Meio Ambiente (água, ar e solo)

Fenasan – Encontro técnico discute como suprir as cidades durante a seca

Hamilton Almeida
28 de dezembro de 2015
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    Química e Derivados, Ramacciotti: tecnologia não deixa bomba de esgoto entupir

    Ramacciotti: tecnologia não deixa bomba de esgoto entupir

    O Izar Plus Portal monitora e gerencia o parque de medidores do cliente. É possível saber na hora se há fraudes, vazamentos, interrupção de funcionamento, etc. Todos os dados de medição são administrados de forma centralizada e podem ser visualizados e analisados em vários formatos. “O cliente tem, assim, acesso a uma série de informações e relatórios que o ajudará na gestão e tomada de decisão”, disse Adriano Souza, gerente de projetos.

    Mesmo tendo como horizonte a retomada da economia brasileira dentro de 12 a 18 meses, o diretor geral da Xylem , Mario Ramacciotti, utilizou a Fenasan para promover produtos com tecnologias inovadoras. É o caso da linha de bombas para esgoto Flygt. “Com a tecnologia N, essas bombas não entopem e poupam de 20% a 25% de energia”, declarou o executivo. As bombas Flygt N são autolimpantes e podem ser aplicadas em instalações submersas e secas. Foram projetadas para uma vida útil longa.

    A área de drenagem da Xylem trabalha com a série Flygt 2000 e o modelo Godwin a diesel e elétrico. A empresa aluga ou vende os produtos. Ramacciotti informou também que a Xylem está trazendo para o Brasil as linhas de bombas Lowara e Goulds, que “devem ter um bom sucesso”. São aplicadas na movimentação de água em residências, comércio, irrigação e indústria.

    Química e Derivados, Paltrinieri: sensores otimizam a operação dos equipamentos

    Paltrinieri: sensores otimizam a operação dos equipamentos

    A KSB Bombas Hidráulicas divulgou o PumpMeter, unidade digital para monitoramento de bomba, cujo lançamento no mercado está previsto para setembro, anunciou Laércio Paltrinieri, gerente setorial de vendas da divisão água e meio ambiente. O produto “busca otimizar a operação da bomba, atingir o ponto de melhor eficiência, o que ajuda a economizar energia”, explicou.

    Trata-se de dois sensores conectados a um display produzido pela KSB e parametrizado para o modelo e o tamanho de bomba desejado. No display, a pressão de sucção, a de descarga e a diferencial (ou a altura manométrica) são exibidas alternadamente. Outra função é a identificação do ponto de operação da bomba, que é calculado e projetado em um gráfico. O perfil de carga também é estabelecido usando os dados compilados durante a operação da bomba. Paltrinieri espera uma melhora no nível dos negócios somente em 2016.

    Para a Itubombas, especializada na locação de conjuntos motobomba de alta tecnologia, o mercado “está cada vez mais receptivo para novos equipamentos”. O sócio gerente Rodrigo Law observou que estão ocorrendo vários casos de emergência que exigem soluções independentemente da realidade econômica.

    Química e Derivados, Law: mercado quer sistemas com tecnologia mais avançada

    Law: mercado quer sistemas com tecnologia mais avançada

    A empresa expôs a motobomba ITUPP44S10. Com potência de 30 cv, vazão até 350 m3/h e passagem de sólidos até 3”, o modelo conta com o sistema de escorva automático a vácuo, que permite iniciar o bombeamento a seco com sucção de até 7 m de altura. “A bomba de vácuo é uma das peças mais importantes dos nossos equipamentos, pois torna o processo de retirada do ar na linha de sucção do bombeamento algo extremamente ágil, eficaz e produtivo”, completou Law.

    Fabricante de bombas submersas vibratórias, a Anauger apresentou uma novidade com tecnologia brasileira: motobomba para poço tubular profundo. “É uma bomba em aço inoxidável com custo competitivo”, comentou o diretor comercial Marco Aurélio Gimenez. O produto é apontado como uma “excelente opção” para quem tem problemas com bombas injetoras. Também gera economia de energia elétrica e tem baixo custo de instalação e manutenção.

    A Anauger está inovando também com a bomba vibratória movida por energia solar fotovoltaica. Com vazões de 1.200 a 8.600 litros por dia, elevação máxima de 40 m e distância máxima de bombeamento de 500 m, com altura de 5 m, o sistema é amortizável em seis anos e tem durabilidade de 25 anos, ressaltou Gimenez. A empresa deve manter este ano o mesmo nível de faturamento registrado em 2014, que foi “um ponto fora da curva”. No ano passado, comercializou mais 14% em número de unidades.



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