Química

Cosméticos – Tinturas – Europa começa a banir pigmentos irritativos a Brasil deve seguir medida

Rose de Moraes
13 de novembro de 2008
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    Colorações com nutrientes capazes de reconstruir os fios também compõem as novidades da Maxiline. A empresa está inovando ao apresentar ao mercado coloração em creme formulada com sistema bionutritivo de colágeno hidrolisado e manteiga de cupuaçu, que promove a melhor permeação dos pigmentos sobre as cutículas e reconstitui a matriz protéica dos fi os. Assim, as tinturas oferecem tripla ação que consiste na cobertura total dos fi os brancos, no realce da cor e na proteção da fibra capilar contra os danos causados pelos oxidantes.

    Além das colorações, a empresa também desenvolveu emulsão reveladora cremosa para restabelecer o controle e o equilíbrio da pigmentação. Graças à estabilidade de seus componentes, essa emulsão garante as quantidades de átomos de oxigênio necessárias para a oxidação e ou o clareamento dos cabelos. Já o pó descolorante pode ser usado em todas as técnicas de mechas, refl exos, balayages, decapagens e clareamentos, pois possui ação intensa, rápida e de fácil homogeneização, sendo ainda microgranulado e não liberando partículas do produto no ar.

    A Truss Color oferece suas novas tecnologias em coloração, as quais permitem a fi xação de micropigmentos em cristais no interior das fibras capilares, proporcionando a mais perfeita cobertura dos fi os brancos, maior durabilidade das cores e brilho intenso. Além de micropigmentos, porém, as fórmulas contam com ativos enriquecedores de óleo de buriti, silicones, queratina e glicina de soja, que oferecem nutrição, reconstrução e hidratam os fi os.

    Ativo nanotecnológico – As tinturas em creme da Valmari também se propõem a deixar os cabelos mais saudáveis. Enriquecidas com manteiga de cereais e com óleo de jojoba, promovem maior durabilidade da cor e condicionamento dos fios.

    Mulheres que tiveram, contudo, seus cabelos danificados por processos químicos não precisam mais suportar fios arrepiados ou recorrer a cortes e esperar sua renovação. A solução para tais problemas vem da Chemyunion, que acaba de lançar um ativo composto de nanopartículas catiônicas de sericina, denominado Seriseal, que promete promover a nanoreposição da massa protéica perdida, restaurar o brilho molecular, oferecendo condicionamento, maciez e penteabilidade. Segundo técnicos da empresa, os efeitos são percebidos imediatamente após a aplicação, tendo- se comprovado a harmonização do relevo capilar em testes de eficácia. Compatível com vários tipos de formulação cosmética de tratamento, Seriseal foi desenvolvido para entrar na composição de condicionadores leave-on e rinse-off, finalizadores de penteados, cremes para pentear, entre outros produtos. Testes por microscopia eletrônica de varredura confirmaram os benefícios de Seriseal. Mechas de cabelos danificadas por processos químicos após tratamento com Seriseal, em solução a 5%, comprovaram a restituição do brilho aos cabelos e a reparação do dano nas cutículas por meio do nanoefeito. Testes comparativos realizados com queratina também comprovaram superior brilho oferecido aos cabelos por Seriseal. “A sericina possui alta afinidade com a queratina dos cabelos e liga-se fortemente a ela, agindo como um adesivo que cimenta as cutículas danificadas dos fios e a nanotecnologia permite agregar as moléculas protéicas por meio de interações iônicas com agentes catiônicos, cujo conjunto dá origem a nanopartículas. A estruturação da proteína globular nanoparticulada transforma o efeito adesivo característico da molécula individual da sericina em efeito selo. Como resultado, há maior capacidade de cobertura da superfície dos fi os, sem engordurar os cabelos, e a reparação das cutículas, gerando brilho em conseqüência dos efeitos de superfície das nanopartículas depositadas”, explicou a engenheira química Valéria Câmara, gerente de novos negócios da Chemyunion.

     



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    4 Comentários


    1. maria

      Boa tarde,
      Também tenho medo de tinta devido ao ppd…mas fenilendiaminas (diaminotoluenos), não é o mesmo? a syoss penso que usa fenilendiaminas (diaminotoluenos), na sua fórmula.


    2. Sonia Alves

      Já estamos em 2016 e até agora continuo aguardando que essa lei entre em vigor aqui no Brasil. Sou alérgica ao PPD, já utilizei a coloração 10′ da L’Oreal que há alguns anos foi colocada em nosso mercado, não tive nenhuma reação negativa no couro cabeludo mas ela, infelizmente, rapidamente foi retirada das lojas sem ninguém saber porque…



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