Cadeia produtiva se prepara para demandas futuras

Química e Derivados - Abrafati: Tendências globais de saúde, qualidade e sustentabilidade apontam o futuro do setor

Química e Derivados - Abrafati 2019 - Cadeia produtiva busca inovações e se prepara para demandas futuras

Abrafati 2019 – Cadeia produtiva busca inovações e se prepara para demandas futuras

A cadeia setorial de tintas e revestimentos deu mais um passo no sentido de aproximar seus integrantes durante a Abrafati 2019, formada pelo congresso internacional e exposição de produtos e serviços, promovida de 1º a 3 de outubro, em São Paulo-SP. Foi o último encontro do gênero promovido pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati), pois a partir de 2021 a organização e promoção serão realizadas pela NürnbergMesse, empresa internacional especializada em feiras e convenções, sendo promotora também do European Coatings Show.

Os 13.495 visitantes, dos quais 975 estrangeiros, aos 19.831 m² ocupados por 237 expositores e 21.397 m² de área dedicada ao congresso encontraram um clima de negócios morno neste ano. A expectativa de um crescimento pífio do PIB brasileiro, estimado em 0,8%, e o fraco desempenho da construção civil tiveram um impacto significativo nos fabricantes de tintas. No entanto, mesmo assim, as inovações apresentadas pelos fornecedores de insumos foram muito bem recebidas pelos clientes, interessados em reduzir custos e em diferenciar seus produtos da concorrência.

É corrente a ideia de que o mercado brasileiro de tintas e vernizes tem um potencial imenso ainda por se efetivar. Portanto, a cadeia produtiva precisa estar preparada para atender um novo ciclo de crescimento da demanda, dessa vez sustentável. Ou mesmo para suprir espasmos sazonais de consumo.

A cadeia produtiva precisa ficar atenta a novos aspectos de mercado que podem mudar paradigmas. É o caso, por exemplo, do uso das técnicas de tecnologia de informação (TI), como big data e indústria 4.0, para prever e suprir necessidades dos usuários finais, integrando o ambiente da produção e a ponta de venda com altíssima velocidade, como foi explicado por Fabiano Sant’Ana, diretor da área digital da Basf América do Sul.

“O mundo está mudando e exigindo novas respostas. Precisamos ouvir mais os especialistas em assuntos os mais variados para tentar ver e antecipar o futuro do setor; a Abrafati 2019 foi uma oportunidade para isso”, comentou Antonio Carlos de Oliveira, presidente-executivo da Abrafati.

A primeira reunião plenária, na manhã de 1º de outubro, foi apresentada por Thierry Vanlancker, CEO da AkzoNobel, maior indústria de tintas do mundo, com vendas de € 9,3 bilhões no exercício de 2017/18, atuante desde 1792. Após vender suas atividades químicas, a companhia ajustou o foco na produção de tintas e revestimentos, com ênfase na inovação em produtos, processos e serviços.

Química e Derivados - Vanlancker e Oliveira: indústria precisa ir além das expectativas dos clientes
Vanlancker e Oliveira: indústria precisa ir além das expectativas dos clientes

“Nós precisamos ir além das expectativas dos clientes”, apontou Vanlancker. “Uma pintura não pode se resumir a mudar de cor ou deixar a superfície limpa por mais tempo, é preciso adicionar funcionalidades, a exemplo de antiembaçamento (antifogging), eliminador de marcas de dedos (antifingerprint), antimofo e antienvelhecimento, sem formaldeído”.

Ele também apontou mais demandas para o futuro, entre elas, a capacidade de promover isolamento térmico e melhorar o aproveitamento da energia nas casas, especialmente na região sulamericana. E salientou a importância de usar ferramentas de TI nos negócios. “Estamos também no ramo de construção e manutenção naval, precisamos desenvolver novos modelos de negócios nos portos usando inteligência artificial”, comentou.

