Indústria Química

Abiquim – 2016: Ano em que o Brasil precisará decidir se quer uma indústria forte

ABIQUIM
10 de maio de 2016
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    Química e Derivados, Fernando Figueiredo é presidente-executivo da Abiquim

    Fernando Figueiredo é presidente-executivo da Abiquim

    A agenda do setor, coordenada pela Abiquim, inclui igualmente sensibilizar o governo federal no sentido de rever a decisão de reduzir pela metade os benefícios do Regime Especial da Indústria Química – REIQ em 2016 e extingui-lo a partir de 2017. Se em dois anos de vigência o REIQ não recuperou como esperado a competitividade à nossa indústria, ao menos impediu o agravamento de sua perda. Segue pelo mesmo caminho o programa Reintegra, criado para estimular as exportações pela devolução de resíduos tributários nestas operações, incentivo que já foi de 3% e cairá para 0,1% em janeiro próximo.

    Nesse cenário, parte do desafio envolve, ainda, a criação de um ambiente favorável para um investimento represado de bilhões de reais. De acordo com estudos do BNDES, a indústria química e petroquímica brasileira tem condições de atrair investimentos de US$ 47 bilhões em novas plantas até 2030.

    Com vontade política e determinação das autoridades para criar um ambiente competitivo e favorável, o já provado espírito empreendedor do empresariado brasileiro cuidará de transformar esse potencial em riqueza e qualidade de vida para todos.

     

    Texto: Carlos Fadigas e Fernando Figueiredo



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