Entrevista: Visão de longo prazo ajuda a atravessar turbulências

QD – Como é participar de uma empresa que nasceu sob o olhar crítico de todos e virou a mesa, oferecendo uma remuneração atraente para seus acionistas e com planos consistentes de crescimento?
Lacerda – Participo, desde o início, do grupo de 40 pessoas da alta gerência (upper management) da Lanxess, na qualidade de country representative. Esse grupo não tem o poder de mexer na estratégia da companhia, mas promove uma sintonia fina das operações mundiais, apoiadas em aumento de performance, reestruturações pontuais para redução de custos, crescimento orgânico e por aquisições. Esses planos foram desenhados e calculados lá no começo, não foi uma “bala de prata”, mas o resultado de muito trabalho. Admiro a coragem do CEO Axel Heitmann, porque ele divulga abertamente as metas futuras e vai atrás delas. É muito gratificante fazer parte dessa história.

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