As futuras gerações devem lidar com abordagens mais amplas que contemplem o uso mais intensivo de materiais renováveis, praticar a economia circular, eliminar substâncias perigosas e com emissão zero de VOC e gás carbônico. Vanlancker comentou que a AkzoNobel está reduzindo progressivamente o consumo de energia e as emissões de CO2 nas suas operações. “A sustentabilidade é um negócio, precisamos entregar benefícios para clientes, para a sociedade e ao ambiente”, afirmou.

Como empresa de alcance mundial, a AkzoNobel atua de forma descentralizada, proporcionando autonomia às diversas regiões e unidades de negócios. Cada uma tem acesso a toda a “caixa de ferramentas” tecnológicas corporativa para desenvolver produtos mais adequados a cada região.

Por fim, a gestão da inovação também conta com uma plataforma aberta, o programa Open Inovation, voltado para as tintas do futuro. São desafios anuais propostos para start-ups e cientistas de várias instituições do planeta com o intuito de acelerar novas ideias em um sistema colaborativo.

Química e Derivados - Fabiana: coalescente de origem natural não dá cheiro à tinta
Fabiana: coalescente de origem natural não dá cheiro à tinta

Inovação brasileira – As empresas químicas brasileiras se mostraram muito ativas em inovação, apresentando vários lançamentos para os formuladores de tintas. A começar pela Oxiteno, com sede no Brasil, mas com fábricas também nos Estados Unidos e México. “Aumentamos o investimento em inovação em todos os segmentos de mercado atendidos, apesar das dificuldades econômicas do mercado brasileiro nos últimos quatro anos”, comentou João Benjamin Parolin, presidente da Oxiteno.

Diretora global de marketing e inovação, Andrea Campos Soares explicou a orientação da companhia em aproveitar melhor o já extenso portfólio de produtos a partir de novas abordagens. “Colocamos em P&D pessoal qualificado e com experiência de mercado, isso nos permitiu avanços como o novo coalescente Ultrafilm 5000, que está sendo lançado na Abrafati 2019”, salientou.

Fabiana Marra, líder global de negócios de tintas e revestimentos da Oxiteno, comentou que a companhia lançou seis novas moléculas de solventes e duas de surfactantes nos últimos 10 anos, um feito notável para a pesquisa e desenvolvimento no Brasil.

Nesta Abrafati, a companhia apresentou o Ultrafilm 5000, um éster de origem totalmente renovável que oferece desempenho superior aos padrões do mercado local e internacional, ou seja, éteres e ésteres glicólicos. “O 5000 nasceu para ser coalescente, para ajudar os formuladores em escala global, tem baixo impacto ambiental e não deixa cheiro”, comentou Fabiana.

Como explicou, o Ultrafilm 5000 é uma resposta às solicitações recebidas dos clientes fabricantes de tintas arquitetônicas de base água, embora possa ser usado com êxito em outras aplicações. “Após uma seleção inicial, identificamos dez moléculas com potencial para atender às solicitações e iniciamos uma pesquisa profunda sobre elas até encontrar a molécula ideal, usando modelagem computacional. Depois disso, começamos os estudos para produzir o protótipo que foi testado por universidades dos Estados Unidos, com as quais temos parceria, e iniciamos o pré-marketing no México”, comentou. O produto foi patenteado pela companhia.

Aliás, o Ultrafilm 5000 é fabricado apenas na Oxiteno do México. Segundo Fabiana, o processo produtivo é tecnologicamente complexo e a unidade mexicana é que apresenta instalações e acesso às matérias-primas com mais competitividade.

O papel de um coalescente é contribuir para formar um filme homogêneo e de qualidade, esta verificada pelos testes de ciclos de lavabilidade. “Verificamos que o 5000, embora tenha um ponto de ebulição superior ao do padrão de mercado, forma filme que não fica mole e apresenta excelente desempenho nos ensaios”, apontou. Ela também informou que não se trata de um substituto drop in, portanto exige alguma adaptação da formulação da tinta, porém considerada simples. O 5000 está sendo testado há alguns meses por clientes no Brasil e a companhia pretende ampliar sua oferta para outros parceiros no setor de tintas.

