Setor de adesivos melhora desempenho ambiental

Setor recupera resultados e melhora desempenho ambiental

O setor de colas, adesivos e selantes se recompõe dos danos causados pela pandemia. A complexidade dos últimos anos não se deu somente por questões macroeconômicas. A indústria também foi desafiada a superar seus próprios entraves e a melhorar seu desempenho ambiental. Um alento veio da abertura do setor a aplicações não tradicionais e de algumas demandas aquecidas, como a da construção civil.

A situação econômica mundial tem desencadeado efeitos deletérios sobre os negócios. O Brasil até consegue se destacar em relação a outros países sul-americanos, porém sofre o impacto da estagnação das economias desenvolvidas. Aliás, para este ano, não é esperado um faturamento muito superior ao de 2022, segundo o Fórum Setorial de Colas, Adesivos e Selantes, da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).

No entanto, as projeções apontam para a recuperação do setor, com um ritmo mais forte do que o dos últimos anos. Os novos programas públicos de incentivo à moradia criam uma expectativa positiva para o segmento de construção civil.

Segundo Eduardo Gonçalves, country manager no Brasil, da Artecola, com verbas para estes investimentos, os negócios ficam aquecidos. Além dessa demanda, existe uma tendência gradativa de substituição de práticas antigas por novas técnicas de fixação.

De uns tempos para cá, os adesivos têm participado mais ativamente de segmentos que não são tradicionais. Prova disso é o movimento constante de aperfeiçoamento de sistemas de fixação, motivado por razões como a facilidade de uso, a redução de peso e por serem soluções mais sustentáveis, entre outras.

Adesivos: Setor melhora desempenho ambiental ©QD Foto: iStockPhoto
Gonçalves: adesivos ajudam a reduzir o peso dos produtos

“Nessa mudança, os adesivos ganham espaço”, afirma Gonçalves.

No setor automotivo, outro alento. Há, cada vez mais, sistemas de colagem na fixação de componentes, como em baterias, filtros e no interior dos veículos. Segundo Gonçalves, além disso, a busca crescente por redução de peso é outro aliado, pois os adesivos vêm apresentando excelente desempenho nesse sentido.

Na construção civil, também existe potencial de aumento de demanda por conta das migrações. Gonçalves cita o Afix Prego Líquido como exemplo. Trata-se de um adesivo que une os mais diversos tipos de superfícies de maneira segura e durável, capaz de substituir pregos e parafusos. “É um produto que vem crescendo no mercado”, pontua.

Abastecimento do setor de adesivos

Outro aspecto a favor da evolução do mercado de colas, adesivos e selantes se refere à maneira como a indústria driblou as falhas de suprimento de insumos. Até por isso, o desabastecimento local de matérias-primas impactou pouco o setor, segundo a Abiquim. Os portfólios flexíveis, as parcerias com fornecedores e a capabilidade e diversidade de estar em outros países da região mitigaram esse tipo de efeito negativo da pandemia.

Na Artecola, diante de alguma restrição a um modal marítimo que afete o recebimento de determinada carga em um país, há outras opções para direcionar a remessa. A presença em seis países, como explica Gonçalves, também favorece o planejamento da produção, com base nas entregas de matérias-primas e disponibilidade em cada planta.

O Brasil, de qualquer forma, depende muito de insumos importados, sobretudo da Ásia, Europa e Estados Unidos. Segundo Gonçalves, um dos motivos para a manutenção desse cenário está na dificuldade da indústria nacional para competir em oferta e preço com os fornecedores atuais.

No geral, o setor tem desenvolvido soluções locais para reduzir essa dependência. Não só para fugir de problemas logísticos e das instabilidades do mercado internacional, como também por questões de sustentabilidade. Segundo a Abiquim, o movimento só não é maior pela falta de fornecedores locais de insumos básicos, o que força o produtor de adesivos a buscá-los lá fora, como é o caso do acetato de vinila, isocianatos e copolímeros de etileno-acetato de vinila.

