Calor – Clientes exigem redução do consumo de combustíveis e da emissão de poluentes

A concorrência entre fornecedores desse tipo de equipamento é restrita, a começar pela necessidade de contar com uma tecnologia reconhecida mundialmente e aplicar materiais adequados. “Um reformador opera a temperaturas muito altas e com grandes volumes de substâncias como o hidrogênio, que é explosivo”, explicou Dietziker.

A Combustol também fornece fornos de eteno para petroquímicas e unidades de incineração de resíduos voláteis. Neste caso, emprega a tecnologia Thermatrix, comprada em 2002 pela Selas Fluid Process Corp. (subsidiária norte-americana da Linde), de oxidação térmica sem chama. “Basicamente, é um vaso de pressão com recheio refratário mantido a alta temperatura, que provoca a oxidação dos resíduos de forma controlada e segura, com eficiência de 99,99% de remoção e baixa emissão de NOx”, explicou. A Combustol já vendeu e instalou dois desses fornos no Brasil. Há quatro tipos desses oxidadores, admitindo opções como aquecimento por resistência elétrica e com a possibilidade de recuperação de energia.

Além de petróleo e petroquímica, a companhia também fornece equipamentos siderúrgicos de grande porte, ramo no qual possui uma forte carteira de pedidos, e atua com fornos de incineração de resíduos municipais, uma área promissora para o Brasil, com a possibilidade de aproveitamento de energia.

 

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