Adesivos: Construção verde incentiva uso de tecnologias híbridas e isentas de solventes

Química e Derivados, Henkel, Adesivos: Construção verde incentiva uso de tecnologias híbridas e isentas de solventesHá uma série de fatores que fazem o setor de adesivos e selantes manter uma espécie de proteção natural nos momentos de turbulência da economia.

Para começar, a colagem química cada vez mais substitui a fixação mecânica, em aplicações industriais, na construção e no varejo e como resultado de um esforço contínuo de pesquisa para desenvolver novas tecnologias e encontrar outros usos para sistemas já existentes.

Outro fator favorável se verifica em alguns clientes importantes, como os da construção civil, que dão vazão a uma tendência muito forte de uso de produtos e materiais mais amigáveis ao meio ambiente, estimulando a venda de adesivos e selantes de maior rentabilidade.

Mesmo os produtores reconhecendo que 2012 foi um ano difícil, esse cenário traz alento e abre perspectivas de bons negócios para muitos deles.

Apesar de a comissão setorial de adesivos da Abiquim ainda não ter publicado os dados referentes a 2012 sobre o desempenho do mercado, a constatação entre muitos fabricantes aponta para um leve crescimento do setor (+/- 3%), que em 2011 teve receita de US$ 1,5 bilhão, com volume de vendas de 400 mil toneladas.

O melhor é que a participação dos adesivos mais sustentáveis, base água, 100% sólidos e com solventes ecológicos, cresce ano a ano.

Química e Derivados, Sérgio Crude, Henkel, híbridos e estruturais para atender edificações sustentáveis
Crude: híbridos e estruturais para atender edificações sustentáveis

O caso da construção civil é especialmente exemplar para reforçar os bons ânimos dos produtores. Ajuda muito nesse caso a ascensão do conceito da construção sustentável, capitaneada pelos selos verdes para edificações, onde se destaca o Leadership in Energy & Environmental Design (LEED), do Green Building Council (GBC), um organismo internacional que conta com escritório brasileiro e cujo objetivo é fomentar, avaliar e certificar a construção segundo critérios de sustentabilidade rigorosos. Só para ter uma ideia, o Brasil já é o 4º país do mundo a ter mais edificações comerciais, residenciais e recentemente industriais em processo de certificação ou já certificadas com o selo LEED. São 88 empreendimentos certificados e 683 em processo de verificação e implementação.

Para o mercado de adesivos, iniciativas como esta favorecem a difusão de novas alternativas, as quais, sem a demanda criada nas construtoras para seguir os padrões desses selos, dificilmente seriam adotadas no Brasil. Várias empresas passaram a formular adesivos base água, sem solventes, com baixo VOC, totalmente sólidos, fitas especiais ou revestimentos inteiramente dedicados à demanda, normalmente nacionalizando tecnologias já bem mais difundidas nos países desenvolvidos. Além de ser benéfico para criar um círculo virtuoso no país, trata-se de nicho que, de forma alguma, pode ser desperdiçado pelos competidores, tendo em vista a rentabilidade maior das vendas.

Engajamento – Nessa seara, grandes grupos do setor de adesivos estão bastante engajados na construção sustentável, como as empresas Henkel, Artecola e 3M ou fornecedores de matérias-primas, caso das alemãs Bayer e Wacker. É emblemático, por exemplo, o fato de a Henkel, líder mundial do mercado (faturamento superior a US$ 10 bilhões e market share de 25%), e a própria americana 3M, a 5ª maior na área (US$ 1 bilhão), serem cofundadoras do GBC Brasil. Isso só demonstra que o mercado de adesivos tem muito interesse nos prédios verdes.

