Economia Circular: Contribuições da Indústria Química Brasileira

Contribuições e Compromisso da Indústria Química - ABIQUIM

O engajamento na transição de uma economia linear para uma que redesenha, recicla, reutiliza e remanufatura, elimina o descarte de resíduos e que protege o meio ambiente deve promover a inovação, estimular novas oportunidades de negócios, reconhecer o componente social do modelo de reciclagem brasileiro e fomentar o diálogo entre as partes interessadas, já que o benefício é compartilhado entre a sociedade, os negócios e o planeta

A indústria química é provedora de soluções para quase todos os setores industriais, tais como agricultura, construção civil, setor automotivo, eletroeletrônicos, serviços de saúde, entre outros, desenvolvendo e difundindo produtos sustentáveis que ajudam a preservar o planeta e melhorar a qualidade de vida e a longevidade da população.

A Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim há muitos anos vem trabalhando, junto a seus associados, na redução dos impactos e riscos relacionados às instalações, processos, produtos e serviços.

A entidade coordena no Brasil, desde 1992, o Programa Atuação Responsável®, iniciativa voluntária da indústria química global para sustentabilidade, meio ambiente, saúde e segurança, buscando sempre a melhoria contínua, o uso racional de recursos e a geração de menores impactos ambientais e sociais com melhor impacto econômico.

A indústria química tem um longo histórico de avanços no aprimoramento de suas operações.

O esforço das empresas para desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias que atuam no controle e monitoramento de processos, na melhoria da eficiência, no reúso de recursos e na automação, em uma visão alinhada com as melhores estratégias internacionais voltadas para a gestão segura de produtos, são elementos que produziram resultados de excelência, que apoiam a ideia da revalorização de resíduos para que retornem aos ciclos de produção como matéria-prima valiosa, e não sejam tratados ou descartados como resíduos sem valor.

Os exemplos práticos abaixo, dos indicadores do Programa Atuação Responsável®, demonstram como a indústria química vem avançando na transformação de resíduos em recursos valiosos:

• A indústria química tem se dedicado ao aumento do reaproveitamento dos recursos que utiliza. Em 2020, quase 75% dos resíduos perigosos gerados e 44% dos resíduos não perigosos foram reaproveitados;

• De 2006 a 2020, a indústria química reduziu em 8% a geração de resíduos (perigosos e não perigosos), redução medida em kg por tonelada de produto;

• Em 2006, a indústria química reaproveitava cerca de 7% dos resíduos perigosos. Em 2020, esse índice atingiu quase 75%;

• Em 2006, a indústria química reaproveitava cerca de 15% dos resíduos não-perigosos. Em 2020, esse índice atingiu 44%.

Muitos destes princípios e conceitos que alicerçam a atuação da Abiquim e do Programa Atuação Responsável® no que tange à utilização dos recursos, eliminação, reaproveitamento ou redução de resíduos estão diretamente ligados a um tema de grande atualidade na agenda de Sustentabilidade: a Economia Circular, também chamada de/ou associada aos termos simbiose industrial, otimização industrial, economia regenerativa ou excelência operacional.

Economia Circular: Definição e princípios

Definir adequadamente, de uma maneira clara, o conceito de economia circular é um importante passo na comunicação das ações de circularidade da indústria química para a sociedade.

Para o ICCA – Conselho Internacional das Associações Químicas, a economia circular é um componente-chave para a sustentabilidade, através do qual recursos e materiais são circulados continuamente de modo a eliminar resíduos enquanto cria valor para todos os elos da cadeia.

De acordo com as recentes discussões da Organização Internacional de Normalização (ISO), que atualmente trabalha na elaboração de uma norma técnica para o tema, Economia Circular “é um sistema econômico que utiliza a abordagem sistêmica para manter o fluxo circular dos recursos, por meio da adição, retenção e regeneração de seu valor, contribuindo para o desenvolvimento sustentável”.

Em termos gerais, é consenso que Economia Circular apoia a sustentabilidade das operações de todos os setores industriais ao promover a utilização de recursos e materiais em ciclos contínuos, eliminando desperdícios e resíduos, gerando desta forma valor para todos os elos das cadeias.

Para explorar todo o potencial de uma economia circular, a indústria, a cadeia de valor e os legisladores, juntamente com todas as partes interessadas, devem levar em consideração os seguintes princípios:

Segurança em primeiro lugar:

A circulação de recursos deve ser gerenciada de forma transparente, para prover máxima segurança para trabalhadores, consumidores e para o meio ambiente. Os recursos a serem geridos de maneira circular têm que ser comprovadamente seguros, caso contrário a solução não é implementada.