Adesivos: Setor melhora desempenho ambiental ©QD Foto: iStockPhoto

Apelo ambiental

A busca por práticas que se transformem em soluções sustentáveis segue em alta no país. “Todo nosso esforço de pesquisa e desenvolvimento está focado em sustentabilidade”, salienta Gonçalves. Para ele, os produtos que embutem esse apelo são uma tendência permanente. Não por acaso, boa parte do mercado reconhece o valor das tecnologias renováveis e sustentáveis e até clama por inovações com esse perfil. “Podemos citar o mercado calçadista como o mais entusiasmado em se alinhar ao foco sustentável”, afirma Gonçalves.

Ainda assim, no mercado geral, uma parcela é muito focada em preço, enxergando a reciclagem como sinônimo de matérias-primas mais baratas, o que não é a regra. Nesses casos, o fabricante precisa comprovar desempenho e, por consequência, valor agregado, para conseguir efetuar o negócio.

Na Artecola, mais de 80% das vendas é oriunda de produtos sustentáveis. “Nosso relatório de sustentabilidade, publicado no padrão GRI (Global Reporting Initiative) e contemplando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), demonstra nossa atuação comprometida com a sustentabilidade e com o conceito ESG”, destaca Gonçalves. A companhia também detém o Selo Diamante na Certificação Origem Sustentável (da Abicalçados e da Assintecal).

Líder de mercado global para adesivos à base de água, a Dow investe fortemente em produtos sem solventes e trabalha em prol de emissões de carbono reduzidas e soluções sustentáveis em toda a cadeia de valor de embalagens. Segundo Mateus Cipro, TS&D scientist, líder de tecnologia para sinergias na Dow, a ideia é melhorar a velocidade e a produtividade da linha, antecipando regulamentações globais e problemas de conformidade, além de aumentar a capacidade de reciclagem com adesivos especializados e aproximar, assim, o mercado de uma economia circular.

Na prática, o discurso sustentável é posto à prova, por exemplo, com a linha Adcote, que se destaca pelo baixo impacto ambiental do ponto de vista da produção. Para Cipro, graças a um processo tecnológico sofisticado que possibilita o uso de uma reduzida concentração de solvente (ou seja, são adesivos com altos sólidos), estes produtos garantem aplicações finais em embalagens em consonância aos padrões de conservação, sabor, odor e desempenho exigidos.

A nova linha de adesivos de laminação sem solvente, Pacacel Ren, por sua vez, conta com alto conteúdo de matérias-primas de origem renovável e outras características sustentáveis, como não impactar a compatibilidade industrial.

Adesivos: Setor melhora desempenho ambiental ©QD Foto: iStockPhoto
Cipro: velocidade e economia circular avançam nas embalagens

“Serve tanto para laminar as embalagens atuais como para desenvolver novas estruturas monomateriais futuras, pensando em uma economia circular”, explica Cipro.

Outro destaque da Dow é a linha de adesivos Robond L, que apresenta tecnologia base água e elimina a necessidade de solventes orgânicos. Segundo Cipro, estes produtos proporcionam uma diminuição considerável das emissões de gases associados ao efeito estufa.

Para Jeferson Segantini, gerente de vendas da Henkel, o uso de matérias-primas renováveis é uma tendência que, cada vez mais, tem conquistado espaço. E essa é só a ponta do iceberg. O mercado visa a uma visão holística da sustentabilidade. Considerando esse contexto, a atuação da companhia contempla conceitos de segurança, saúde e meio ambiente (sigla SHE, do original em inglês).

Essa postura se reflete no seu portfólio com o projeto Supra ECO, composto por produtos de origem ecológica, assim como no Centro de Distribuição (CD) de Jundiaí-SP, onde há carros elétricos para entregas, que geram redução de 66 toneladas na emissão de carbono. Os veículos, aliás, são carregados no próprio CD, com energia solar obtida das placas instaladas no local.

