Química

Atuação responsável – Signatários têm dificuldades para implantar novo programa

Marcelo Furtado
16 de maio de 2009
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    Química e Derivados, Jorge Soto, Diretor de desenvolvimento sustentável da Braskem, Atuação Responsável

    Jorge Soto: diretrizes estão em nível avançado na Braskem

    Mas é possível também, segundo Soto, que a autoavaliação e o VerificAR percebam que algumas práticas ainda precisem ser aperfeiçoadas. Seria o caso, por exemplo, do consumo de energia, item que a Braskem pretende atacar nos próximos anos com projetos de eficiência energética e com a substituição de equipamentos e insumos.

    Com a Braskem, a Abiquim conta com a probabilidade de que em 2009 cerca de 30 empresas passem pelo VerificAR. Isso se as contenções de gastos dos associados, em ano difícil por causa da crise econômica, não adiarem os planos, como, aliás, ocorreu com o congresso anual do Atuação Responsável, que em virtude da nova realidade passou de junho para outubro próximo e que por pouco não foi cancelado.

    O quase cancelamento do congresso, na visão de Marcelo Kós, da Abiquim, é um sinal de cautela temporária, mas que felizmente não significa o abandono do rumo irreversível, e positivo, em que o programa colocou a indústria química brasileira. Tanto é assim que o PreparAR, modelo simplificado do AR que a Abiquim pretende difundir entre as médias e pequenas indústrias não-associadas, continua em desenvolvimento pelo intermédio do Sindicato da Indústria de Produtos Químicos do Estado de São Paulo (Sinproquim) e já conta com mais de 70 empresas interessadas em participar desse movimento de modernização do setor químico.



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