Meio Ambiente (água, ar e solo)

Água: PQU usa água fluvial na torre e economiza US$ 2,7 MI por ano

Quimica e Derivados
10 de setembro de 2000
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    As taxas de corrosão do aço carbono, cobre/ligas e cobre do sistema também melhoraram consideravelmente. Com o programa de tratamento anterior, a taxa para o aço carbono era cerca de 8 mpy. Durante os dois primeiros meses, o programa de tratamento enfocou principalmente a remoção de depósitos microbiológicos e produtos da corrosão.

    Depois do terceiro mês, foram feitos ajustes das taxas de dosagem de gás cloro e inibidor da corrosão, que resultaram em redução substancial das taxas de corrosão do aço carbono, conforme ilustra a Figura 5. Apesar da alta taxa de dosagem de cloro e da agressividade da água, as taxas de corrosão do cobre e suas ligas também melhoraram visivelmente. Como mostra a Figura 6, as taxas de corrosão do cobre diminuíram de 0,60 mpy (com o tratamento anterior) para 0,08 mpy.

    Conclusões – A má qualidade da água de reposição e as severas condições operacionais dos trocadores de calor afetavam de modo substancial a manutenção de um desempenho ideal do sistema de resfriamento nesta importante planta de etileno. Apesar das condições desfavoráveis, a aplicação da nova tecnologia de tratamento (Dianodic Plus) permitiu operar o sistema com ciclo elevado e 100% de água fluvial como make-up, sem a ocorrência de problemas de corrosão, deposição ou contaminação microbiológica.

    A operação atual da torre representa uma melhoria considerável dos resultados técnicos gerais, bem como do custo-benefício da planta.



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