Química

Bisfenóis – Cresce rapidamente a demanda de bisfenóis

Albert Hahn
1 de Fevereiro de 2013
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    Partindo de uma base que provavelmente ainda não chega a 1% – 2% do mercado, cresce rapidamente a demanda de bisfenóis, outros que o bisfenol A, para a produção de policarbonatos:

    C (o-cresol em lugar do fenol), E (acetaldeído em lugar de acetona), F (formaldeído), Z (cicloexanona), AP (acetofenona) e TMC (trimetil cicloexanona), este último o mais importante do grupo.

     bisfenóis - Química

    Bisfenol

    O maior produtor mundial desses intermediários é a japonesa Honshu Chemicals, do grupo Mitsui.

    A Hi-Bis, empresa do grupo da qual a Bayer detém 10%, anunciou um projeto de US$ 65 milhões para a duplicação de sua planta de Bitterfeld, perto de Wolfen, na ex-Alemanha Oriental. O TMC é precursor da família de copolicarbonatos Apec da Bayer Material Science.

    Essas resinas têm pontos de amolecimento Vicat que vão de 160°C a 220°C (tanto mais alto quanto maior for a porcentagem de TMC) e estão penetrando nos mercados de iluminação (automotiva e outros) e eletrônicos.

    A Hi-Bis vinha produzindo TMC desde 2005 – o intermediário também é feito no complexo de Antuérpia, da Bayer.

    Com a duplicação de Wolfen, a oferta deverá chegar a umas 20.000 t/ano.

    Um atrativo a mais do TMC é que, na qualidade de elemento da cadeia química da isoforona, sua produção requer três mols de acetona para dois de fenol, ajudando – ainda que por enquanto modestamente – no crescimento relativo da demanda de acetona.

    A Mitsui é a maior produtora de fenol do Japão, estando também fortemente verticalizada em diversas famílias de derivados.

     



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