Pensamento do ciclo de vida:

É necessário priorizar o uso de materiais inovadores e de abordagens de design que promovam novos modelos de negócios, que levem em conta todo o ciclo de vida dos produtos – com especial atenção ao fim de vida do produto, para eliminar o conceito de resíduo e implementar a abordagem “do berço ao berço” (“crade-to-cradle”) em substituição ao modelo linear “berço ao túmulo” (“cradle-to-grave”). O objetivo permanente é buscar eficiência operacional máxima, reutilizar materiais e conservar recursos, a fim de manter o valor dos recursos por mais tempo na economia, levando em consideração todos os possíveis impactos que um produto possa gerar ao longo do seu ciclo de vida. As Avaliações de Ciclo de Vida (ACV) são uma ferramenta importante neste caminho para a circularidade dos processos e devem ser utilizadas para dar suporte técnico às análises.

Abordagem holística da cadeia de valor:

Criar parcerias em toda a cadeia de valor (incluindo, por exemplo, fabricantes de produtos químicos, distribuidores, usuários e consumidores a jusante), podendo inclusive envolver diversos elos destas cadeias em projetos comuns, é o caminho certo a seguir.

Redução da assimetria de informações:

aumentar tanto quanto possível a transparência de dados entre os produtores da indústria química e outros atores, como varejistas, proprietários de marcas e a sociedade, de modo a promover a transparência e impulsionar a circularidade. Isso representa um desafio de propriedade industrial e para a geração de inovações que promovam a sustentabilidade, mas deve merecer esforços das diversas partes envolvidas no sentido de promover esta transparência positiva para o sistema.

Compromisso Abiquim

A indústria química é, por sua natureza, promotora de soluções de circularidade e provedora de soluções para o desenvolvimento sustentável de diversos setores. Soluções sustentáveis geradas na química, sendo uma indústria de base, permeiam diferentes cadeias produtivas, irradiando e difundindo progresso técnico por toda economia. Dentre essas ações, estão soluções para circularidade de produtos e processos.

Tendo em vista:

– a característica intrínseca de transversalidade da indústria química e potencial papel alavancador desta indústria na implementação de novos modelos;

– a longa trajetória da Abiquim no fomento de melhorias de processos e da utilização racional de recursos na indústria química através do programa Atuação Responsável® e outros programas coordenados e implementados com êxito pela associação no Brasil; e

– a premente necessidade de mudança dos atuais modelos de produção e consumo lineares, baseados na extração-consumo-descarte de recursos, que apesar dos avanços e benefícios que trouxeram à sociedade nos últimos séculos, precisam ser revistos e modificados;

A Abiquim vem reforçar seu compromisso com o desenvolvimento dos princípios e conceitos da Economia Circular na indústria química no Brasil e compromete-se a:

– promover o debate e construir uma agenda de defesa da economia circular no Brasil, que possa alavancar soluções circulares para os insumos e produtos químicos brasileiros, trazendo mais inovação e competitividade para a indústria química brasileira;

– colaborar sempre que possível para a transição dos atuais modelos lineares para os modelos circulares de produção e consumo de produtos químicos no Brasil, apoiando a aceleração da mudança para novos padrões produtivos nos quais se eliminem o conceito de resíduos, descartes e desperdícios, com fluxos mais perenes e limpos, melhorando a performance e a segurança da indústria nos aspectos ambientais, econômicos e sociais;

– sempre buscar envolver outros elos da cadeia produtiva e atuar de maneira coordenada com outros setores com os quais se relaciona.

Elementos-chave para a Economia Circular:

A Abiquim está comprometida em colaborar com seus associados para o progresso em direção à circularidade por meio dos seguintes elementos-chave:

• Inovações que ajudem a melhorar as taxas de reutilização, reaproveitamento e reciclagem de produtos como plásticos;

• Tecnologias que recapturem e reaproveitem produtos químicos usados na fabricação e decompõem materiais descartados em blocos básicos de química, para estender a vida útil e criar valor adicional para essas moléculas como matérias-primas que podem ser fabricadas em novos produtos ou dar suporte a novos usos industriais;

• Projetos sustentáveis de produtos e seleção de materiais que melhorem sua durabilidade, aumentem sua leveza, estendam a vida útil e permitam o reaproveitamento dos componentes do produto, preservando seu valor e utilidade em um sistema regenerativo;

• Uso de abordagem sistêmica e de ciclo de vida para buscar tecnologias e produtos que reduzam as demandas por recursos e o desperdício em toda a cadeia de suprimentos de produtos químicos;

• Tecnologias que impulsionem a produção de materiais e produtos de base biológica por meio do uso aprimorado de matérias-primas de biomassa que requerem um uso limitado de terras e insumos;

• Inovações que ajudem a impulsionar avanços em tecnologias de recuperação energética de materiais não recicláveis;

• Maior eficiência de recursos e otimização dos processos de fabricação que permitam aos insumos serem utilizados o maior número de vezes possível, de forma que mais possa ser feito com menos recursos e menos desperdício, como por meio de Captura e Utilização de Carbono (CCU) e insumos de gaseificação.

