Variedades e Curiosidades

História da Química – Abiquim comemora 50 anos

Hamilton Almeida
29 de dezembro de 2014
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    Química e Derivados, Júlio Sauerbronn (esq.) com Ernane Galvêas, do Ministério da Fazenda (1967)

    História da Química – Júlio Sauerbronn (esq.) com Ernane Galvêas, do Ministério da Fazenda (1967)

    Química e Derivados, Pró-Química foi criado em 1988

    Pró-Química foi criado em 1988

    ABIQUIM – Fatos que marcaram a história da química

    1964 – A Abiquim é fundada, no dia 16 de junho. Presidida por Júlio Sauerbronn de Toledo (Rhodia), a primeira diretoria toma posse em 12 de novembro.

    1965 – Participa das reuniões setoriais da Alalc. Em âmbito nacional, representa o setor no Geiquim (Grupo executivo da Indústria Química).

    1969 – O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lança estudo sobre a indústria petroquímica brasileira. Com base nisso, o governo baiano elabora documento justificando a instalação de um complexo petroquímico no Estado.

    1971 – Péricles Nestor Locchi (Serrana) assume a presidência da entidade.

    1972 – Entra em operação a Petroquímica União, em Mauá-SP, a primeira central petroquímica brasileira. A Petroquisa cria a Cia. Petroquímica do Nordeste (Copene).

    Química e Derivados, Sala do prédio da Praça da Bandeira

    Sala do prédio da Praça da Bandeira

    1973 – Edgardo de Azevedo Soares Junior (Elekeiroz) toma posse na presidência da associação. Após guerra entre árabes e israelenses eclode o primeiro choque do petróleo.

    1975 – Governo lança o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), retomando a tecnologia usada nas primeiras décadas do século XX, quando as indústrias químicas utilizavam etanol como matéria-prima.

    1977 – Após 13 anos partilhando a mesma estrutura administrativa, a Abiquim desvincula-se do Sinproquim (Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para Fins Industriais e da Petroquímica do Estado de São Paulo).

    1978 – Inaugura-se o Polo Petroquímico de Camaçari, na Bahia.

    1979 – Abiquim lança programa de ações para conter os danos causados à indústria química pelo segundo choque do petróleo. Paulo Cunha (Oxiteno) é o novo presidente da associação.

    1980 – Primeira edição do Guia da Indústria Química Brasileira. A associação negocia com o governo linhas de crédito especiais para exportação dos excedentes: “Acordo Abiquim-Cacex”.

    1982 – Entra em operação o Polo Petroquímico do Sul, em Triunfo (RS).

    Química e Derivados, Carlos Mariani Bittencourt

    Carlos Mariani Bittencourt

    1983 – Carlos Mariani Bittencourt (Petroquímica da Bahia) inicia mandato na presidência da Abiquim.

    1985 – Abiquim se destaca na definição da nova política industrial do governo. Otto Vicente Perrone (Petroquisa) assume a presidência da associação.

    1987 – Apresenta estudo das necessidades de investimento até a metade da década seguinte. Dessa iniciativa, nasceu o Programa Nacional de Petroquímica 1987-95 (PNP). Carlos Mariani Bittencourt inicia o seu segundo mandato à frente da entidade.

    1988 – Lançamento do serviço Pró-Química, que funciona 24 horas por dia.

    1991 – Em meio às privatizações e à redução gradual das tarifas alfandegárias, o papel da Abiquim é decisivo na definição da nova política tarifária: o setor é o primeiro a ter os preços liberados. Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira (Ipiranga) assume a presidência da associação.

    Química e Derivados, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira

    Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira

    1992 – Implanta o programa Atuação Responsável. Cria-se também um sistema de avaliação nas áreas de saúde, segurança, meio ambiente e qualidade – o Sassmaq.

    1993 – Carlos Mariani Bittencourt inicia o seu 3º mandato como presidente da Abiquim.

    1995 – Realiza-se o 1º Encontro Anual da Indústria Química (Enaiq). A Abiquim adota nova estrutura: o cargo mais alto passa a ser o de presidente do Conselho Diretor.

    2001 – Cria-se o Prêmio de Tecnologia, para incentivar a pesquisa e a inovação. Em 2011, passaria a se chamar Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia.

    2002 – O Ciquim, representando as indústrias do setor no Mercosul, associa-se ao International Council of Chemical Associations (ICCA), o mais alto foro de representação da indústria química mundial.



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