Meio Ambiente (água, ar e solo)

Fiema reúne tecnologia de ponta na área ambiental

Hamilton Almeida
14 de maio de 2018
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    4º Meeting Empresarial. A programação será aberta por Oscar Motomura, fundador e CEO do grupo Amana-Key, empresa voltada à gestão e à liderança de organizações tanto públicas quanto privadas. Ele é uma espécie de guru no mundo dos negócios. As suas propostas procuram desenvolver um elevado nível de consciência nos executivos, buscando prepará-los para os desafios do futuro e fazendo-os se reinventarem estrategicamente todos os dias.

    Na sequência, Clovis Tramontina, apresentará o case da centenária empresa fundada por seu avô, Valentin. A Tramontina é uma das maiores fabricantes de ferramentas e utensílios para cozinha, com mais de 18 mil itens no portfólio. A preocupação não é só ofertar produtos de qualidade. A companhia assume a sua responsabilidade social através de um eficaz programa de gestão ambiental e investe em tecnologias para a minimização dos impactos gerados pelas atividades fabris. Conta ainda com uma gestão de resíduos própria e integrada para as unidades da Serra Gaúcha e um Comitê Ambiental que compartilha práticas e experiências entre todas as unidades.

    Antonio Joaquim de Oliveira, presidente da Duratex, vai falar sobre a estratégia de sustentabilidade do grupo, baseada em oito temas estratégicos e 45 metas a serem cumpridas até 2025. Entre as práticas, adota processos para reduzir o consumo de recursos naturais, mantém um programa de educação para os colaboradores e um robusto programa de gestão de fornecedores, com avaliação dos aspectos éticos e socioambientais. Por meio das marcas Duratex (painéis de madeira), Durafloor (pisos laminados), Deca (louças e metais sanitários), Ceusa (revestimento cerâmico) e Hydra (duchas e torneiras elétricas), construiu uma reputação que a coloca como líder em quase todos segmentos em que atua.

    “A visão de que é possível adequar o negócio aos atuais preceitos e exigências de compromissos econômicos, sociais e ambientais, de forma simples, sem maiores dificuldades, deve servir de inspiração para que outros empresários sigam os seus exemplos”, afirma a coordenadora da conferência, Maristela Cusin Longhi.

    “Não há mais espaço no mercado para quem se posiciona de qualquer forma. Questões como sustentabilidade, responsabilidade social e ética precisam estar intrínsecas na cultura das empresas”, recomenda Maristela. O encontro tem como tema “Atitudes sustentáveis: nosso jeito de ser e fazer, garantindo resultados” e será realizado dia 10 de abril, às 9h.

    2º Seminário de Energias Renováveis. Além de tratar sobre licenciamento e políticas de incentivo, abordará as energias hídrica, biogás e biometano, solar e eólica. A diversificação da matriz energética brasileira é um dos assuntos em pauta face à limitação dos recursos naturais – e da potencialidade que o país tem e pode explorar. Identificar e aplicar tais oportunidades são os objetivos do seminário, dirigido pela professora doutora da PUC, Aline Cristiane Pan. 11 de abril, entre 9h e 16h30min.

    1º Seminário Internacional de Resíduos Industriais e Urbano, novidade do FiemaCon, esse encontro é voltado à identificação de oportunidades para gerar negócios, com a destinação correta e sustentável de resíduos. O case de países como Portugal, Finlândia e Áustria que, alicerçados numa legislação que os apoiou a encontrar uma forma de criar novas receitas, será um dos destaques. No dia 11 de abril, das 13h às 17h. Tema: “Como transformar resíduos de problema em desenvolvimento social, econômico e ambiental”.

    Química e Derivados, Os organizadores esperam mais de 10 mil visitantes nos três dias do evento

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    “Com sete edições já realizadas, a Fiema Brasil cumpre com êxito o papel de ressaltar a importância de tecnologias que permitam impulsionar o desenvolvimento com mais eficiência produtiva e menos desperdício”, assevera Favretto. Quando se fala em gestão ambiental, um dos principais conceitos é o de minimizar perdas, pois tudo o que se utiliza na confecção de um produto tem valor.

    “Isso faz da gestão ambiental um mundo de oportunidades para empreendedores – e é isso que a Fiema se propõe a fazer, criar um novo polo de negócios ambientais”, evidencia Favretto. “Uma dessas oportunidades, ainda muito tímida no Brasil, mas já desenvolvida em países como a Alemanha, é a logística reversa, ou seja, um conjunto de ações para viabilizar a coleta e a restituição de resíduos sólidos ao setor empresarial para posterior reaproveitamento. A gestão ambiental, hoje, está espalhada em várias frentes. Uma delas são os prédios sustentáveis, projetados para maior aproveitamento da iluminação e da ventilação naturais, evitando o uso excessivo da luz elétrica e do ar-condicionado; equipados para reaproveitar água da chuva, aproveitar energia eólica ou aquecimento solar, entre outros”, realça.

    O aproveitamento energético de resíduos é outro meio de se fazer gestão ambiental. Nessa área, enfatiza Favretto, “a Proamb tem uma série de serviços e soluções para que as empresas invistam nesse tema, que é uma grande fonte de riqueza sustentável. Temos muitas oportunidades e evoluções a serem feitas. Às vezes as pessoas querem trabalhar no exterior, mas as oportunidades estão aqui, temos muito mercado no Brasil”.



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