Tintas e Revestimentos

Abrafati – Qualidade: Benefícios para o consumidor e para todo o mercado

Quimica e Derivados
16 de fevereiro de 2016
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    COMUNICAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO

    Desde o início, foi percebida a necessidade de envidar esforços para mostrar ao mercado os benefícios trazidos pelo programa, ampliando seu reconhecimento e a sua repercussão. Assim, foram – e continuam a ser – desenvolvidas diversas ações de divulgação e de conscientização dirigidas aos diversos públicos ligados às tintas, que contam com o forte apoio de um grupo de fornecedores de matérias-primas comprometidos com a qualidade, que aportam recursos e conhecimentos indispensáveis para o desenvolvimento do programa.

    “Estamos buscando, cada vez mais, levar informação para a sociedade, estimulando a escolha de tintas em conformidade com as normas técnicas e fortalecendo a conscientização em relação a esse tema”, salienta Gisele Bonfim. A participação em várias das principais feiras da cadeia de construção, com a realização de palestras e a distribuição de material informativo, faz parte desse esforço.

    Reunindo um público especificador de tintas, que precisa de informação consistente e atualizada para orientar suas decisões, esses eventos, assim como aqueles desenvolvidos para atender aos interesses dos pintores, são ótimas oportunidades para mostrar as vantagens de investir na qualidade reconhecida.

    Da mesma forma, os Encontros com a Revenda promovidos em diversos pontos do território nacional nos últimos anos contribuem para envolver o varejo na luta em favor da qualidade, tendo atingido milhares de profissionais, que multiplicam a informação e a conscientização.

    Também para as associações de classe ligadas à cadeia de construção são desenvolvidas atividades específicas, de modo a obter seu apoio e comprometimento com o tema. O mesmo ocorre em relação aos órgãos de financiamento imobiliário e responsáveis por licitações, fundamentais para que novas construções utilizem tintas com qualidade assegurada, refletindo-se na defesa dos interesses do consumidor.

    Com o Portal Tinta de Qualidade, no ar desde 2011, ampliou-se o acesso do consumidor final – e de todos os demais públicos – à informação, completando esse ciclo virtuoso em favor da qualidade reconhecida, que envolve ainda outra grande realização – que se tornou uma referência fundamental para lojistas e especificadores: o livro Tintas Imobiliárias de Qualidade – Livro de Rótulos da Abrafati, cujo conteúdo também está disponível na internet (no site www.tintasimobiliarias.com.br [1]).

    O PAPEL DO ESTADO

    Como parte do PBQP-H, do Ministério das Cidades, o programa coordenado pela Abrafati é fruto de uma política governamental, que estabeleceu os objetivos de melhorar a qualidade da habitação e modernizar os métodos construtivos.

    Nos últimos anos, a importância da qualidade ganhou crescente reconhecimento por parte do governo federal e de governos estaduais, assim como da Caixa Econômica Federal, principal órgão de financiamento imobiliário no país. Com isso, por meio de legislações e políticas públicas, foi restringido o espaço para a atuação dos fabricantes de marcas não conformes, que não podem vender suas tintas para programas habitacionais – como o Minha Casa, Minha Vida ou os da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano de São Paulo) – e tampouco podem cadastrá-las para financiamentos a obras de construção e reformas com o uso do Cartão BNDES.

    Ao mesmo tempo, o Ministério Público e órgãos estatais de defesa do consumidor têm agido com maior rigor e constância para que cesse a produção e venda de materiais de construção – entre os quais as tintas imobiliárias – fora da conformidade técnica. Deve ser destacado que alguns termos de ajustamento de conduta (TAC) já foram assinados por fabricantes que produziam tintas não conformes, comprometendo-se a não prosseguir com essa prática. “As ações que são desenvolvidas têm o objetivo de exigir o cumprimento da legislação e das normas, garantindo o respeito ao consumidor e a concorrência legal. Não se trata de impedir a atuação de nenhuma empresa ou prejudicar suas operações, mas de tornar o mercado mais ordenado”, resume Dilson Ferreira.



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