Química e Derivados, Adesivos, Henkel, Flextec FT 101 da Henkel: adesão e vedação em espelho
Flextec FT 101 da Henkel: adesão e vedação em espelho

Para a Henkel, segundo explicou o coordenador de saúde, segurança e meio ambiente, Sergio Crude, não foi necessário mudar muito a sua forma de agir para fazer parte desse universo da construção verde. “Mundialmente, a empresa estipulou como meta para 2030 diminuir um terço dos insumos atuais para cada euro gerado, incluindo nessa estratégia seus produtos, parceiros e colaboradores”, explicou Crude, alertando para o fato de que hoje na empresa toda negociação comercial precisa envolver a questão da sustentabilidade.

Para suportar a construção verde, a empresa conta com várias alternativas, mas o coordenador considera duas delas emblemáticas. A primeira é a linha de adesivos híbridos Cascola Flextec FT 101. Sem solvente, e reunindo na sua base resinas uretânicas e metacrilatos, o produto proporciona adesão e vedação, ou seja, ao mesmo tempo em que cola os mais variados substratos – espelhos, madeiras, trilhos metálicos, juntas de concreto, sistemas de ar-condicionado –, também tem a função de selante nesses próprios substratos ou em outros, como cubas, vedações externas de tubulação, parapeitos de varandas e banheiras. Além disso, o produto sela, fixa e preenche azulejo, concreto, cerâmica, metais, vidros, poliestireno expandido e plásticos.

Afora aliar as funções de adesão e vedação, o sistema híbrido tem vantagens sobre uma operação convencional, que pode ser fixação mecânica ou um outro adesivo de contato convencional, e sobre os selantes de silicone. Isso porque ele é resistente aos raios UV, aumentando sua vida útil, e permite pintura, ao contrário do silicone. Também tem muita flexibilidade, apropriando seu uso em produtos com necessidade de resistência à movimentação, como juntas de dilatação ou placas de pré-moldados. Além disso, o produto é resistente a intempéries e superfícies molhadas, o que o torna ideal para a fixação de espelhos, por exemplo. Importado da Alemanha e envasado em bisnagas no Brasil, o sistema monocomponente recebeu o selo Sustentax, que atesta sua qualidade para construção verde e atende à norma LEED.

Química e Derivados, Adesivos, Henkel, Flextec FT 101 da Henkel: adesão e vedação em espelho
Flextec FT 101 da Henkel: adesão e vedação em espelho

A outra grande vertente de atuação dos adesivos para a construção verde, dentro da Henkel, é na linha de adesivos industriais. Nesse caso, explica Sergio Crude, adesivos anaeróbicos metacrílicos, livres de solventes e com baixa toxicidade, têm sido requisitados por vários fabricantes de equipamentos como elevadores, ares-condicionados e outros sistemas de infraestrutura predial. A vantagem aí é evidente: substituem a fixação mecânica, ou seja, milhares de parafusos, rebites e soldagens, o que facilita não só a fabricação como também torna os equipamentos mais leves e menos demandadores de energia.

Crude percebe no seu cotidiano de trabalho o crescimento na demanda pelos sistemas verdes da Henkel. “Assino no mínimo três solicitações por semana de construtoras e arquitetos requisitando produtos que atendem as edificações com selos ambientais”, disse. Um contrato recente que ilustra bem o momento é o da construção do Estádio do Maracanã, que terá certificação LEED e fará a vedação e adesão de placas de concreto pré-moldadas com o Flextec FT 101. Os mesmos padrões seguirão as obras para a Olimpíada de 2016. Além disso, para se ter uma dimensão do crescimento da construção sustentável, todas as novas agências do Banco Santander, as novas fábricas da Coca-Cola, e vários empreendimentos de grandes construtoras, como a Odebrecht, concebem projetos para serem certificados por selos verdes (a brasileira Fundação Vanzolini também tem um selo similar ao LEED, o Aqua, já com 70 empreendimentos certificados).