• Novos compromissos e investimentos que permitirão à indústria e à sociedade maximizar o valor, a utilidade e o benefício social de cada molécula, material e produto que a química possibilita.

• Colaborar proativamente com clientes, cientistas, comunidades e governos para melhorar as práticas de fim de vida, como coleta, segregação e processamento de resíduos, para que possam ser reciclados e transformados em produtos valiosos.

Cenário Brasil

É importante levar em consideração que, dificilmente, modelos criados em outros lugares poderão ser importados e adaptados sem esforços, ou a baixo custo, à realidade brasileira. A implementação de medidas de circularidade no Brasil passa necessariamente pela consideração da dimensão social: é preciso levar em conta, por exemplo, que muitas pessoas no país vivem da coleta e da reciclagem de materiais, muitas vezes em condições informais e precárias de trabalho. Neste sentido, a implementação de medidas de circularidade no Brasil demandará a construção de novos modelos de negócio, que levem em conta as especificidades do país, inclusive da questão social.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), de 2010, oferece princípios e diretrizes considerados de vanguarda desde a sua publicação. Fruto de extensa discussão, reconhece que é essencial o contínuo diálogo entre diversos atores da sociedade para avanços a partir de uma visão sistêmica. Seus princípios fundamentais como reduzir a geração, implementar os sistemas de logística reversa, aumentar a recuperação dos materiais e assegurar a disposição final adequada oferecem um caminho para a transição brasileira de uma economia linear para uma economia circular, tanto técnica como a partir da colaboração. A estratégia de longo prazo do país, apresentada no Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares), também reconhece a necessidade de uma gestão integrada dos resíduos sólidos, reconhecendo as dimensões política, econômica, ambiental, cultural e social, sob a premissa do desenvolvimento sustentável.

Em linha com o compromisso nacional, a indústria química brasileira implementa o Atuação Responsável® desde 1992, incentivando suas empresas a utilizarem os recursos eficientemente, minimizando a geração de resíduos, o descarte de efluentes e emissões gasosas.

Reconhecendo que os esforços são contínuos, a indústria progride em linha ao artigo 9º da PNRS, e busca continuamente a concepção de produtos e processos que estimulem a não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. A inovação da indústria química a partir dessa lógica já viabilizou inúmeros produtos que hoje já fazem parte do dia a dia da sociedade.

Nesse cenário, projetos-pilotos na transformação de resíduos em novos produtos comercialmente viáveis ou reaproveitáveis no processo são frequentes. Ambicionando o desenvolvimento sustentável brasileiro, a visão da Abiquim é de que, para que os projetos sejam efetivamente escalados, instrumentos econômicos e financeiros serão essenciais para viabilizar a transição do País para uma economia circular.

O Planares prevê que, em 2040, ao menos 72,6% da população brasileira tenha acesso à coleta seletiva e que 20% do material coletado seja reciclado. Essa é uma meta desafiadora, na qual a indústria química está pronta para colaborar, buscando soluções conjuntas e colaborativas.

Dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2020, da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), apontam que a quantidade de resíduos sólidos urbanos coletados aumentou 24% entre 2010 e 2019, acima da quantidade gerada (19%). Ainda assim, desafios no país seguem continentais, e somente uma construção coordenada e em múltiplas áreas poderá viabilizar os necessários avanços, bem como oferecer um novo ambiente de negócios para o país.

O engajamento na transição de uma economia linear para uma que redesenha, recicla, reutiliza e remanufatura, elimina o descarte de resíduos e que protege o meio ambiente deve promover a inovação, estimular novas oportunidades de negócios, reconhecer o componente social do modelo de reciclagem brasileiro e fomentar o diálogo entre as partes interessadas, já que o benefício é compartilhado entre a sociedade, os negócios e o planeta.

Posicionamento de setores específicos

O desenvolvimento da Economia Circular não é um tema novo para a Abiquim. Como já mencionamos, muitos dos preceitos e dos alicerces da Economia Circular já estão presentes em outras ações da Associação, em especial no Programa Atuação Responsável.

A Abiquim possui também um posicionamento sobre economia circular com foco específico no setor de resinas termoplásticas. Neste posicionamento, algumas metas foram estabelecidas, que são específicas a esse subsetor da química, e aos associados que nele atuam.

No entanto, este novo posicionamento da Abiquim não tem um recorte por segmentos da química. Ao contrário, busca abarcar todos os produtos químicos de uso industrial no escopo de atuação da Associação.

Logo, esse posicionamento e os compromissos ora assumidos não invalidam nem substituem quaisquer outros posicionamentos e compromissos assumidos anteriormente pela Abiquim, mas sim devem ser entendidos como complementares a eles. Portanto este novo posicionamento ratifica e complementa o “Compromisso Voluntário com Economia circular dos Plásticos” de 2018.

