Laboratório e Análises

Instrumentação Analítica – Fusão cria gigante do analítico

Marcelo Fairbanks
18 de dezembro de 2010
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    Quanto à eterna queixa dos compradores em relação ao custo dos sofisticados instrumentos analíticos, Castanheira recomenda avaliar os resultados obtidos com esses equipamentos, cuja produtividade atual é gigantesca. “Não podemos conseguir financiamento do tipo Finame, pois são aparelhos importados, mas estão disponíveis algumas operações de leasing muito interessantes”, comentou.

    Ele descartou a possibilidade de iniciar a fabricação local desses instrumentos, pela falta de escala e de componentes de alto conteúdo tecnológico. Curiosamente, a produção dos instrumentos da Agilent se encontra espalhada por diversos países. “Vários instrumentos foram desenvolvidos em cooperação com pesquisadores e universidades diferentes, e isso levou à instalação fabril nesses locais, mas ela é eficiente, não teria sentido unificar tudo em um só local”, explicou Castanheira.

    O fato de os instrumentos se tornarem cada vez mais produtivos, realizando mais análises por dia, não reduz a demanda por eles. Isso se explica pelo aumento nas exigências de qualidade em todos os tipos de produção, impondo mais e mais análises. A troca de custódia de gás natural, por exemplo, requer a caracterização das substâncias presentes por parte de quem o recebe e de quem o envia, para efeito de cobrança pela qualidade do produto. Mercado não falta.



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