Aditivos para Concreto – Química ajuda a construir estruturas mais resistentes com maior rapidez

Química e Derivados, Fabrizia Silva, Dow, aditivos para concreto
Fabrizia: consumo popular também impulsiona a venda de insumos

De acordo com Fabrizia, o mercado brasileiro da construção, ao qual os aditivos estão diretamente vinculados, avança também pelo crescente interesse das classes de menor poder aquisitivo na reforma de suas residências, que eles desejam tornar mais condizentes com os bens de consumo agora ao seu alcance (por exemplo, as TVs de plasma). “A maioria de nossos clientes nos diz que, nos próximos anos, o mercado brasileiro de construção deve crescer entre 15% e 20% ao ano”, informa.

Na Wacker, nos últimos anos, o crescimento dos negócios com aditivos se manteve sempre no patamar dos dois dígitos, afirma Dias. O próprio mercado das argamassas – principal alvo dos aditivos dessa empresa – se expande em níveis similares: “A comercialização de argamassas industrializadas tem crescido algo entre 15% e 20%
ao ano”, observa.

Algumas empresas investem na ampliação de sua capacidade de produção de aditivos. Em meados deste ano, a Vedacit/Otto Baumgart inaugurará uma estrutura com a qual aumentará em aproximadamente 30% a capacidade de sua fábrica em São Paulo – ela também os produz em Salvador-BA. “O consumo de aditivos no Brasil vem aumentando muito pela demanda das obras de infraestrutura e habitação, além das programadas para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016”, justifica Faria.

Também em meados deste ano, a MC-Bauchemie começa a operar uma segunda fábrica brasileira. Inicialmente dedicada apenas aos aditivos, para 10 mil toneladas anuais, ela está sendo construída em Pernambuco, região estratégica para o atendimento da dinâmica conjuntura da Região Nordeste.

De acordo com Pinto, os negócios com aditivos da MC-Bauchemie no Brasil há algum tempo crescem em média anual entre 20% e 25%. “Ao menos nos próximos quatro anos, esse índice deve se manter”, calculou.

A Thor planeja realizar no Brasil também a produção dos ativos biocidas, por enquanto importados e formulados na unidade de Barueri-SP. “A médio prazo, talvez em cinco anos, queremos sintetizar aqui essas moléculas”, comenta Brenna.

Segundo ele, o mercado de construção hoje responde por aproximadamente 10% dos negócios da operação brasileira da Thor, que atende ainda outros setores como indústria têxtil, materiais de limpeza e papel e celulose. E esse mercado se mostra promissor: “Há grande interesse em produtos de maior tecnologia e inovação, que atendam aos temas regulatórios, sejam ecologicamente corretos e amigos do meio ambiente”, detalha Brenna.

[box_light]Leia mais: Aditivos para Concreto – A tecnologia dos aditivos do futuro[/box_light]

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7 Comentários

  1. ola boa tarde! vou fazer estacas de concreto para cerca de arame liso, gostaria se alguem pode informa um tipo de cimento que inibe a oxidaçao da armaçao e a proporçao do concreto, areia, brita e o cimento indicado.

    grato Francisco Ediel

  2. Gostaria de saber se há um aditivo para colocar no concreto que será piso de um free stall, pois a urina das vacas é corrosiva. Portanto um anti-corrosivo para urina de vacas….agradeço e aguardo

    1. Rosângela, bom dia! Você pode fazer o concreto com um Cimento sulfo aluminoso ou, os tipos CP III – RS que contém altas quantidades de escória e o CP IV que é um cimento que tem Pozolana ( Cinzas Volantes)..Eles evitam que a urina das vacas corroam o concreto..Qualquer coisa, me contate via e-mail: moreira.Rubens@outlook.com

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