Para passar no check-list – A 3M, outra cofundadora do GBC, criou uma estrutura de produtos específicos para atender à demanda ambiental dos selos, em especial do próprio LEED, segundo explicou a engenheira de desenvolvimento de aplicação de fitas e adesivos, Bárbara Nunes. “Com o uso desses adesivos e fitas, as empresas em certificação ganham automaticamente créditos no LEED”, disse. O processo do GBC é uma espécie de check-list, pelo qual os auditores verificam se a empresa atende a uma série de determinações do programa em gestão ambiental (água, resíduos, energia, uso de materiais). A cada ponto atendido, a empresa ganha créditos para tentar atingir os graus hierárquicos do LEED (básico, prata, ouro e platina) e assim ser laureada conforme seu desempenho no projeto e na construção do empreendimento.

Química e Derivados, Bárbara, 3M, linha para gerar créditos no selo ambiental LEED
Bárbara: 3M tem linha para gerar créditos no selo ambiental LEED

As linhas específicas da 3M incluem, para começar, selantes de poliuretano (PU) para vedação interna, com baixo VOC, dispostos no grade 540, com maior poder de adesão e flexibilidade, e no 525, propício para vedação e com mais elasticidade. Mas, assim como no caso da Henkel, a 3M conta com selantes híbridos, isentos de isocianato (base do PU considerada cancerígena e em proibição na Europa), e que possuem função dupla de colagem e vedação. Produzidos na fábrica da 3M na França, os híbridos são silanos modificados à base de poliéter.

“Eles são resistentes aos raios UV e aceitam pintura. Além disso, agregam as melhores características do PU de adesão às de vedação do silicone”, explicou Bárbara. Segundo ela, os híbridos têm duas versões: o 755, disposto nas cores branca, preta e cinza; e o 730, mais translúcido do que o silicone e ideal para colagem entre placas de vidro, por exemplo. “É quase impossível perceber o adesivo”, disse. Os selantes híbridos, de acordo com Bárbara, geram créditos no LEED não só por serem livres de isocianato e solventes, mas também porque sua eficiência diminui a quantidade de material na obra e a alta resistência dá mais durabilidade à aplicação. “Além da resistência ao UV, eles têm adesão maior”, completou a engenheira.

Além das linhas de selantes, a 3M coopera com a “adesão sustentável” por meio dos adesivos de contato Fastbond 30, para colagem de madeira-madeira. Trata-se de adesivo de contato base água de policloropreno, substituto de colas com solventes – o principal deles, o toluol, altamente tóxico. Além disso, o Fastbond 100, disperso em água e à base de neoprene, é específico para colagem de espumas flexíveis de poliuretano, tecidos de espuma de látex, couro, madeira, superfícies metálicas, plásticos e fibras de poliéster. Monocomponente, ele tem alta resistência à temperatura por causa da presença de neoprene em sua composição. Faz parte da linha também o Fastbond 49, outro adesivo base água e de altos sólidos, para colagem pressure sensitive de materiais leves como fibras de vidro para isolamento acústico, mantas e outros materiais que precisam de aderência em superfícies metálicas ou outros substratos.

Segundo Bárbara Nunes, na 3M, apesar de ainda haver em linha alguns adesivos base solvente de toluol, seus esforços se concentram em ofertar alternativas base água e com solventes menos agressivos, considerados ecológicos, caso da acetona. Neste último caso, faz parte do portfólio o adesivo para colagem de madeira de policloropreno EC-1099. “Mas o foco principal para o mercado de construção são os base água e as tecnologias híbridas”, disse.

Faz parte também das alternativas de adesivos para atender aos requisitos do LEED pela 3M as fitas especiais para construção. A Scotch-Mount, de poliuretano, de dupla face, possibilita a colagem de espelhos em banheiros e outros locais úmidos, porque permite que a umidade passe pelas células abertas que constituem a fita. Outra, a VHB, feita com espuma acrílica, é para ambientes sem umidade, mas com alto poder de adesão. Trata-se de fita semiestrutural, de alto rendimento, e que possui alguns grades, como o 4972, para fixação de vidro em fachadas de prédios.