O Brasil tem grande importância para a Henkel quando o assunto é desenvolver produtos com matérias-primas sustentáveis, tanto que, em abril último, o país sediou o Dia da Sustentabilidade, voltado para o setor de adesivos.

Adesivos: Setor melhora desempenho ambiental ©QD Foto: iStockPhoto
Segantini: camadas cruzadas de madeira geram estrutura sólida

“A escolha tem muito a ver com o potencial do país”, diz Segantini. Aliás, foi a primeira vez que o encotro saiu da Alemanha.

A dobradinha inovação e sustentabilidade se traduz em duas linhas da Henkel: RE (produto que pode ser reciclado após o consumo) e ECO (origem ecológica). Trata-se de adesivos para consumo industrial, embalagens de alimentos e pet food e rótulos de bebidas, entre outras aplicações.

Hot melt

Ainda no contexto voltado à preservação ambiental, a participação do hot melt, ao longo dos anos, vem avançando a passos largos. Pesquisa da Abiquim, divulgada pela Artecola, mostra crescimento deste tipo de adesivo na ordem de 6,9% ao ano. Gonçalves explica que o produto se encaixa perfeitamente no conceito de sustentabilidade exigido pelo mercado hoje. Trata-se de uma tecnologia sem os VOCs (compostos orgânicos voláteis), que eram usados em larga escala nas linhas de base solvente. Além disso, estes adesivos não necessitam nem da base água, o que reduz o consumo desse recurso natural cada vez mais valorizado.

Outro importante apelo diz respeito ao fato de ser um produto mais concentrado, ou seja, o volume de expedição e os custos de transporte diminuem, de forma considerável. “Há ganhos ambientais, sociais e econômicos para quem usa adesivos hot melt”, resume Gonçalves.

A tendência é de o consumo deslanchar. Segundo a Abiquim, o hot melt, por conta da sua versatilidade, pode conquistar espaço em segmentos como os de fitas e rótulos, substituindo tecnologias que utilizam solventes ou outros insumos voláteis. Outra possibilidade é ser alternativa de paletização de produtos, na medida em que é capaz de reduzir resíduos de filmes plásticos, garantindo estabilidade e otimizando o final de linha de produção.

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Transição

O mercado vem acompanhando o grande avanço na troca de adesivos base solventes e base água por sistemas 100% sólidos, como por exemplo, hot melt e poliuretano, mas ainda existe muito espaço para substituição.

Segundo Segantini, esse movimento está atrelado à disposição da indústria em investir. E, se depender das suas expectativas, o cenário será favorável, pois para ele, em 2023, o Brasil já retornou aos patamares de 2019. Aliás, nos últimos cinco anos, as vendas da Henkel cresceram na faixa dos dois dígitos. A perspectiva é de seguir no mesmo ritmo. O setor de adesivos base solvente é de certa forma resiliente, segundo Cipro. Isso porque essa tecnologia também evoluiu e se tornou mais sustentável e segura, por ter aderido ao conceito de altos sólidos. Porém, ainda assim, é natural que à medida que as tecnologias base água vão evoluindo, novas embalagens e aplicações vão nascendo. “O mercado base solvente vai sendo erodido e convertido para base água”, diz.

Em 2021, a categoria de colas/adesivos base água respondeu por 53% do total produzido pelo setor, de acordo com o mais recente levantamento da Abiquim. Apesar de deter a maior participação, este subgrupo registrou queda de 1,9% no volume produzido.

Adesivos/colas base solvente, por sua vez, representaram 22% do mercado e elevaram em 17,0% a produção para atender, sobretudo, à demanda das indústrias de calçados, moveleiro e embalagens. Colas/adesivos hot melt vieram em seguida, detendo a fatia de 15% – neste item, houve um incremento de 14,1% na fabricação –, enquanto os selantes/mastiques representaram 7% do total e aumentaram o volume produzido em 52,1%.

