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Automação Industrial

Automação – Mercado nacional cresce 10% ao ano

Marcelo Fairbanks
6 de outubro de 2001
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    Química e Derivados: Automação: Liboni - automação precisa mais de cérebros que de dinheiro.

    Liboni – automação precisa mais de cérebros que de dinheiro.

    Feira de consolidação – Em outros anos, cada ISA Show se destacava por um determinado produto.

    Houve a moda dos sistemas distribuídos de controle, depois a do protocolo universal (Hart e Fieldbus), por exemplo. “Neste ano, não há um destaque único, a tendência é a colaboração entre fornecedores, fabricantes de instrumentos e consumidores, principalmente usando a internet para manter estoques mínimos”, avaliou Nelson Ninin.

    Isso demonstra que as empresas fazem a “lição de casa”, adotando métodos mais racionais que elevam produtividade e reduzem custos.

    A título de novidade, Ninin citou os esforços da Yokogawa para para integração de sistemas de campo e gerenciais, com ênfase na nova plataforma que suporta instrumentos interligados pelo protocolo Foundation Fielbus, integrado com o sistema digital de controle Centrum CS 3000.

    O sistema completo inclui pacotes de software que permite avaliação de instrumentos de campo, aumento de eficiência operacional e permitem ampla integração entre setores, passo fundamental para a adoção de sistemas de negócios via internet (tipo B2B).

    Já Carlos Liboni acredita na consolidação dos sistemas de comunicação sem fio (wireless). “Há uma grande oportunidade de crescimento nas áreas classificadas, embora ainda faltem regulamentos suficientes no Brasil para isso”, afirmou. “Mas já temos produtos e tecnologia, é fácil para montar e operar.”

    Merece destaque o maior interesse do setor de tratamento de água e esgotos por sistemas de instrumentação de controle e automação. Além disso, as áreas de petróleo e petroquímica garantem vendas aquecidas. “O gerenciamento das atividades produtivas vai ser o grande caminho do setor, impulsionado pelas preocupações ecológicas, que exigem controles mais rigorosos”, comentou. Para Ninin, o grande mercado no Brasil ainda está ligado à digitalização dos processos industriais, pois grande parte das fábricas ainda atua nas antigas linhas manuais ou analógicas, que impedem investimentos em automação.



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