Oferta conjunta – Outra grande empresa com operação no Brasil é a gaúcha Artecola, que também está envolvida com as ofertas para a construção sustentável. Com capital 100% nacional, a empresa faz parte do programa EcoCommercial Building (ECB), uma iniciativa da alemã Bayer que conta também com a participação da Henkel na área de adesivos e de mais onze empresas de alguma forma envolvidas com soluções e produtos para as edificações verdes. Mundialmente atuante desde 2009, e no Brasil a partir do ano passado, o objetivo do programa é criar uma sinergia entre vários ofertantes de materiais, tecnologias e consultorias para suprir as necessidades de construtoras e arquitetos responsáveis por obras desse tipo.

Química e Derivados, Artecola, Evandro Kunst, construção é o mercado que mais cresce em importância
Kunst: construção é o mercado que mais cresce em importância

Pela parte da Artecola, segundo explicou seu diretor Evandro Kunst, a oferta engloba produtos da divisão Afix, de materiais para construção, que vão desde adesivos com níveis baixos de VOC (componentes orgânicos voláteis), de até 0,1 g/l, até outros isentos de solventes e novos desenvolvimentos de adesivos e selantes. “Quando visualizamos o mercado da construção sustentável, e programas como o ECB e os selos verdes, sentimos muita segurança em participar, pois a Artecola foi uma das pioneiras na América Latina a lançar adesivos em meio aquoso e hot-melts, há 30 anos”, explicou o diretor. No caso do ECB, que constrói neste ano um prédio modelo na sede da Bayer em São Paulo com todos os materiais e a concepção das empresas parceiras, a Artecola vai cooperar com a linha Afix de silicones, selantes, espumas, adesivos e colas brancas.

Kunst detalha que a empresa conta com selantes de poliuretano isentos de isocianatos e também com extensa linha de adesivos de contato aquosos, ou com solventes ecológicos, para colagem de madeira. Um produto recente é uma manta acrílica líquida base aquosa para impermeabilização, isenta de solventes orgânicos e com teor de VOC de 0,1 g/l. De acordo com Kunst, sua não toxidez, em contraponto ao sistema convencional de mantas fenólicas, dispensa o uso de EPIs durante seu manuseio. Além disso, com alta flexibilidade e resistência ao UV, possui durabilidade superior.

A Artecola aposta firme na consolidação do mercado de construção civil no Brasil, o que aponta não só para melhorias tecnológicas na área como para um aumento de importância comercial para as empresas de adesivos. Com receita líquida de R$ 500 milhões em 2012, fábricas no Brasil e na América Latina (Argentina, México, Chile e Colômbia) e atuação pulverizada em praticamente todos os mercados (moveleiro, embalagens, industrial e calçados), o grupo Artecola percebe um crescimento mais acelerado na construção civil, hoje representando 25% das vendas da empresa. “É um mercado ao mesmo tempo para atender grandes volumes, sobretudo no varejo para pequenas obras e reformas das classes C e D, como para suportar vendas de maior valor agregado, como é o caso dos prédios verdes”, disse o diretor.

Matéria-prima verde – Os fornecedores de matérias-primas para a indústria de adesivos e selantes também percebem a demanda pela construção sustentável e, é bom ressaltar, muitas vezes até a estimulam, por meio de desenvolvimentos de tecnologias com potencial de inovação dos produtos finais. A alemã Wacker, importante fornecedora de polímeros e silicones da área, representa bem esse movimento.

Química e Derivados, Wacker, Camila Dietrich, alfa-silanos já estão em produtos acabados no Brasil
Camila: alfa-silanos já estão em produtos acabados no Brasil

Desde o ano passado, a empresa está divulgando no Brasil sua tecnologia híbrida de adesão e vedação Geniosil (ver QD-523, julho de 2012), baseada nos chamados polímeros terminados em alfa-silanos (STPE). E neste ano, segundo revelou a gerente de vendas Camila Dietrich, a empresa já está fornecendo para fabricantes de adesivos, em opções prontas para o envase, a tecnologia Geniosil N, ou apenas os pré-polímeros para serem misturados com a formulação dos próprios clientes. Embora não possa revelar o nome dos usuários, a gerente afirma que a tecnologia híbrida está no varejo para colagem e vedação em geral, para janelas, boxes, espelhos, cubas de banheiro e cozinha, piso de madeira, entre outras aplicações indicadas.