A Braskem avançou na estratégia de valorização da linha de solventes, iniciada há dois anos, com aumento da precisão dos cortes de frações de hidrocarbonetos e aumento da qualidade. Neste ano, a companhia ampliou o escopo, introduzindo solventes de fontes renováveis ao portfólio.

É o caso do HE 70S, que pode ser usado em tintas, tíneres e adesivos. “Esse é o primeiro fruto dos trabalhos do laboratório de aplicação de solventes que construímos nos últimos dois anos”, comentou Cláudia Madrid, responsável pelo negócio de solventes da Braskem. Fabricado no site de Camaçari-BA, o HE 70S é um éter etílico de terc-butila (ETBE) que passa por ajustes finos e patenteados pela companhia.

Química e Derivados - Basso: Tetrashield é opção isenta de BPA para embalagem
Basso: Tetrashield é opção isenta de BPA para embalagem

Por ser sintetizado com etanol de cana-de-açúcar, o solvente tem 36% de carbono renovável em sua composição, fato atestado por análises laboratoriais específicas segundo norma ASTM D-6866. “O HE 70S tem preço competitivo no mercado e conta com apelo de sustentabilidade, pois o álcool de cana é mais sustentável que o de outras fontes existentes”, considerou. Além do mercado local, a Braskem vai divulgar o solvente também na Europa.

Gregory Jakociuk, especialista da área de solventes da Braskem, apontou que o HE 70S tem baixas densidade, tensão superficial e toxicidade, e não é controlado pela Polícia Federal, apresentando características que o colocam em uma posição intermediária entre os oxigenados e os aromáticos. “Isso faz dele um solvente muito flexível, com possibilidade de aplicação em muitos casos”, comentou. A baixa tensão superficial garante melhor nivelamento e também a umectação, sem provocar defeitos como casca de laranja. O HE 70S pode ser usado em tintas de base alquídica, poliéster, poliuretânica e de nitrocelulose.

Além disso, a Braskem também apresentou o Hexano RC, uma contribuição aos propósitos de economia circular. “Trata-se de hexano recuperado do processo de produção de polietileno, conseguimos isolá-lo e purificá-lo para uso industrial, especialmente em adesivos, mas também para a produção de tíneres”, explicou Cláudia Madrid.

O Hexano RC é obtido no site de Triunfo-RS e seu volume disponível para o mercado ainda é pequeno, da ordem de 2 mil t/ano, mas pode aumentar. “Trata-se de uma forma de valorizar um produto, com garantia de especificação, retornando-o para a atividade industrial, em vez de tratá-lo como simples resíduo”, disse.

O grupo Solvay, que atua com o nome Rhodia no Brasil, onde está presente há 100 anos, também apresentou inovações produzidas pela pesquisa e desenvolvimento local. A linha Rhodapex BR APE free de tensoativos isentos de nonilfenol etoxilado é indicada para a polimerização e emulsão de base água de tintas, adesivos e auxiliares têxteis, entre outros, foi acrescida de dois novos componentes. A linha Rhodapex é produzida em Itatiba-SP.

A empresa também destacou o Sipomer PAM 600, monômero desenvolvido para aumentar a adesão das tintas a substratos metálicos, vidro, concreto e cerâmica. Também melhora a resistência à corrosão e aumenta o brilho do revestimento.

Aditivos – A Basf apresentou o antiespumante Foamaster 2159, desenvolvimento feito pela filial brasileira e indicado para tintas de alto conteúdo de sólidos (PVC), com alto desempenho, sendo formulado com óleo mineral, parafinas e outros insumos. “É um produto emulsionado, foi criado para tintas econômicas, mas está sendo usado também em linhas standard e premium, com bons resultados”, comentou Anderson Bonaldi, diretor de dispersões, resinas e aditivos para coatings e construção da Basf. Como informou, a novidade apresenta elevada estabilidade a qualquer temperatura, sem apresentar separação de fases.