O setor de adesivos

O mercado de colas, adesivos e selantes tem ampla aplicação em diversas indústrias. Os principais consumidores são a construção civil (responde por 30%), embalagem (27,8%), calçados (9,8%) e indústria automobilística (7,3%), segundo dados da Abiquim, referentes a 2021. Produtos com valor agregado maior, a exemplo dos eletrodomésticos, eletroportáteis, segundo Cipro, também carregam adesivos, mas impactam menos, porque a frequência de consumo é menor.

O segmento de embalagem oferece uma grande oportunidade de negócios, por uma questão óbvia: o seu tamanho. “Quase todo produto tem embalagem. Não há mercado sem embalagem”, comenta Gonçalves. Além dele, existe o segmento gráfico e toda sua gama de aplicações que também têm potencial de incrementar as vendas do setor.

Adesivos: Setor melhora desempenho ambiental ©QD Foto: iStockPhoto
IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS – 2021 (EM TONELADAS)

Para a indústria de embalagens, Cipro destaca os adesivos solventless MOR-Free. A linha contempla sistemas mono e bicomponentes sem solvente, projetados para correr a alta velocidade, explorando a produtividade das máquinas laminadoras. Além disso, segundo ele, o produto tem atributos que garantem a maximização na eficiência de processo e uma consequente redução nos custos de conversão.

Cipro comenta ainda que, na América Latina, o Brasil representa o maior mercado na área de rótulos e etiquetas e concentra o maior número de empresas da cadeia produtiva. Ele conta que Argentina e Chile também se destacam e apresentam forte tendência de crescimento com foco na utilização desses materiais na indústria do vinho.

O segmento de papel e embalagem é um dos que mais tem recebido investimentos da Artecola. Por isso, seu portfólio tem sido ampliado, com várias novidades em tecnologias. Um exemplo fica por conta da linha Afix Supera. Segundo Gonçalves, ela possui inovações de altíssimo desempenho de colagem para caixas de frutas e itens congelados, entre outras aplicações.

As linhas de varejo/construção civil também representam um dos focos atuais da companhia e estão crescendo por causa de novas oportunidades no segmento, que se mostra mais aberto a sistemas de fixação com adesivos e selantes. Aliás, a empresa lançou seis opções de cores em selantes e tem uma programação de novos produtos mensalmente, até o final de 2023.

Neste ano, a Artecola registrou crescimento de vendas de cerca de 50% fora do eixo Sul-Sudeste. Gonçalves cita que o agronegócio é um segmento que participa desse avanço, por exemplo, com a demanda por adesivos para caixas de frutas. “É um mercado muito grande, com forte presença no Nordeste, para o qual desenvolvemos adesivos de excelente desempenho”, afirma. A companhia tem capacidade produtiva para grandes volumes, com nove plantas industriais no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru, além da presença em 18 países.

A Henkel apresenta como novidade as construções por madeira engenheirada. Elas são formadas por estruturas de madeiras cortadas em diversas camadas e adesivadas entre elas. Segundo Segantini, o adesivo industrial aplicado somado à colocação das camadas de forma cruzada garantem enorme fixação e desempenho estrutural.

“Essas lâminas de madeira formam um material resistente e muito mais leve em comparação aos modelos convencionais na construção, potencializando as oportunidades imobiliárias, além de serem usadas em larga escala na Europa e Estados Unidos e, mais recentemente, na América Latina”, diz.

Segantini também destaca os adesivos Aquence ST. São produtos à base de água, voltados para os canudos de papel (para as máquinas de alta e baixa velocidade). “Eles têm alta resistência a líquidos e temperaturas extremas, o que proporciona uma experiência agradável aos consumidores”, explica.

A Henkel opera globalmente com um portfólio diversificado, com posições de liderança em suas três unidades de negócios – tecnologias adesivas, cosméticos e cuidados com as roupas e o lar. O foco do mercado brasileiro está em adesivos, selantes e tratamentos de superfícies. A maior parte do negócio se volta ao segmento industrial, ou B2B, no qual fornece uma ampla gama de soluções de alto impacto sob medida.

