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Química

Comércio se esforça para compensar saltos do dólar

Marcelo Fairbanks
4 de maio de 2001
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    Entre os projetos da companhia para o Brasil está a entrada nos mercados do Norte e Nordeste até 2003. “Os fabri­cantes nos querem como distri­buidores nacionais”, explicou. Essas operações exigem planejamento ade­quado, dados os custos altos de trans­porte e armazenagem.

    Como crescimento orgânico, Hekma citou os investimentos em unidades para fazer soluções e misturas de nitro­celulose, em regime de tolling (sob encomenda) pela Nitroquímica. “É uma prestação de serviços que exigiu investi­mento de US$ 1 milhão na linha mais moderna do mundo para isso”, explicou. A HCI também vende nitrocelulose em algodão e em solução para seus clientes diretos. Outra linha que agrega serviço a produto é a embalagem de ácido fluorídrico, que também exigiu investi­mentos em instalações especiais, dada a alta corrosividade do produto.

    Quanto à crise energética, a HCI deve superar o período crítico sem dificuldades, embora as novas unidades tenham ampliado o consumo de eletri­cidade. “No final de junho, vamos transferir o escritório comercial para a rua Vergueiro, na vila Mariana (bairro de São Paulo), o que aliviará o consumo na base de Guarulhos”, informou. A área administrativa da HCI Brasil fica em Porto Alegre-RS, junto com os setores de recursos humanos, contabilidade e informática.

    Aprovada a distribuição responsável

    A assembléia dos associados da As­sociquim/Sincoquim, realizada em 31 de maio, aprovou por aclamação o regimento do Processo de Distribuição Responsável (Prodir).

    Criado com base no Responsible Distribution Process (RDP) da Associação dos Dis­tribuidores Químicos dos Estados Unidos (NACD) e adap­tado às condições brasileiras, o Prodir “vai trazer ganho de qualidade para o setor, não só no campo ambiental”, como avaliou Rubens Medrano, presidente das entidades.

    Composto de nove códigos que agrupam 34 práticas operacionais, o Prodir entra agora em fase de orientação das empresas inte­ressadas. “A procura já é grande pela certificação, que começará a ser feita a partir de outubro”, informou.

    O empresário Eduardo Castro, da Morais de Castro, considera fundamental para o setor consolidar o Prodir, oferecendo ao mercado essa garantia de qualidade. “Já atuamos dentro dos princípios do Atuação Responsável, seguindo as orientações da nossa distribuída Dow Química, e nos candidatamos ao procedimento da associação”, afirmou.



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