Bonaldi considera que o Brasil usa pouco os antiespumantes, até por usar pouca resina nas formulações de tintas, em especial nas econômicas, em relação ao mercado internacional. A companhia oferece outros antiespumantes ao mercado, considerados “mais nobres”, mas só este é voltado para alto PVC. Ele informa que a adoção pede ajustes na formulação do cliente, o que pode ser feito com auxílio técnico da Basf.

Outra criação da filial brasileira é o Rheovis HS 1184, modificador reológico sintético de base acrílica e sem APEO (alquilfenóis etoxilados), indicado para massas e texturas, com alta aceitação de mercado desde o seu lançamento, feito no fim de 2018. “Ele tem alto poder de espessamento”, comentou Bonaldi.

A companhia também apresentou as dispersões acrílicas monocomponente Acronal PRO 770 e Joncryl PRO 1524, ambas para tintas de aplicação direta a metais (DTM), exercendo função de primer e acabamento em tintas anticorrosivas. Elas disputam mercado com sistemas PU/alquídicos, oferecendo brilho superior. “São dispersões ideais para quem quer sair da base solvente”, disse o diretor.

Bonaldi apontou que o mercado de tintas está crescendo lentamente, principalmente por causa das linhas imobiliárias, que não devem obter elevação de vendas superior a 1% neste ano. “A linha automotiva original e repintura crescerá de 5% a 6% em 2019, até o segmento industrial terá elevação de 2% a 3%”, avaliou, com base nas estimativas da Abrafati.

Avanço nos acrílicos – A Basf, líder mundial em ácido acrílico e derivados, trouxe para a Abrafati 2019 como inovação global o acrilato de terc-butila, ou tBA. Trata-se de um produto especial, com características que o colocam em posição de substituir resinas estirênicas e de metacrilato de metila (MMA) em várias aplicações, especialmente nas tintas.

Química e Derivados - Milani (esq.), Fleckenstein e Song comentam as vantagens do tBA
Milani (esq.), Fleckenstein e Song comentam as vantagens do tBA

“Embora tenha temperatura de transição vítrea (TG) muito próxima do MMA, que tem baixa resistência à agua, o tBA é hidrofóbico; ele também resiste à luz, ao contrário do estireno, que tende a amarelar”, comentou Christoph Fleckenstein, líder mundial de marketing técnico de monômeros acrílicos especiais da Basf. Ele foi trazido da Alemanha para apresentar um trabalho sobre o tBA no congresso internacional.

A indicação de uso do tBA em tintas é como monômero principal, recebendo acréscimos de acrilato de butila, estireno ou vinil acetato. “O tBA é indicado para tintas para exteriores, mas sua resistência superior também é interessante para interiores, uma vez que resiste muito bem a riscos”, comentou Valter Milani, gerente sênior de vendas de petroquímicos da Basf na América do Sul. A resina pode substituir as alquídicas em tintas para portas e janelas, constituindo formulações base água.

No Brasil, a Basf opera uma unidade de escala mundial de ácido acrílico, SAP e acrilato de butila (BA), em Camaçari-BA. Apesar da nomenclatura parecida, Fleckenstein explica que os processos de produção desses acetatos são muito diferentes e resultam em materiais diversos.

“Temos duas plantas industriais de escala global para o tBA na Alemanha e estamos planejamento construir mais duas plantas para suprir o aumento de consumo que se verifica nos Estados Unidos, Europa e China”, afirmou Dschun Song, diretor de petroquímicos da Basf para América do Sul.

Fleckenstein considera que as necessidades dos mercados europeu e norte-americano são muito diferentes das apresentadas pelos clientes da América do Sul. “Nós oferecemos suporte técnico, mas o cliente é o especialista no produto final e precisa ajustar suas formulações”, comentou.

