Logística, Transporte e Embalagens

Flexografia – Conferência destaca cura por feixe de elétrons

Rose de Moraes
14 de outubro de 2009
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    Flexíveis sueperam frascos

    A impressão de embalagens flexíveis continua a representar um dos negócios mais promissores para os investimentos empresariais. Segundo o empresário Nelson Teruel, presidente da Abflexo, a produção de embalagens flexíveis no país superou pela primeira vez a fabricação de frascos e garrafas plásticas, obtendo percentual de 27% de participação contra os 25% alcançados pelos recipientes plásticos. A tendência também é observada no mundo. Enquanto as embalagens flexíveis alcançaram participação de 18%, as “garrafas” detiveram participação de 16% sobre o total no primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados apurados pelo núcleo de estudos da embalagem da ESPM.

    Também no primeiro trimestre deste ano, o Brasil ocupou o segundo lugar no ranking entre os países que promoveram o maior número de lançamentos, introduzindo no mercado um total de 4.099 novas embalagens. No ranking mundial, apurado anualmente, o país ocupa a sexta posição entre os maiores produtores, respondendo por 5% da produção mundial de embalagens. A liderança continua nas mãos dos Estados Unidos, com 18% de participação sobre a produção mundial, seguida da Grã-Bretanha (7%), França (6%), Japão (5%), China (5%), Brasil (5%), Alemanha (4%), Canadá (4%), Itália (3%) e México (3%).

    Uma das maiores preocupações do setor de embalagens flexíveis, segundo o presidente da Abflexo, é gerar menor volume de resíduos. “À medida que possamos trabalhar com substratos mais finos e com mais alta barreira, também poderemos gerar menos resíduos e contribuir para proteger o meio ambiente”, considerou. Segundo Teruel, pesquisas revelam que 43,3% do BOPP impresso por flexografia, em média, tenha por destino a reciclagem, enquanto o papel tem alcançado índices médios de reciclagem de 45,4%.



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