Química

Carta aberta: Química européia teme extinção

Quimica e Derivados
17 de abril de 2014
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    Os chineses constroem sem descanso. Embora na história recente eles tenham absorvido todo o excedente químico mundial, eles logo serão autossuficientes. Além disso, eles começarão a reverter o fluxo. Lembre-se que eles se preparam para ser a maior economia do mundo por volta de 2020.

    Então, diante dessa carnificina competitiva, será que Bruxelas ou outros países da Europa possuem um plano diretor? Que defesas têm em mente?

    Posso ver taxas verdes. Posso ver a desistência do shale gas. Posso ver o fechamento de usinas nucleares. Posso ver a manufatura sendo mandada para longe. Posso ver as autoridades sobre competitividade em Bruxelas alegremente desatentas quanto ao tsunami de produtos importados vindo nesta direção e permanecendo cegamente no caminho da reestruturação sensível.

    Os lucros da Ineos, uma das maiores companhias químicas mundiais, caíram pela metade durante os últimos três anos. Os lucros nos EUA triplicaram. A Basf, maior indústria química do mundo, pela primeira vez em sua história, anunciou um corte estratégico nos seus investimentos europeus, justificado pela estagnação do mercado e pelos custos elevados de energia e trabalho.

    Isso não fica bem para a Europa, somos coelhos flagrados pelos faróis dos carros, e estamos com as calças arriadas.

    Acredito que este seja um importante tópico para discussão. Assim, deixo esta carta disponível para os meios de comunicação.

    Atenciosamente,

    Jim Ratcliffe, presidente da Ineos.”



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