Segundo Milani, o foco dos negócios com o tBA recai nas linhas decorativas, mas ele pode ser aplicado em várias outras situações, a exemplo de tintas para demarcação viária e tintas que mimetizam o mármore, chegando aos papéis de embalagem hidrofóbicos. “Estamos entrando em algumas dessas aplicações”, salientou, afirmado ser o preço do tBA competitivo. “É um monômero especial, mas poderá ser uma futura commodity”, aduziu Fleckenstein.

Tecnologia em evolução – A Evonik exibiu sua extensa linha de insumos para a fabricação de tintas, focada cada vez mais em produtos especiais e inovadores. “Estamos com fábrica nova na Alemanha que produz poliésteres de cadeia longa e alto peso molecular, sem similares locais”, apontou Ralf Ahlemeyer, líder de resource efficiency da Evonik Brasil. Esses poliésteres estão sendo importados por fabricantes brasileiros de tintas para chapas pré-pintadas (coil coating).

Química e Derivados - Ahlemeyer: insumos com foco concentrado em alta qualidade
Ahlemeyer: insumos com foco concentrado em alta qualidade

Embora tenha vendido o negócio de MMA, a companhia reteve os metacrilatos especiais. Uma de suas aplicações é a produção de vernizes automotivos, quando são combinados com isocianatos, com baixo VOC e formulação base água. “O aumento de restrições regulatórias está aumentando a demanda por esses produtos”, considerou.

A linha de aditivos é muito ampla, compreendendo dispersantes, agentes de nivelamento e fluidez, entre outros. “Atuamos com ingredientes de última geração, aplicados em tintas de alto valor para segmentos exigentes, como industrial e automotivo”, explicou. “O limite da inovação é quanto o mercado aceita.”

Nesse ponto, a Evonik investiu em sistemas de alta produtividade analítica (high troughput) para desenvolvimento de produtos. Esse sistema consegue fazer testes virtuais em larga escala, em um intervalo de tempo muito curto, acelerando os projetos. “Estamos desenvolvendo um sistema de inteligência artificial, o Coatino, mediante o qual um cliente poderá colocar solicitações de desenvolvimento ou enviar formulações para testes de forma automática, alimentando um banco de dados que dará suporte para consultas futuras, aprimorando-as”, comentou. O sistema está sendo testado internamente e deverá ser aberto aos clientes em 2020.

Essas novas tecnologias permitiram à companhia ampliar seu foco, direcionando-o também para as tintas decorativas, oferecendo soluções tecnológicas avançadas, com excelente custo-benefício.

No campo dos dispersantes, um segmento crítico para as formulações, o avanço gerado pelos sistemas poliméricos permitiu um salto tecnológico muito grande no setor de tintas. “Isso abriu um leque enorme de possibilidades de combinações de produtos, com resultados surpreendentes”, afirmou. O mercado de sistemas tintométricos é um grande consumidor de dispersantes avançados.

Na linha das resinas epóxi, a Evonik oferece agentes de cura e aminas, estas adquiridas da Air Products. “As aminas são desenvolvidas especificamente para cada caso, elas podem modificar a dureza, resistência, velocidade de cura e reticulação, entre outras características”, explicou Ahlemeyer.

Na sua avaliação, 2019 será um ano com sinais de mercado heterogêneos. Alguns segmentos apresentam resultados animadores, como a produção automobilística e o de produtos para agropecuária. Outros, no entanto, seguem com dificuldades, como a construção civil.

“Verificamos que o desemprego no Brasil está caindo lentamente, as obras de grande porte que estavam paradas estão sendo retomadas, há um aumento de confiança nos agentes econômicos e isso pode indicar que teremos anos melhores a partir de 2020”, avaliou. No entanto, ele aponta a guerra comercial entre China e Estados Unidos como um complicador para o setor químico. “Há uma grande sobra de produtos no mercado internacional, isso pode prejudicar investimentos aqui.”

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