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Petroquímica: Braskem pede novo índice para nafta

Marcelo Fairbanks
1 de dezembro de 2015
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    Aliás, no México, a produção petroquímica não conta com imposto de importação protetivo, ao contrário do que se dá no mercado brasileiro, no qual a proteção pode chegar a 25%, somando impostos e direitos concorrenciais. “Imposto de importação existe para proteger a indústria local, e é preciso compreender que as condições aqui no Brasil são diferentes das do México, os custos de produção, as deficiências estruturais e os tributos incidentes não são os mesmos”, defendeu. “Entendo que o mercado deve ser mais aberto, com menos impostos, porém não se pode ser ingênuo no comércio internacional, atividade em que todo mundo se protege de alguma forma.”

    Os investimentos da Braskem no primeiro semestre de 2015 somaram R$ 789 milhões (sem incluir os juros e o project financing do complexo mexicano), dos quais R$ 516 milhões foram alocados no Etileno XXI e o restante na construção de uma fábrica de polietileno de ultra-alto peso molecular (PEUAPM), em La Porte (Texas, EUA). “Esse polímero tem aplicações de engenharia e está em fase de aumento de demanda nos EUA”, justificou. A companhia também desenvolve planos para criar uma fonte própria de propeno para suas unidades de PP nos Estados Unidos, mediante a aplicação da tecnologia de desidrogenação de propano.



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    2 Comentários


    1. estou mais interessado em cadeias moleculares.


    2. ola !. Sou estudante em técnico em Química no Centro Paula Souza Barretos, estou desenvolvendo um tcc sobre o polímero PEUAPM, se alguém tiver informações, por favor mande em meu e-mail pessoal, desde já agradeço e peço desculpas do inconveniente .
      eduardocoelho06@hotmail.com



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