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3 de julho de 2013

Tintas: PPG investe R$ 200 milhões em Sumaré-SP e Gravataí-RS

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Publicado por: Marcelo Fairbanks
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    PPG Industries, empresa global com faturamento anual da ordem de US$ 15,2 bilhões, obtido pela atuação em mais de 60 países, desenvolve um plano de investimentos no total aproximado de R$ 200 milhões no Brasil, com desembolsos iniciados no ano passado e com término em 2016. A unidade de produção de Sumaré-SP receberá mais da metade desse montante, que também beneficiará a produção de tintas decorativas arquitetônicas, instalada em Gravataí-RS.

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    Foi concluído em abril o primeiro dos projetos desse investimento da PPG no Brasil: a transferência e a atualização da fábrica de tintas para embalagens (packaging), que estava instalada em Cajamar-SP. “A instalação dessa linha de produção em Sumaré nos permitirá aproveitar sinergias internas, ganhar eficiência e reduzir custos”, explicou o gerente geral de packaging da PPG no Brasil, Rafael Torrezan. Isso abrange compartilhar utilidades de processo, estrutura logística e atividades administrativas, bem como contar com os laboratórios e equipes técnicas do site de Sumaré. “Embora existam no local várias fábricas de produtos diferentes, isso acelera os desenvolvimentos; temos experiência lá fora com sites múltiplos, com sucesso.”

    Os equipamentos de produção já foram quase que totalmente transferidos de Cajamar para um prédio novo, com 500 m², em Sumaré. Porém, a distribuição espacial deles seguiu critérios de lean production, com alta racionalidade. “Com os mesmos equipamentos, estamos produzindo 20% a mais que antes, em um único turno de produção”, informou Torrezan. Nessas condições, a fábrica pode produzir 500 t/mês, capacidade que pode até triplicar, caso o mercado assim justifique, com a ampliação dos turnos. Aliás, grande parte do pessoal de Cajamar foi transferida para as novas instalações. Os demais foram recolocados no mercado. O terreno da fábrica desativada foi vendido.

    Para dirigir a PPG Industries no Brasil, foi contratado Carlos Olivera Santa Cruz, peruano de origem, com muitos anos de Brasil, onde comandou a subsidiária da 3M. “Embora tintas e adesivos sejam produtos diferentes, a estrutura dos negócios é muito semelhante, com vendas diretas para grandes clientes e, em algumas linhas, uma forte participação de varejo”, comentou. É o caso da linha decorativa, produzida em Gravataí, que usa a marca Renner (sob licença). “É um nome muito forte nos estados da Região Sul, nos quais atuamos com essas tintas”, explicou.

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    Santa Cruz considera Sumaré o local ideal para o desenvolvimento das atividades da PPG. A cidade está próxima dos mercados consumidores e conta com a presença de escolas e universidades de qualidade. “Isso nos permite fortalecer a área de pesquisa e desenvolvimento local, bem como aprimorar a produção e a cadeia de suprimentos”, considerou. Ele defende que a competitividade de uma empresa depende de alcançar elevada eficiência operacional.

    A nova fábrica de packaging consumiu dez meses para estruturação e implantação, contando com a coordenação da equipe de engenharia local, com suporte do grupo de engenharia global da PPG. “Essa é uma das mais modernas fábricas da companhia em todo o mundo”, afirmou Torrezan.

    As vendas para a América Latina representam cerca de 7% do faturamento da PPG, sendo o Brasil o país com maior participação regional. A linha de produtos para embalagens é diversificada, atendendo à demanda das latinhas de aço e de alumínio usadas em refrigerantes e cervejas, alimentos (em duas ou três peças), monoblocos de alumínio, tampas e outros itens. “A nova fábrica segue as normas atuais da Anvisa e atende à norma ISO 22000, de segurança alimentar, que passará a ser exigida em 2014. Estamos saindo na frente da concorrência e teremos vantagens com isso, certamente”, comentou o gerente geral.

    A confiança no crescimento do mercado brasileiro para embalagens foi explicada por Doug S. Pegg, vice-presidente mundial de packaging coatings da PPG, presente à inauguração. Pegg trabalhou e residiu em Sumaré há 12 anos e salientou que o mercado brasileiro de latas para refrigerantes era, na ocasião, de seis bilhões de unidades anuais. “Hoje, são mais de 20 bilhões de unidades/ano, um crescimento brutal que prossegue; a América do Sul é um dos motores para o crescimento da PPG em embalagens”, comentou. A unidade de Sumaré supre o mercado brasileiro e também a Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Venezuela e Equador, além de atender a encomendas pontuais de outras regiões.


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      Um Comentário


      1. eu sales trabalhei no empresa de pintura com u nome metokote brasil infelizmente teve qui fechar mais durante dez ano de pintor pode acredita foi u melhor produto qui eu já trabalhei hoje eu tor preucurano emprego na minha aria mais si eu arruna pode acredita eu vou falar nem da akzo i da weg vor falar da ppj



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