Com conhecimento e expertise de mais de 50 anos de participação no mercado de adesivos, a Dow tem o setor como estratégico na América Latina, se dividindo em quatro grandes áreas: embalagens, rótulos e etiquetas, fitas adesivas e indústria textil. A planta de Toluca, no México, é a principal unidade de produção de adesivos base poliuretano para a região. Segundo Cipro, o diferencial se refere à diversidade de adesivos baseados na química do poliuretano, produzidos em um só local, sendo responsável pela manufatura de matérias-primas para a produção de adesivos com e sem solventes, dispersões de adesivos poliuretânicos em água, além dos próprios adesivos poliuretânicos com e sem solventes e de outras especialidades.

Adesivos: Setor melhora desempenho ambiental ©QD Foto: iStockPhoto
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS – 2021 (EM TONELADAS)

A Dow fornece adesivos para diversas áreas, sobretudo em estamparia e outras aplicações de beneficiamento na cadeia têxtil, como flocagem e blackout (“crushed foam”). A saber: o segmento de adesivos para a indústria têxtil na América Latina tem cerca de 70% do mercado composto por produtores locais.

Para os adesivos acrílicos base água, a companhia conta com uma planta em Queretaro, no México, e outra em Jacareí-SP. Em relação aos adesivos de laminação para embalagens flexíveis, a companhia vem ampliando seu portfólio por meio da oferta de novas tecnologias em insumos para embalagens (sobretudo em resinas de polietileno) e de parcerias para criar soluções.

A confiança no setor se justifica. Segundo Cipro, o mercado de adesivos vem ganhando novos contornos à medida que a produção e a demanda vão aumentando. Além disso, ele conta que o país sempre esteve na vanguarda do consumo de tecnologias inovadoras, participando de lançamentos mundiais, não apresentando atrasos ou defasagens. Mas, ainda assim, faz uma ressalva: “o binômio preço/custo sempre vai ter uma importância fundamental”, finaliza.

Setor mantém resultado positivo

O segmento de colas, adesivos e selantes produziu 256,6 mil toneladas, em 2021, volume 7,5% superior ao registrado no ano anterior. Desse total, pouco mais de 235 mil t se destinou ao mercado interno. Esses dados são os mais recentes disponibilizados pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). O faturamento líquido foi de 4,06 bi de reais. Desse valor, adesivos base água responderam por 42%; solvente, 20%; hot melt, 17% e selantes 11%.

Sobre a demanda local de colas, adesivos e selantes, o consumo aparente nacional (CAN), que mede a soma da produção mais as importações menos as exportações, atingiu 359,8 mil t em 2021. Esse montante representou um incremento de 5,7%, em comparação ao ano anterior. O volume das importações somou 56,8 mil t, enquanto o das exportações, 17,8 mil t.

O saldo da balança comercial totalizou 20,9 mil t, em 2021. Esse resultado mantém o setor superavitário pelo quarto ano consecutivo, em relação ao volume, considerando a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). No mesmo período, pensando em valores, o saldo foi deficitário em US$ 193,0 milhões (FOB).

Dados da Abiquim sobre as importações neste mesmo período revelam outras particularidades do mercado. Os adesivos borracha/plásticos responderam, em toneladas, pelo maior volume (53,3%). Mastiques de vidraceiro representaram outra categoria de produtos muito demandada (26,91%). Na sequência, vieram colas/adesivos cianocrilatos (15,97%), colas amidos/féculas (0,97%), colas de origem animal (0,58%) e caseína (0,02%). No quesito exportações, também em toneladas, a categoria que se destacou foi a de mástiques de vidraceiro (81,97%); em seguida, a de adesivos borracha/plásticos (15,06%), colas/adesivos cianoacrilatos (1,66%), colas origem animal (0,27%) e colas amido/féculas (015%).

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