maduras.

“O plano do governo Biden para melhorar a infraestrutura americana aplicará trilhões de dólares em atividades como a substituição de tubulação de água com soldas de chumbo por plásticos; das de linhas de transmissão de eletricidade com cabos revestidos de polietileno; além de investimentos para recuperar estruturas de engenharia com amplo uso de plásticos”, informou, evidenciando o tamanho da demanda americana nos próximos anos.

O impacto da Covid-19 no setor de plásticos foi sensível. Como as petroquímicas têm baixa intensidade de uso de mão-de-obra, foi possível garantir condições de higiene e segurança para que as operações prosseguissem normalmente, lançando de mão de trabalho remoto, distanciamento laboral entre outras medidas.

“A indústria química sofreu pouco com a Covid, mas seus clientes não tiveram a mesma sorte, muitos foram obrigados a parar durante um período”, afirmou.

Com as pessoas ficando mais tempo isoladas em casa, mudou o perfil de produtos consumidos, causando algumas dificuldades pontuais de abastecimento, caso do papel higiênico nos Estados Unidos. Também o trânsito mudou, com aumento da circulação de caminhões e utilitários para entregas.

“Nos Estados Unidos, faltam motoristas de caminhão, pois jovens não se interessam pela profissão, que atualmente remunera muito bem, mas a formação leva pelo menos um ano, isso criou um problema de logística sério”, comentou.

De outro modo, a pandemia fez crescer o consumo de itens de uso médico, feitos de PP e PE, bem como a de itens descartáveis para entrega de produtos a domicílio.

No caso do Brasil, será preciso aguardar o resultado das eleições marcadas para este ano. Dependendo do seu resultado, pode ser que as condições para investimento no setor melhorem. Ou não.

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