Tintas e Revestimentos

Feitintas – Encontro salienta a necessidade de investir na formação profissional

Quimica e Derivados
18 de outubro de 2010
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    consumidor, está afinado com o discurso ecológico, por não deixar resíduos em seu interior. A embalagem Safety Can pode ser encontrada em latas de ¼ de galão e 1 galão (3,6 litros).

    A Prada investe pesado em marketing para não deixar de acompanhar as novas tendências de mercado. Para Caroline, não há mais como ignorar, sobretudo no setor de embalagens de tintas e vernizes, a importância da mulher. A história da evolução da mulher no mercado de trabalho e sua importância na sociedade se confundem diretamente com a evolução estética das latas de tintas. “Até pouco tempo atrás, os homens eram os responsáveis por comprar as tintas e eles não queriam nem saber se essas latas eram práticas ou bonitas, o que importava era apenas o conteúdo”, afirma Caroline. “Aos poucos, as latas com letras garrafais e cinzentas foram trocadas por latas decorativas, bonitas e práticas. A litografia se tornou imprescindível.”

    Química e Derivados, Caroline, Feitintas - Encontro setorial salienta a necessidade de investir na formação profssional

    Caroline: público feminino prefere embalagens práticas

    O discreto estande da Módulo Embalagens era quase imperceptível no meio de outras gigantes do setor. Há apenas seis anos no mercado de tintas, a empresa de Juiz de Fora-MG está otimista para os próximos anos.

    Química e Derivados, Paulo Arantes, gerente comercial da Litografia Valença, Feitintas - Encontro setorial salienta a necessidade de investir na formação profssional

    Paulo Arantes: lata bonita ajuda a vender tinta para mulheres

    Américo Vieira, gerente comercial da Módulo, diz que nem a concorrência das embalagens de plástico será capaz de frear o crescimento da empresa. “As embalagens de plástico custam mais barato e, ao contrário do nosso setor, não dependem apenas de um fornecedor de matéria-prima, mas nós temos também as nossas vantagens, principalmente quando o tema é o meio ambiente”, afirma Vieira. “A verdade é que, enquanto a classe C continuar pintando suas casas, terá mercado para todo mundo.”

     

    Menos empolgado que Vieira, mas também esperançoso, o presidente da Abrafati, Dílson Ferreira, preferiu apresentar números que reforçassem o otimismo do setor. Lembrou que o consumo de tintas no Brasil ainda é muito baixo (cerca de sete litros por habitante, muito inferior ao consumo, por exemplo, de países desenvolvidos) e há um enorme déficit habitacional (estimado em 7,9 milhões de casas) para ser reduzido.

    Química e Derivados, Dílson Ferreira, presidente de Abrafiti, Feitintas - Encontro setorial salienta a necessidade de investir na formação profssional

    Dílson Ferreira: consumo per capita de tintas ainda é baixo no BR

    Como a construção civil corresponde a 65% da produção de tintas no país e em torno de 60% do faturamento total, basta uma simples equação matemática para calcular o enorme potencial de crescimento do setor. “Podemos alcançar números fantásticos, mas para tanto será preciso que toda a cadeia produtiva perceba a importância de capacitar a mão de obra. Não é apenas um problema do setor de tintas e vernizes, mas um problema brasileiro”, afirma Ferreira.



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    Um Comentário


    1. Achamos muito interessante este post.



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