Economia Circular e Desenvolvimento Sustentável

O termo Desenvolvimento Sustentável vem sendo há muito tempo consolidado como o modelo de desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades das gerações atuais sem comprometer as gerações futuras, visando assegurar a utilização de maneira consciente e responsável dos recursos naturais não renováveis e a conservação e preservação dos ecossistemas.

Entendendo que o desenvolvimento sustentável do planeta abrange diversos aspectos sociais, econômicos e ambientais, transversais a todos os países, de natureza geral e inclusiva, a ONU criou e consolidou também ao longo dos anos a Agenda 2030, que abrange 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) mais 169 metas como orientadores das ações dos países, e de todos os stakeholders nestes países, aí incluída a iniciativa privada.

Tendo em vista o princípio fundamental da Economia Circular de manter os recursos não renováveis no ciclo econômico de forma contínua e eliminar ou reduzir resíduos nos processos, conclui-se que o objetivo de preservar recursos existentes é fundamental tanto para a Economia Circular quanto para o atingimento do Desenvolvimento Sustentável.

Além disso, os conceitos e métodos da circularidade visam garantir uma produção industrial mais limpa, com redução de emissões de gases de efeito estufa e dos gastos energéticos e uma economia baseada em recursos sustentáveis a fim de garantir a preservação do planeta e mais cuidados com o meio ambiente, estando assim alinhada com a Agenda 2030.

Vale ainda ressaltar que economia circular não se desenvolve como uma dimensão apartada das demais dimensões de sustentabilidade. Pelo contrário, seus preceitos, por exemplo, relacionam-se com os ODS 12 (consumo e produção sustentável), 8 (trabalho decente e crescimento econômico) e 9 (indústria, inovação e infraestrutura).

A indústria química brasileira participa ativamente desse esforço de cumprimento das metas estabelecidas na Agenda 2030, e a Abiquim atua ativamente neste sentido, incentivando a observação e implementação dos ODS entre suas empresas associadas. Exemplos concretos da inserção dos Objetivos nas atividades e projetos de consumo e produção responsáveis dessas indústrias podem ser vistos na página da associação:

http://ods.abiquim.org.br/consumo-e-producao-responsaveis/cases.

Conclusões e encaminhamentos

Tendo a inexistência do conceito de resíduos como um dos seus pilares, o modelo circular de produção e consumo pressupõe que todos os recursos retornem aos processos em ciclos reversos, fechados, seja na mesma cadeia produtiva ou em outras cadeias de valor.

A indústria química participa ativamente de quase todas as cadeias produtivas da indústria e está presente em setores produtivos estratégicos e em um grau elevado de encadeamentos na economia. Por essa característica, a indústria química pode facilitar e alavancar a implementação da Economia Circular, estimulando conexões multisetoriais que permitirão o surgimento de soluções inovadoras e de novos modelos de negócio que fechem ciclos.

O setor está comprometido em colaborar com membros da indústria, governo, sociedade civil e instituições de pesquisa acadêmica, na busca de resultados que otimizem materiais, recursos e tecnologias para criar valor para todos.

Mesmo sendo a química uma facilitadora do progresso em direção ao desenvolvimento sustentável e a uma economia mais circular, há muito mais a fazer para uma transição completa para modelos de negócios em que os recursos são continuamente reciclados para eliminar o desperdício e manter o valor.

A economia circular só poderá desenvolver-se em um ambiente no qual a inovação e a educação sejam alicerces fundamentais do progresso industrial e econômico.

Também o desenvolvimento do contexto regulatório seguro e bem estruturado é fundamental para a implementação dos novos modelos circulares.

Esforços em temas de educação, regulação e o desenvolvimento de políticas que incentivem a adoção de práticas circulares, investimentos em nova infraestrutura necessária para os novos modelos, com linhas de financiamento, são necessários para que a agenda de Economia Circular ganhe força no Brasil.

Para que este processo possa ocorrer de maneira eficiente, torna-se necessária a participação da sociedade como um todo, o comprometimento de vários setores da iniciativa privada, dos governos em todas as esferas – federal, estadual e municipal – bem como do engajamento da sociedade civil.

Seguindo os princípios do modelo econômico circular, a Abiquim entende que a indústria química brasileira estará mais uma vez contribuindo para melhorar o contexto econômico, ambiental e social do país, garantindo sua sustentabilidade ao mesmo tempo em que reduz os impactos ao meio ambiente e fortalece os aspectos sociais.

Química e Derivados - Abiquim organiza fórum com setores clientes da cadeia do plástico ©QD Foto: iStockPhoto

ABIQUIM

Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências.
Estruturada para realizar o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior.
Mais informações: https://abiquim.org.br/

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