A tecnologia Geniosil, processo patenteado pela Wacker, emprega silanos especiais para polímeros orgânicos e silicones para promover a adesão de cura rápida. Em virtude de seu processo de polimerização, o produto hidrolisa mais rápido do que sistemas convencionais e pode assim atuar com sequestrante de água e como reticulador rápido, substituindo, com maior capacidade de adesão, produtos como o poliuretano. Além de não ter o cancerígeno isocianato (MDI) como o PU concorrente, o produto não precisa de catalisadores de estanho como os híbridos antigos de PP, não demanda plastificantes ftalatos e solventes e, como bônus, tem cura rápida, a ser projetada na formulação para períodos de 15 a 40 minutos, enquanto os sistemas convencionais levam horas. “Ele é uma opção limpa e mais eficiente”, disse Camila.

Afora os novos polímeros terminados em alfa-silanos, para cooperar com a construção sustentável, a Wacker conta ainda com sua linha de dispersões de acetato de vinila e etileno, disposta em copolímeros ou em terpolímeros (com mais outro monômero funcional). Trata-se dos polímeros Vinnapas, que concorrem com as resinas aquosas acrílicas, estireno-acrílicas e os látex de estireno-butadieno. De acordo com o gerente de vendas de polímeros e resinas da Wacker, Ricardo Gouvêa, a grande vantagem da linha é a sua baixa emissão de componentes voláteis.

Conforme explica Gouvêa, a característica ambientalmente correta se deve ao fato de o etileno, presente na cadeia polimérica, atuar como plastificante na formulação do adesivo de contato. Isso dispensa o uso dos indesejáveis ftalatos. Além disso, o etileno também torna o produto bastante macio, não demandando solventes como agentes formadores de filme, os chamados agentes coalescentes, que precisam ser incluídos mesmo em formulações base água. “Por não precisar de plastificante e nem de solvente, o adesivo fica sem ter causadores de emissões prejudiciais. E o etileno fica polimerizado, sem sair da superfície”, disse.

A linha Vinnapas, produzida nos Estados Unidos e na Alemanha, gera adesivos de contato para pisos de madeira, forros de lã de vidro, placas de gesso cartonado, joint-compound (revestimento entre as placas de gesso) e para colagem de dry-wall. Para forro de vidro, há uma opção com copolímero de acetato e cloreto de vinila chamada Vinnol, que melhora a retardância à chama e diminui em até 30% a necessidade de inclusão de aditivos antichama no revestimento, como sais de boro e estrôncio.

Embora esses polímeros especiais tenham preço unitário mais alto do que seus concorrentes, a formulação, sem solventes e plastificantes, acaba ficando mais barata, um ponto a favor difícil de ocorrer em se tratando de produtos ecológicos. Uma aplicação em ascensão é na colagem de carpetes, segundo Gouvêa. Mas várias outras estão em desenvolvimento entre os clientes. Recentemente, a Wacker lançou o Vinnapas EP 7000, com 70% de teor de sólidos (o normal é 50% em dispersões), secagem rápida, baixo teor de monômero residual (VAM) e sem APEOs (alquilfenoletoxilados), surfactantes em banimento na Europa. “Ele é para formulações de adesivos com altos sólidos e baixa viscosidade”, explicou. Outro produto da linha com boa aceitação é o Vinnapas 920, indicado para adesivos de laminação, na colagem de vários materiais, como alumínio, papel e fibra de vidro, em substratos difíceis como os metálicos, PP e PE. O grade é um terpolímero, com acetato de vinila e etileno e um terceiro monômero não revelado.

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