Agronegócio, defensivos agrícolas e fertilizantes

Agroquímicos: Produção de formulados acompanha mudanças na China

Marcelo Fairbanks
13 de junho de 2019
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    Mercado encolheu – De 2014 para 2017, as vendas de defensivos agrícolas no Brasil caíram de US$ 12,2 bilhões para US$ 8,8 bilhões, segundo levantamento realizado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg). Os números, porém, refletem em parte a desvalorização do real em relação ao dólar e também a redução do preço unitário dos agroquímicos, decorrente da dinâmica do mercado global desses produtos.

    Química e Derivados, Agroquímicos: Dependente de importações, produção local de formulados acompanha mudanças na China

    O Sindiveg aponta fatores influenciadores variados. Por exemplo, em 2015, contribui decisivamente para a queda das vendas setoriais a dificuldade dos produtores agrícolas em obter financiamentos. Em 2017, outro ano ruim, o sindicato apontou também a redução de estoques em poder dos agricultores como fator significativo de mercado.

    As restrições de oferta de insumos chineses, causados pela reestruturação industrial daquele país, fizeram o setor a antever um aumento de 30% nos preços dos defensivos vendidos no Brasil em 2018. No entanto, como os distribuidores estavam estocados em 2017, não se verificou elevação de preços dessa ordem, nem desabastecimento.

    O Sindiveg declarou que “a indústria nacional tem se dedicado, cada vez mais, ao desenvolvimento de soluções que atendam de forma mais eficiente às necessidades dos produtores. No entanto, o setor enfrenta alguns desafios, principalmente em relação à modernização da legislação que regulamenta a produção e comercialização de pesticidas no Brasil. Acreditamos que a modernização da legislação trará avanços fundamentais para a agricultura brasileira, levando mais tecnologia ao campo e permitindo mais inovação, eficiência, e investimento na produção agrícola brasileira e assegurando mais alimento de qualidade na mesa do brasileiro.”



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